Cerimônia marca a parceria entre Marinha do Brasil e Comitê Olímpico dos EUA nas Olimpíadas de 2016

19:49

No dia 3 de agosto, foi realizada, na Escola Naval (EN), no Rio de Janeiro (RJ), uma cerimônia presidida pelo Diretor-Geral do Pessoal da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Júnior, alusiva à cooperação firmada entre a Marinha do Brasil (MB) e o Comitê Olímpico Norte-Americano, por ocasião dos Jogos Olímpicos Rio 2016.
Autoridades americanas e brasileiras
Durante a ocasião, ocorreu visita às instalações desportivas e o descerramento de uma placa com o registro das 49 medalhas conquistadas por atletas americanos que treinaram na Escola Naval durante os Jogos.
A cooperação profissional entre a MB e a Marinha dos Estados Unidos da América (EUA) decorreu da cessão da estrutura desportiva da EN para o treinamento de 129 atletas americanos, que participaram dos Jogos Olímpicos de 2016, no período de 8 de julho a 23 de agosto de 2016. Devido à presença dos atletas no local, em 5 de agosto de 2016, a EN recebeu a visita do Secretário de Estado dos EUA, John Kerry, que pôde constatar a capacidade da instituição em prover adequadas condições de treino e segurança aos componentes do time olímpico.
Participaram da cerimônia, o Embaixador dos EUA, Peter Michael McKinley, o Cônsul Geral dos EUA no Brasil, James Story; e o Adido Naval americano, Capitão de Mar e Guerra Benedict Clark, acompanhados comitiva. Também estiveram presentes, o Diretor de Ensino da Marinha, Vice-Almirante Antonio Fernando Garcez Faria; o Diretor de Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha, Vice-Almirante José Carlos Mathias; o Comandante da Escola Naval, Contra-Almirante Newton de Almeida Costa Neto; o Comandante do Centro de Educação Física Almirante Adalberto Nunes, Contra-Almirante, fuzileiro naval, Pedro Luiz Gueiros Taulois; além do representante do Comitê Olímpico Brasileiro, General de Exército Augusto Heleno.
Fonte: Marinha do Brasil

Marinha do Brasil apoia projetos sociais em Manaus (AM)

19:46

Crianças do projeto social da SEMMASDH no Cais da Estação Naval do Rio Negro
 
No dia 27 de julho, o Navio Patrulha Fluvial (NPaFlu) “Amapá” recebeu a visita de 40 crianças do projeto da Secretaria Municipal da Mulher, Assistência Social e Direitos Humanos do Estado do Amazonas (SEMMASDH).
 
Durante o dia, as crianças fizeram um passeio na lancha de ação rápida, participaram de uma demonstração de combate a incêndio, visitaram as instalações do navio e assistiram à apresentação de vídeos e de fotos institucionais.
 
Crianças do projeto social da SEMMASDH realizam passeio a bordo da lancha de ação rápida do NPaFlu “Amapá” 


Fonte: Marinha do Brasil

Sargento da Marinha é Campeão Brasileiro da Classe Star

09:36

Da esq. para a dir.: Sargento Samuel e Lars Grael -  campeões da Classe Star 2017
 
O Sargento Samuel Gonçalves sagrou-se campeão brasileiro de Vela da Classe Star, acompanhado do medalhista olímpico Lars Grael, seu parceiro de barco. O atleta do Programa Olímpico da Marinha venceu cinco das seis regatas no Lago Paranoá, em Brasília (DF) e voltou para o Rio de Janeiro (RJ) com mais um título brasileiro.
 
O evento, que ocorreu de 27 a 30 de julho, no Iate Clube de Brasília, contou com 19 barcos tripulados por velejadores de alto nível, o que garantiu dias de competição acirrada. O vento forte surpreendeu a todos, obrigando o adiamento das regatas do dia 28 de julho.

