Navio-Patrulha Oceânico “Apa” transporta tanque de oxigênio que atenderá hospitais de Manaus (AM)

05:12

 Cilindro conduzido pelo Navio da Marinha será

abastecido em Belém (PA) antes de seguir para o Amazonas 


O Navio-Patrulha Oceânico “Apa” atracou no Porto da Vila do Conde (PA), na noite da última terça-feira (26), com um tanque de 54 toneladas, que será envasado, em Belém (PA), com 90 mil m³ de oxigênio líquido para abastecer hospitais na cidade de Manaus (AM). O município enfrenta colapso no sistema de saúde, devido ao agravamento da pandemia no novo coronavírus no Amazonas. A atividade faz parte da Operação “Covid-19”, que as Forças Armadas atuam para mitigar as consequências da doença.


O “Apa” partiu de Santos (SP), no dia 19 de janeiro, e tinha previsão de parada no Pará no dia 28 de janeiro; porém, devido às boas condições meteorológicas e aos esforços de 80 militares que compõem a tripulação do Navio, a chegada em Vila do Conde foi antecipada em dois dias. 


A missão do “Apa” teve apoio do Comando do 4º Distrito Naval, da Companhia Docas do Pará (CDP), que disponibilizou prontamente cais e guindastes, e da empresa White Martins, fornecedora do oxigênio. O tanque será transportado por via fluvial, por meio de uma balsa, até Manaus, onde deve chegar na primeira semana de fevereiro. O Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial e Lacustre e das Agências de Navegação no Estado do Pará  (Sindarpa) se colocou à disposição para apoiar as atividades.


Desde março de 2020, as Forças Armadas prestam apoio a medidas deliberadas pelo Governo Federal voltadas para reduzir os impactos do surto do novo coronavírus, permanecendo em condições de disponibilizar recursos operacionais e logísticos quando se fizerem necessários.




Fernanda Letícia da Silva recebeu Insígnia da Ordem do Mérito Naval.

11:10

 

Devido aos relevantes serviços prestados à Marinha do Brasil, Fernanda Letícia da Silva, natural de Resende, cidade do sul fluminense, 37 anos, recebeu, da Marinha do Brasil, a Insígnia da Ordem do Mérito Naval e, nesta quinta (21/01), foi homenageada na Praticagem de São Paulo. Ela recebeu a Ordem Grau de Cavaleiro do Quadro Suplementar.

Fernanda Letícia acredita ter sido indicada por conta do conjunto da obra desde 2006, quando foi condecorada com a Medalha Mérito Tamandaré: “Incluo também a adoção e manutenção de sala de aula do CIAGA (Centro de Instrução Almirante Graça Aranha), onde eu me  formei, quando ainda era 2º Oficial de Náutica, e a criação do Concurso Literário anual para Alunos das duas EFOMM (Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante) e Aspirantes da Escola Naval , além de outras atividades do EPM (Ensino Profissional Marítimo), que é uma das atribuições da DPC (Diretoria de Portos e Costas)”.

Desde 2009 atuando na Praticagem de São Paulo, para ela o desafio inicial foi o de superar o preconceito da idade, por ser na época muito jovem, mas há muitos outros: “O nosso trabalho é sempre assessorar os comandantes da melhor maneira possível nas manobras em função das várias características do navio, condições atmosféricas e oceanográficas e movimentação portuária do momento. Não há uma manobra igual à outra e o desafio constante é sempre salvaguardar a vida humana no mar, preservar a segurança da navegação e prevenir a poluição hídrica”.

O desejo de ser prática surgiu durante os embarques em navios mercantes, ainda como aluna: “O que mais me atraía eram as manobras. Fascinava-me ver como os comandantes assessorados pelos práticos conseguiam fazer com que os navios atendessem às ordens de máquina e leme para fundeios, atracações e desatracações entre outras, usando rebocadores ou não, usando as forças da natureza como vento, maré e corrente. Então, ainda como aluna, eu sabia que queria ser ou comandante ou prático. Entre os portos que eu mais frequentei estava o de Santos. Sempre que eu tive a oportunidade de acompanhar a manobra do prático eu ficava com aquela curiosidade de saber como ele consegue dominar um navio", relembra.

