Acidificação causada por dióxido de carbono (CO2) pode afetar espécies vegetais marinhas e prejudicar cadeia alimentar

17:49


Amostras de espécies vegetais marinhas (fitoplâncton)analisadas em pesquisa do Instituto Oceanográfico (IO) da USP mostram os efeitos futuros das mudanças climáticas nos oceanos.
Imagem de satélite mostra fitoplâncton florescendo na superfície do oceano, formando uma faixa de cor leitosa (abaixo, à direita) – Foto: Divulgação / Nasa

O trabalho do pesquisador Marius Müller revela que a acidificação dos oceanos, causada pelo aumento das emissões antropogênicas (feitas pela atividade humana) de dióxido de carbono (CO2), prejudica a calcificação de fitoplâncton, podendo interferir na cadeia alimentar marinha. Ao mesmo tempo, o estudo traz indícios do aumento da fotossíntese das algas, o que pode ampliar a absorção de CO2 do oceano e reduzir os efeitos do aquecimento global.
Em parceria com pesquisadores da Universidade da Tasmânia (Austrália), Müller coletou amostras de fitoplâncton calcificado na região do Oceano Austral, cujas águas banham a Antártida. “A importância dos fitoplânctons é pouco conhecida. Por exemplo, são eles os responsáveis pela produção da metade do oxigênio que a população da Terra respira”, destaca. “Os fitoplânctons também são importantes porque são a base da cadeia alimentar no ambiente marinho, assegurando a sobrevivência de diversas espécies de animais”.
 Depois da coleta das amostras, foram isoladas em laboratório algas da espécie Emiliana huxleyi, que pertence ao gênero dos cocolitóforos . “São algas microscópicas, com 5 a 10 micrômetros de diâmetro cada uma, que produzem placas de carbonato de cálcio”, conta o pesquisador. “Quando elas florescem na superfície do oceano em grande quantidade, formam uma grande faixa de cor leitosa, que pode ser vista em imagens de satélite”.
Mudanças climáticas
As algas foram cultivadas e submetidas a experimentos que simulam as condições futuras dos oceanos. “Um dos fenômenos estudados foi a acidificação do oceano, causada pelo aumento das emissões de dióxido de carbono (CO2) devido à atividade humana”, relata Müller. Em contato com a água, o CO2 reage e forma o ácido carbônico, que diminui o pH das águas oceânicas. “Também foram verificados os efeitos da diminuição de nutrientes no crescimento e no desenvolvimento do fitoplâncton”.
Amostra de fitoplâncton no banco de microrganismos do Departamento de Oceanografia Biológica do IO – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens
Os resultados do estudo apontam que a maior acidez da água e a limitação de nutrientes afetam a formação das placas de carbonato de cálcio. “Elas se deterioram e, em alguns casos, até não chegam a se formarem, ou seja, não há calcificação”, ressalta o pesquisador. “Isso pode afetar a cadeia alimentar marinha, hipótese que precisa ser verificada por novas pesquisas”.
A pesquisa também mostrou que, quando é simulado o aumento das emissões, o efeito relativo do CO2 no desenvolvimento do fitoplâncton é o mesmo com nutrientes suficientes ou limitados. “Na verdade, é possível supor que com mais CO2 na água, as algas fazem mais fotossíntese, o que auxilia no crescimento do fitoplâncton.”, observa Müller. “Isso pode aumentar a capacidade de absorção de CO2 do oceano, incluindo o de origem antropogênica”.
A pesquisa foi orientada pelos professores Frederico Brandini, do IO, e Gustaaf Hallengraeff, da Universidade da Tasmânia. O estudo teve apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), por meio do programa Ciência sem Fronteiras, e do Australian Research Council (ARC). Os resultados dos experimentos são descritos em artigo publicado pela revista científica The ISME Journal, editada pela International Society for Microbial Ecology (ISME), e que integra o Nature Publishing Group, sediado no Reino Unido.