Fonte: Marinha do Brasil

Navios do Brasil, Colômbia e Peru realizam exercícios na Operação “BRACOLPER 2017”

12:05


 
Navios das Marinhas do Brasil, Colômbia e Peru realizam exercício de Leap Frog
 
Adestrar os oficiais de manobra dos navios na aproximação e manutenção de posição dos meios é um dos objetivos do exercício de Leap Frog, realizado no dia 24 de julho, no rio Amazonas, entre: os Navios Patrulha Fluvial (NPaFlu) “Pedro Teixeira”, “Rondônia” e Navio de Assistência Hospitalar (NAsH) “Soares de Meirelles”, da Marinha do Brasil; os navios da Marinha da Colômbia, “Cotuhe” e “Letícia”; e da Marinha do Peru, os Navios Patrulha “Castilla” e “Clavero”.
 
Segundo o Comandante da Flotilha do Amazonas, Capitão de Mar e Guerra Pedro Lima Silva Filho, “os exercícios navais incrementam o nível de treinamento, interoperabilidade e integração das unidades fluviais dos três países, em prol da segurança comum da região amazônica”.
 
 
Vice-Almirante Luís Antônio Rodrigues Hecht, Capitão de Mar e Guerra Pedro Lima Silva Filho e oficiais da Marinha do Brasil embarcados no NAsH “Soares de Meirelles”, durante exercício no Rio Amazonas
 
Já no dia 25, os navios participaram do exercício de trânsito com oposição assimétrica de superfície. A ação teve como objetivo avaliar o adestramento das tripulações nos procedimentos de resposta à ameaça assimétrica de superfície, postos de combate e controle de avarias, bem como testar a capacidade de autodefesa.
 
De acordo com o Chefe de Operações do Comando da Flotilha do Amazonas, Capitão de Corveta André Arandy Corrêa De Souza, o exercício foi realizado com uma lancha de ação rápida do NPaFlu “Rondônia”, que simulou uma ameaça de superfície assimétrica por meio de ataque aos meios navais envolvidos.  O objetivo foi preparar os comandos e as tripulações dos navios para uma situação real, quando se navega na região amazônica em trechos de rios onde existem ameaças.
 
Estar preparado e pronto para atuar em situações de ameaça assimétrica de superfície, durante os deslocamentos nas áreas de operações do Brasil, Colômbia e Peru, é uma das premissas da Operação “BRACOLPER 2017”.
 
 
Exercício de trânsito com oposição assimétrica de superfície no rio Amazonas

Fonte: Marinha do Brasil

Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes, no litoral de São Paulo

11:10

Embora recém-criado, refúgio de vida silvestre no litoral de São Paulo já tem o que comemorar: é a primeira unidade de conservação federal a publicar plano de manejo no primeiro ano de existência
Criado em 2 de agosto de 2016, o Refúgio de Vida Silvestre do Arquipélago de Alcatrazes, no litoral de São Paulo, faz aniversário nesta quarta-feira (2) com uma marca positiva: é a primeira unidade de conservação federal a publicar o plano de manejo no primeiro ano de existência, o que possibilita uma implementação planejada com amplo respaldo legal para a gestão.

A equipe está, no momento, planejando e estruturando a unidade para abertura à visitação pública com atividades experimentais de mergulho recreativo e passeio embarcado. É uma reivindicação de vários setores locais, que possibilita a apropriação e valorização pela sociedade deste importante patrimônio natural.

O refúgio é gerido de forma unificada com a Estação Ecológica Tupinambás, compondo o Núcleo de Gestão Integrada ICMBio Alcatrazes. Nas duas unidades foram registradas 1.300 espécies, sendo que 93 delas estão sob algum grau de ameaça de extinção. 

O arquipélago dos Alcatrazes possui a fauna recifal mais conservada e biodiversa do Sudeste e Sul do Brasil, sendo também área de reprodução e crescimento de espécies de valor comercial para o setor pesqueiro. Regionalmente é reconhecido como patrimônio natural, referência de paisagem para a população, além de abrigar sítios arqueológicos e importante patrimônio histórico.