Fernanda Letícia foi a primeira mulher na Praticagem de São Paulo e diz que não sente medo mesmo nos dias de mais dificuldades, apenas a preocupação constante de sempre assessorar os comandantes da melhor maneira possível.

 Ela também atua no Porto de São Sebastião e revela as diferenças nas manobras: “Em Santos o canal navegável é sinuoso, a distância entre as margens relativamente curta, os pontos de atracação quase sempre estreitos e a variedade de tipos de navios é grande. Já em São Sebastião, a grande maioria das manobras é com grandes petroleiros e as características principais são a forte correnteza e os maiores calados, a parte submersa dos navios. O VLCCs (Very Large Crude Carrier) em São Sebastião e os grandes conteineiros em Santos são os maiores navios que manobramos. Alguns tem mais de 340 metros de comprimento.”

Felizmente, diz que nunca sentiu qualquer tipo de preconceito por ser mulher em um setor dominado pelos homens: “Nunca passei por qualquer problema, nem como Oficial de Náutica nem como Prático. No início alguns comandantes de navios estrangeiros estranhavam quando eu subia a bordo, mas diz que não por ser mulher, mas sim por ser muito nova.  “Mas quando eu contava meu histórico como Oficial de Náutica, chegando a imediatar navio antes de entrar para a Praticagem eles sentiam-se seguros”.

Com uma filha pequena, conta que o mar sempre entrou nas brincadeiras entre elas e que consegue conciliar a vida pessoal com a profissional sem problemas: “Trabalhei normalmente até o início do meu sétimo mês de gestação. Então minha filha já se acostumou ao balanço do mar desde aquela época. Adora banheira, praia e piscina. E já visitou o CIAGA uma vez, meses atrás, quando plantou um ipê amarelo próximo à sala de aula adotada por mim. Se ela optar por seguir minha carreira, já estará bem encaminhada”, comenta sorrindo.

Apaixonada pela profissão, diz que como prática, e mesmo anteriormente como Oficial da Marinha Mercante, encontrou retornos muito positivos: “Esses trabalhos sempre me colocaram em contato com pessoas de várias nacionalidades e o aprendizado oriundo desse contato e da troca de experiências foram engrandecedores culturalmente e me concederam visão global sobre povos, costumes e culturas”.

 

NOTA DE FALECIMENTO - MARTA VANNUCCI 1921-2021

15:28


MARTA VANNUCCI, naturalizada brasileira, nasceu na cidade de Firenze (Florença), Itália, no dia 10 de maio de 1921 e faleceu em 15/1/2021. Bacharel e licenciada desde 1942 em História Natural pela antiga FFCL-Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo. Defendeu em 1944 seu doutorado em Ciências sobre Hydroida Thecaphora do Brasil.

O Prof. Ernst Marcus, ilustre zoólogo alemão na USP a convidou para ser Assistente da cadeira de Zoologia da FFCL/USP de 1944 a 1950.

Convidada por Wladimir Besnard em 1949 para trabalhar na Seção da Fauna Marítima do Instituto Paulista de Oceanografia (IPO 1946-51). O comissionamento da FFCL/USP para o IPO foi formalizado em outubro de 1950.

Estruturou a Seção de Oceanografia Biológica, embrião do Departamento de Oceanografia Biológica do Instituto Oceanográfico da USP juntamente com João de Paiva Carvalho.

Examinou o material coletado pelo Prof. Besnard durante o cruzeiro, em colaboração com a Marinha Nacional, do “Baependi” e do “Vega” à Ilha da Trindade em 1950 e publicou entre 1950 e 1952, no Boletim do Instituto, três artigos apresentando os resultados científicos dessa expedição, chefiada na parte oceanográfica, pelo Prof. Wladimir Besnard. Essa expedição é considerada o Primeiro Cruzeiro Oceanográfico Brasileiro.


Em dezembro de 1966 foi eleita membro titular da Academia Brasileira de Ciências sendo a primeira mulher a ser escolhida para a assembleia geral do órgão.Slide4

Publicou inúmeros artigos e livros sobre zooplancton. Escreveu sobre manguezais, indologia e literatura.