Fonte: Jornal da USP - por   - 27.04.2017

Visita dos Navios da Marinha de Guerra do Brasil em Santos

14:52

Os navios: Fragata Constituição (F42), Fragata Independência (F44), Fragata Rademaker (F49), Corveta Barroso (V34) e Navio-Tanque Almirante Gastão Motta (G23). atracarão na próxima sexta-feira (17), no cais da Marinha em Santos
A visitação pública ocorrerá sábado (18) e domingo (20), das 14 h ao pôr do sol. O cais da Marinha fica na avenida perimetral s/n, próximo ao canal 4. A entrada é franca. Os navios da Esquadra Brasileira estão participando da Operação Aderex I, na área marítima compreendida entre o Rio de Janeiro e Santos e foi programada a visita ao Porto de Santos para abastecimento, descanso da Tripulação e treinamentos com os navios atracados. Durante a Operação, serão realizados exercícios com submarinos e helicópteros, envolvendo trânsito com oposição de submarinos e de superfície e ação de presença nas Bacias de Campos e Santos, dentre outros. Contarão, ainda, com a participação de aviões AF-1 da Marinha do Brasil e P-3AM da Força Aérea Brasileira.

Informação das Embarcações:

A Fragata Constituição (F - 42) é uma fragata da Classe Niterói, da Marinha do Brasil.
Fruto do "Programa de Renovação e Ampliação de Meios Flutuantes" da Marinha, concebido na década de 1970, que previa a construção de seis fragatas da Classe Niterói, foi a terceira a ser iniciada.
Construída nos estaleiros Vosper-Tornicroft Ltd., na Inglaterra, em 1974, o seu batimento de quilha ocorreu a 13 de março. Foi lançada ao mar a 15 de abril de 1976, e, a incorporada à armada em 31 de março de 1978.
A embarcação utiliza "Urso" como lema.
O navio esteve envolvido no resgate dos corpos e destroços do voo AF 447, junto com outras embarcações da Marinha Brasileira.


A Fragata Independência (F-44) é uma fragata da classe Niterói, da Marinha do Brasil.
Foi a quinta de sua classe a ser construída, a primeira no país, tendo sido incorporada à Armada em 3 de setembro de 1979.
Totalmente construída no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, seguiu o mesmo padrão do projeto original das demais de sua classe, das quais as quatro primeiras construídas







Fragata Rademaker (F-49) é uma fragata da Classe Greenhalgh, da Marinha do Brasil.
Esta é um dos quatro navios Classe fragatas Type 22 adquiridas da Marinha Real Britânica, aonde era designado como HMS Battleaxe.






A Corveta Barroso (V-34) é uma corveta da Classe de mesmo nome da Marinha do Brasil.
Cv Barroso (V-34) primeiro teste de máquinas em Baia da Guanabara - abril de 2008

O Navio Tanque Almirante Gastão Motta (G-23) é uma embarcação da Marinha do Brasil que exerce a função de navio tanque.
Primeira embarcação a ostentar esse nome na Armada Brasileira, a sua construção foi ordenada a 15 de dezembro de 1987, para substituir o NT Marajó (G-27) e o Navio de Apoio Logístico Almirante Gastão Motta (G29) (ex-NM Itatinga, do Lloyd Brasileiro), que teve a sua conversão para uso naval cancelada, sendo vendido em 1987.
Com projeto desenvolvido a partir de requisitos definidos pela Marinha, foi construído pelo estaleiro Ishikawajima do Brasil Estaleiros S/A (ISHIBRAS), no Rio de Janeiro, com elevado nível de nacionalização. Teve a sua quilha batida a 11 de dezembro de 1989, sendo lançado ao mar e batizado em 1 de junho de 1990. Após concluir as provas de mar, foi submetido a Mostra de Armamento e incorporado à Armada em 26 de novembro de 1991