Dentre as espécies marinhas ameaçadas de extinção, protegidas pela unidade, estão a tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata), a tartaruga-verde (Chelonia mydas), o tubarão-martelo (Sphyrna lewini), o cação-anjo (Squatina guggenheim), a raia-viola (Rhinobatos horkelii), a raia-manta (Manta birostris), além de alguns invertebrados.

Na região há ocorrência de baleias e golfinhos, sendo ao todo 10 espécies registradas para o arquipélago, com destaque para a baleia-de-Bryde (Balaenoptera edeni), baleia-jubarte (Megaptera novaeangliae) e o golfinho-pintado-do-atlântico (Stenella frontalis).

Dentre as espécies insulares terrestres endêmicas, estão a jararaca de Alcatrazes (Bothrops alcatraz), a perereca de Alcatrazes (Scinax alcatraz) e a rã de Alcatrazes (Cycloramphus faustoi), criticamente ameaçada de extinção.

O Refúgio abriga também um dos maiores ninhais do país com nidificação de fragatas (Fregata magnificens), atobás (Sula leucogaster) e gaivotões (Larus dominicanus). Foram registradas 91 espécies de aves, sendo que 37 delas são residentes, entre aves oceânicas, insulares costeiras, migrantes de longo percurso (praieiras), aquáticas costeiras, terrestres e florestais. Dentre elas, 12 espécies estão ameaçadas de extinção, sendo seis são residentes, que dependem exclusivamente de Alcatrazes para procriação.

A vegetação do arquipélago é caracterizada por áreas de mata atlântica e campos rupestres. A ilha de Alcatrazes tem como espécies vegetais endêmicas um antúrio (Anthurium alcatrazensis), uma begônia (Begonia venosa).

As características únicas e o status de conservação do arquipélago dos Alcatrazes fazem com que o refúgio seja referência para estudos científicos sobre ecossistemas marinhos, sendo considerado um dos “laboratórios naturais” mais importantes do país.
Fonte e Foto: Comunicação ICMBio

Comandante da Marinha preside Cerimônia em Homenagem à Memória dos Mortos da Marinha em Guerra

14:56

 
Representante da ANVFEB, Daniel Roque, e da APRAMA, Capitão de Fragata, da reserva, João Abrahão da Silva, durante lançamento das pétalas de flores ao mar a bordo do “Anequim”
 
A cerimônia em homenagem à Memória dos Mortos da Marinha em Guerra foi realizada, no dia 21 de julho, no Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, no Rio de Janeiro (RJ). O evento foi presidido pelo Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, e contou com a presença dos ex-ministros da Marinha, os almirantes de esquadra Alfredo Karam e Mauro César Rodrigues Pereira; dos ex-comandantes da Marinha, os almirantes de esquadra Roberto de Guimarães Carvalho e Julio Soares de Moura Neto; além de almirantes da ativa e da reserva; do Presidente do Centro de Capitães da Marinha Mercante,  Capitão de Longo Curso Álvaro José de Almeida Junior; de ex-combatentes; além de autoridades do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira.
 
“Ao voltarmos nossos olhares para os feitos gloriosos do passado, percebemos a importância de estarmos sempre vigilantes e de dispormos de um Poder Naval moderno e crível para que possamos fazer frente a eventuais agressões externas, as quais nem sempre são evitadas ou sequer chegam a ser previstas”, ressaltou o Comandante da Marinha na Ordem do Dia alusiva à data.
 