Poliglota, fala, lê e escreve fluentemente italiano, francês, português, latim, inglês, espanhol e hindi. Além de conhecimentos de alemão e sânscrito.

Em 1964 participou da Expedição Internacional ao Oceano Índico, à bordo do N/Oc. Anton Bruun.De 1964 a 1969 foi Diretora Geral do Instituto Oceanográfico da USP e representante do CNPq na International Association of Biological Oceanography. Foi durante a sua gestão que se conseguiu terminar a construção do N/Oc. W. Besnard em Bergen, Noruega.

Candidatou-se a um posto oferecido pela UNESCO em Cochin, Índia e se afastou do Instituto Oceanográfico a partir de 1970 com prejuízo do salário, aposentou do IOUSP em 1974.

Em 2004, foi entrevistada pela Comissão de Memória do IOUSP e editamos em poucos minutos sua entrevista de duas horas. Assista pelo Youtube.

Biografia de Marta Vannucci: www3.io.usp.br/index.php/noticias/1357-nota-de-falecimento-marta-vannucci-1921-2021.html.

Entrevista de Marta Vannucci à Comissão de Memória do IOUSP, em 2004: www.youtube.com/watch?v=XRwc5_0djPo.

Fonte: IOUSP

ONU dá início à Década do Oceano

05:05

A Organização das Nações Unidas (ONU) decidiu que entre 2021 e 2030 o mundo viverá a Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável, a Década do Oceano. Assim como em outras “décadas propostas pela ONU” desde 1960, que abordaram temas como racismo e biodiversidade, a ideia é que os países membros da ONU unam esforços para um objetivo comum.

Uma década para garantir o futuro do oceano

O entendimento humano sobre o oceano avança a passos largos. Cada vez mais se percebe o quanto as atividades humanas dependem desse ambiente, e também o influenciam, em questões como a produção de oxigênio, regulação do clima, sequestro e armazenamento de carbono. Contudo, de acordo com o professor, o processo de desenvolvimento de ciência oceânica deve ainda se preocupar com outro fator: “Deve haver tradução para a sociedade. Sem a tradução desse conhecimento para a população e para os tomadores de decisão, a gente não consegue caminhar em direção ao uso sensato do oceano, que é o que a década busca”.

Fonte: Jornal USP

Uma década para garantir o futuro do oceano

05:35

 

2020 foi o ano em que a Terra parou devido a algo invisível com grande capacidade de destruir vidas. Em 2021 será o momento em que todos deverão vislumbrar algo imenso e com poder de sustentar a humanidade: o Oceano. Sim, o Oceano será a bola da vez, e não apenas por um ano, mas por uma década a fim de se tornar de vez um tema comum a todos – independente de se morar no litoral, comer peixe ou tirar sua renda do mar.

Em 2017, um grande mergulho foi dado pela Organização das Nações Unidas (ONU), ao lançar a proposta da Década da Ciência Oceânica para o Desenvolvimento Sustentável (ou Década do Oceano), que acontecerá entre 2021 e 2030. Assim como em outras décadas propostas pela ONU desde de 1960, que abordaram temas como racismo e biodiversidade, a ideia é que os países membros da ONU unam esforços para um objetivo comum. É um “chamado para ação”, para que a sociedade como um todo esteja mobilizada e atuante frente a um determinado tema. Pela primeira vez, em mais de 30 décadas já propostas, o Oceano ganhou os holofotes. Mas por que agora?

Um fator é a ampliação do conhecimento sobre ele e sobre sua influência no funcionamento do planeta. Está cada vez mais latente o entendimento de que as atividades humanas dependem (e influenciam) fortemente do Oceano, como a produção de oxigênio; regulação do clima, sequestro e armazenamento de carbono; imensa, importante e ainda desconhecida biodiversidade; além de variados outros serviços ecossistêmicos.

Outro fator é a degradação que ele vem sofrendo. Poluição de diversos tipos, sobrepesca, invasão de espécies exóticas, supressão de habitats e mudanças climáticas impactam a biodiversidade e os benefícios que o Oceano traz para a humanidade. A primeira avaliação global do Oceano, publicada em 2016, foi bem clara ao expor que nenhum lugar em sua vastidão está livre de impactos humanos. Encontrar soluções para tantos problemas é uma necessidade urgente que depende diretamente da ciência.