Posse do CONAPRA para o biênio 2017 /2018

18:51

“A Praticagem do Brasil permanece no rumo certo”- Gustavo Martins





 Foi reeleito à presidência do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra) Gustavo Martins e no dia 9 fevereiro, no Rio de Janeiro, no Clube Naval Piraquê a posse da nova diretoria da entidade. 
A frente do Conapra no biênio de 2017/2018 serão os diretores: Marcus Vinícius Carneiro Gondim, Vitor Cabral Turra, João Bosco de Brito Vasconcelos e Porthos Augusto de Lima Filho, além dos conselheiros fiscais Alexandre Koji Takimoto, Everton Schmidt e Johann Hutzler.


Confira a entrevista concedida ao Programa Amigos do Mar, pelo presidente do CONAPRA - Gustavo Martins

Tradições Navais: uniforme e acessórios

21:44

UNIFORMES

Os oficiais, suboficiais e sargentos usam uniformes do mesmo feitio para o serviço ou para os trabalhos a bordo. São do tipo paletó, ou dóimã, e calça, ou somente camisa e calça. Na cabeça usa-se o boné. Os oficiais e suboficiais, para distinção, usam galões nas platinas colocadas nos ombros dos uniformes brancos, galões nos punhos do uniforme azul e distintivos na gola do uniforme cinza de manga curta (caqui para os Fuzileiros Navais). Os sargentos, cabos e marinheiros cursados usam sempre, para distinção de graduação, divisas nos braços. Os marinheiros-recrutas, aprendizes e grumetes não usam divisas.
As platinas são presas sobre os ombros dos uniformes como acessório, sendo reminiscências de antigas tiras de couro usados nos uniformes para fixar os talabardes (boldriés). São de origem francesa.
Os galões dos oficiais são listras douradas. No Corpo da Armada, a mais alta no punho é terminada por uma volta. Conta a tradição que é uma reminiscência da volta que o Almirante Nelson, oficial inglês, levava em um pequeno cabo amarrado à manga de seu dólmã para sustentá-la em um botão, quando, após perder o braço, subiu ao convés pela primeira vez. As marinhas que tiveram origem e contatos com a Marinha britânica conservam o símbolo.
Os cabos e marinheiros usam uniformes, brancos ou azuis, de gola, e na cabeça, bonés sem pala. Os de trabalho são de cor mescla, com chapéus redondos
típicos, de cor branca, chamados caxangá.
O uniforme típico de marinheiro é universal. Suas características são, principalmente, o lenço preto ao pescoço e a gola azul com três listras.
O lenço teve sua origem na artilharia dos tempos antigos da marinha a vela. Os marujos usavam um lenço na testa durante os combates, amarrado atrás da cabeça. Esse procedimento evitava que o suor, misturado à graxa e mesmo à pólvora das peças de tiro, lhes caísse nos olhos. Ao findar o combate, os marinheiros regulares giravam o lenço e o amarravam ao pescoço, com o nó para frente. Hoje, simbolicamente, o lenço é colocado em tomo do pescoço.
Sua cor preta, diferentemente do que muitos dizem, não é originada em sinal de luto pela morte de Nelson, pois era usado pelos marinheiros, com essa cor, bem antes disso, embora, naquele evento, tenham retirado o lenço característico do pescoço e o colocado no braço.
A gola do marinheiro é bastante antiga. Era usada para proteger a roupa das substâncias gordurosas com que os marujos untavam o "rabicho" de suas cabeleiras. O uso do rabicho desapareceu, mas, a gola permaneceu, como parte característica do uniforme. A cor azul é adotada por quase todas as marinhas do mundo.
As três listas da gola são reminiscência do costume antigo de se indicar, por meio de fitas, presas ao pelerine (capa utilizada sobre os ombros), o tempo de serviço do embarcado.


Os fuzileiros navais também trazem em seus uniformes simbolismo e tradição.