O Capitão de Mar e Guerra, capelão naval, Antônio de Paiva Lima proferiu uma oração solene em homenagem à bravura dos marinheiros que tombaram nos confrontos os quais as Marinhas do Brasil e Mercante estiveram envolvidas, como foi o caso da Primeira e da Segunda Guerra Mundial.
No decorrer do evento, o Comandante da Marinha, acompanhado pelo ex-Ministro da Marinha Alfredo Karam, pelo Comandante de Operações Navais, Almirante de Esquadra Sergio Roberto Fernandes dos Santos e pelo Capitão de Longo Curso Álvaro José de Almeida Junior, fez a aposição de coroas de flores junto aos nomes dos que pereceram durante a Segunda Guerra. Ao mesmo tempo, ocorreu o tradicional lançamento de flores ao mar a bordo do Aviso de Patrulha “Anequim” por representantes da Associação dos Veteranos da Força Expedicionária Brasileira (ANVFEB) e da Associação Almirante Prado Maia (APRAMA).
 
Já no fim da solenidade, os marinheiros e integrantes do Coral do Comando do 1º Distrito Naval cantaram a canção dos “Combatentes da Marinha na Segunda Guerra Mundial”, de autoria (letra e música) do Capitão de Longo Curso Francisco Cesar Monteiro Gondar. Dentre os presentes, estavam o Grupo de Escoteiros do Mar Suboficial Amélio de Azevedo Marques, composto por 16 jovens, que acompanhou atentamente as homenagens. A líder do grupo, Karina Baez, agradeceu a oportunidade oferecida pela Marinha de participar do evento.
 
A data da cerimônia faz alusão ao naufrágio da Corveta “Camaquã”, ocorrido no dia 21 de julho de 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, de acordo com o Aviso Ministerial nº 1121/69. No confronto, a Marinha perdeu centenas de homens, entre oficiais, praças e combatentes.
 
Autoridades durante a cerimônia


Fonte: Marinha do Brasil

Marinha do Brasil realiza operação MISSILEX 2017

09:59

A Operação MISSILEX 2017, realizada no período de 24 a 28 de julho, ao sul da Ilha de Cabo Frio, no Rio de Janeiro, foi marcada pelo ineditismo de alguns procedimentos de combate. Foram cinco dias consecutivos de exercícios no mar, de caráter estritamente militar, concernentes às tarefas do Poder Naval, empregando mísseis, torpedos, bombas, canhões e metralhadoras. A missão teve como propósito incrementar o aprestamento das unidades da Esquadra e afundar o casco da Ex-Fragata Bosísio.
 
Tiro de 4.5” pela Fragata Independência
 
Durante a operação, no dia 25, foi realizado o lançamento do Míssil Ar-Superfície Penguim pela aeronave SH-16. Pela primeira vez, a aeronave foi armada com esse míssil a bordo de um navio da Esquadra, o Navio Doca Multipropósito Bahia. Na sequência, a Fragata Rademaker lançou o Míssil Superfície-Superfície Exocet MM40. De forma inédita, uma Fragata da Classe Greenhalgh realizou o disparo de forma integrada ao seu sistema de armas.
 
Mesmo antes do lançamento de bombas pelas aeronaves de Interceptação e Ataque (AF-1), os primeiros sinais de afundamento do casco da Ex-Fragata Bosísio já eram observados. As oito bombas de 230Kg aumentaram a tendência de afundamento. Com o navio bastante adernado, as Fragatas Liberal e Independência atiraram com seus canhões de 4.5 polegadas e os impactos agravaram criticamente a situação, levando o casco ao fundo.
 
Afundamento do casco da Ex-Fragata Bosísio
 
Ainda no mesmo dia, na parte da tarde, a Fragata Liberal lançou pela primeira vez, o Míssil Aspide sobre drone e atirou, juntamente com a Fragata Independência, com canhão de 4.5 polegadas sobre este alvo.
 
Os tiros de canhões ainda continuaram na manhã do dia 27, quando os navios testaram o pronto emprego dos seus armamentos sobre o alvo Killer Tomato, de superfície, e o alvo aéreo derivante. O término da missão, no dia 28, foi coroado com o lançamento do torpedo MK46 pela aeronave SH-16. 

Fonte: Marinha do Brasil