A Década do Oceano foi proposta sob a coordenação da Comissão Oceanográfica Intergovernamental (COI) da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), órgão da ONU, a fim de ampliar os esforços para reverter essa tendência e construir a ciência que precisamos para o oceano que queremos. Para tanto, a Década busca um oceano limpo, seguro, saudável e resiliente, produtivo e explorado sustentavelmente, previsível, transparente e inspirador e envolvente.

Esses 7 objetivos são interconectados e contribuem para o desenvolvimento sustentável do Oceano e do planeta como um todo. Um oceano limpo, com as fontes de poluentes terrestres e marinhas conhecidas e controladas, é saudável e capaz de lidar com eventuais pressões que venham a acontecer no futuro. A diminuição da poluição reduz o risco de consumo de organismos marinhos que tendem a acumular compostos prejudiciais à biodiversidade e à saúde humana.

Além de fonte de alimento, o Oceano pode ser fonte de minérios (petróleo e gás) e energia limpa (ventos e ondas) que devem ser explorados de forma racional e a compartilhar amplamente os benefícios com a sociedade. O desenvolvimento de uma economia do oceano depende da segurança de quem trabalha nele, como pescadores e marinheiros, ou de quem é influenciado por ele, como o turismo realizado na zona costeira.

Para que aconteça o uso sustentável do Oceano é fundamental que tenhamos capacidade de prever o complexo comportamento do bioma marinho, o que depende da geração e do compartilhamento de dados. Logo, o conhecimento sobre o maior ambiente da Terra deve ser amplamente disseminado para que a sociedade entenda sua importância e se inspire e se envolva em sua proteção.

Assim, para superar os desafios impostos pela busca da sustentabilidade do Oceano, é necessário gerar conhecimento e ampliar o entendimento e a valorização da sociedade sobre ele. Para tanto, é fundamental que sejam ampliadas significativamente as ações de comunicação e divulgação do ambiente marinho e do conhecimento científico produzido. As pessoas devem ter a oportunidade de ampliar seu conhecimento sobre como o Oceano funciona e quais as importâncias e influências no dia a dia.

Uma estratégia é inserir o tema nos currículos do ensino fundamental e médio no país. Outra frente corresponde ao papel que a mídia tem na comunicação sobre o Oceano – tema que frequentemente aparece nos meios de comunicação, mas não necessariamente de uma forma apropriada ou informativa.

É também primordial uma atuação ampla e integrada na formação de professores, inclusive para desenvolver estratégias sobre como abordar o Oceano em sala de aula, considerando as diversas realidades no país. Dado o caráter transversal que o Oceano tem, a internalização do tema nos cursos de licenciatura mostra-se premente, independentemente da área específica de formação do professor: biologia, geografia, física ou química, uma vez que todas as disciplinas interagem de uma forma ou de outra com o mar.

É necessário também atuar fortemente na formação de profissionais que lidam direta ou indiretamente com o mar, tanto em nível de graduação quanto pós-graduação – o que demanda esforços articulados do Ministério da Educação (MEC) e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Mas não basta que esses profissionais conheçam a estrutura e o funcionamento do Oceano, eles devem compreender a relação entre ele e a sociedade e contribuir para promoção do desenvolvimento sustentável.

O Brasil já está navegando para chegar nesses objetivos. Entre os anos de 2017 e 2018, a agenda do Oceano ganhou destaque por aqui, especialmente após a Conferência do Oceano, realizada em 2017 em Nova Iorque pela ONU. Mais recentemente, em 2020, o MCTI, por meio da Coordenação de Geociências, Oceano e Antártica, liderou uma parceria entre várias instituições para elaborar o Plano Nacional da Década do Oceano.

Dentro desse contexto, a Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano foi criada em 2018 junto ao Instituto de Estudos Avançados e ao Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo como uma forma de promover a agenda do Oceano. A cátedra pretende, dentre outras ações, disseminar conhecimento sobre o Oceano e estimular a realização de pesquisas aplicadas às demandas da sociedade.

O ano de 2021 será um novo horizonte para articular, priorizar e mobilizar pessoas que congregam diferentes visões, interesses e princípios, para vislumbrar um futuro para o Oceano que seja aquele que todos precisam e que (in)conscientemente desejam.

Por Alexander Turra, professor do Instituto Oceanográfico (IO) da USP, e Tássia Biazon, pesquisadora da Cátedra Unesco para Sustentabilidade do Oceano

Fonte: Jornal da USP

2021 começa com mudanças na Zona de Praticagem 16

06:31

Empenhados em dar continuidade ao trabalho de excelência desenvolvido nas últimas gestões, Bruno Tavares assume a presidência da Praticagem do Estado de São Paulo e Lélio Console Simões a Praticagem de São Sebastião.


Com foco na tecnologia e na inovação para a empresa, Bruno Roquete Tavares, de 43 anos, será o novo presidente da Praticagem do Estado de São Paulo, que envolve Santos e São Sebastião, a partir de 1º. de janeiro. Eleito em novembro, em uma assembleia da categoria, ele terá mandato válido por dois anos. Para Bruno, é essencial aumentar a eficiência e diminuir a ociosidade na dinâmica do Porto, mantendo a preocupação com a segurança e a modernidade que o trabalho envolve.

 

Há dez anos na Praticagem de São Paulo, Bruno é Oficial de Marinha Mercante e está entusiasmado com a nova missão, liderando 62 profissionais que atuam na região, com a média diária de 31 manobras de navios.

 

“Nossa meta é continuar acompanhar as mudanças do setor e teremos grandes desafios pela frente, como as operações com navios de 366 metros de comprimento que deverão chegar ao Porto de Santos. Será um trabalho importante de preparação dos práticos, que têm realizado os treinamentos e participado de simulações, e a parceria com a Autoridade Portuária de Santos (APS) e a Autoridade Marítima”.

 

Tavares também reforça a política da Praticagem em se antecipar aos desafios e contribuir com eficiência para a engrenagem do Porto, que vai passar por transformações nos próximos meses, com a promessa de privatização e o novo PDZ.

 

Outro ponto levantado por Tavares é a importância da dragagem constante no Porto de Santos. “Santos é um porto dinâmico e requer a dragagem de manutenção. Com os navios de 366 metros, não haverá margem para falhas”, completa.

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Carlos Alberto de Souza Filho está deixando a presidência da entidade por questões pessoais, mas continuará na nova diretoria como Diretor de Relações Institucionais: “A  Praticagem de São Paulo está vivendo um período de tranquilidade e consenso entre os profissionais e será uma honra continuar contribuindo com a experiência e os relacionamentos adquiridos nos dois últimos anos. Nossa diretoria certamente ajudou a fortalecer a entidade, resolveu pendências contratuais e fizemos acordos com armadores nacionais, armadores de cabotagem e com o Centro Nacional de Navegação Transatlântica por cinco anos, garantindo harmonia na gestão”.

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São Sebastião


Lélio Console Simões a partir de janeiro vai assumir a Presidência da Praticagem de São Sebastião, com a segurança de 45 anos no trabalho e 20 anos de experiência na região, uma zona que recebe petroleiros com até 150 mil toneladas e exige muita habilidade dos práticos para manter a segurança ambiental.

 

O novo presidente acredita que o Porto de São Sebastião com a realização de algumas obras também poderá ser um porto de transbordo e estará preparado para a chegada dos navios de contêineres com mais de 366 metros.

 

 “São Sebastião e Ilhabela têm uma natureza privilegiada e o desenvolvimento sempre deve ser acompanhado por ações de sustentabilidade. Também estamos acompanhando os estudos e os testes monitorados pela equipe de Meteorologia da Petrobrás sobre as correntes oceânicas em nossa região, que poderão trazer mais segurança e previsibilidade para as manobras no canal”.


Lélio acredita que será possível com a modernização, com a tecnologia e as mudanças necessárias trazer novas oportunidades de emprego para a comunidade local.


Fonte: Assessoria imprensa SP Pilots