ACESSÓRIOS:

O GORRO
O gorro de fita, de origem escocesa, é uma das tradições que são incorporadas, permanecem e ganham legitimidade. Foi idéia, em 1890, de um comandante do Batalhão Naval, de ascendência britânica. O gorro foi bem aceito e, hoje, caracteriza de forma ímpar o uniforme dos marinheiros de terra, soldados do mar, que são os fuzileiros navais.
O APITO
Os principais eventos da rotina de bordo são ordenados por toques de apito, utilizando-se, para isso, de um apito especial: o apito do marinheiro. O apito serve, também, para chamadas de quem exerce funções específicas ou para alguns eventos que envolvam pequena parte da tripulação. Ele tem sido, ao longo dos tempos, uma das peças mais características do equipamento de uso pessoal da gente de bordo. Os gregos e os romanos já o usavam para fazer a marcação do ritmo dos movimentos de remo nas galés.
Com o passar dos anos, o apito se tornou uma espécie de distintivo de autoridade e mesmo de honra. Na Inglaterra, o Lord High Admirai usava um apito de ouro ao pescoço, preso por uma corrente; um apito de prata era usado pêlos Oficiais em Comando, como "Apito de Comando". Eram levados tais símbolos em tanta consideração que, em combate, um oficial que usasse um apito preferia jogá-lo ao mar a deixá-lo cair em mãos inimigas.
O apito, hoje, continua preso ao pescoço por um cadarço de tecido e tem utilização para os toques de rotina e comando de manobras.
As fainas de bordo, ainda hoje, em especial as manobras que exigem coordenação e ordens contínuas de um Mestre ou Contramestre, são conduzidas somente com toques de apito. Fazê-lo aos gritos denota pouca qualidade marinheira do dirigente da faina e sua equipe.
O Oficial de Serviço utiliza um apito, que não é o tradicional, e serve para cumprimentar ou responder a cumprimentos dos cerimoniais (honras de passagem) de navios ou lanchas com autoridades que passam ao largo; mas, o cadarço que o prende ao pescoço mantém-se como parte do símbolo tradicional.

Os toques de apitos estão grupados, por tipos, em toques de: Continência e Cerimonial, Fainas, Pessoal Subalterno, Divisões e Manobras

A Hierarquia da Marinha Mercante

14:40

As Escolas responsáveis pela formação de pessoal da Marinha Mercante funcionam nos Centros de Instrução Almirante Graça Aranha, no Rio de Janeiro, e Almirante Braz de Aguiar, em Belém.
Esses estabelecimentos pertencem à Marinha do Brasil, assim como as Capitanias dos Portos, suas Delegacias e Agências, que ministram o Ensino Profissional Marítimo, capacitando profissionais para exercerem atividades a bordo de embarcação marítimas e fluviais.
HIERARQUIA DOS OFICIAIS DE CONVÉS:
- Capitão de Longo Curso
- Capitão de Cabotagem
- 1º Oficial de Náutica
- 2° Oficial de Náutica 

 HIERARQUIA DOS OFICIAIS DE MÁQUINAS:
- Oficial Superior de Máquinas
- 1° Oficial de Máquinas
- 2° Oficial de Máquinas

Praticagem de São Paulo: estimulando o turismo da região com a vinda de mais navios de passageiros

21:18

“Pretendemos, com essa ação, contribuir para atrair mais navios de cruzeiro para os portos de Santos e São Sebastião, estimulando o turismo na região”, observou o presidente da Praticagem de São Paulo, Cláudio Paulino Costa Rodrigues.


Com o objetivo de incentivar o turismo nas regiões de Santos, São Sebastião e Ilha Bela, a CLIA BRASIL (Cruise Lines International Association) e a Praticagem de São Paulo assinaram nesta quinta-feira (08/12), acordo inédito que prevê uma tabela específica para a remuneração dos serviços de Praticagem para navios de passageiros, com descontos progressivos. Resultado de dois anos de negociação, a nova tabela terá vigência inicial de cinco temporadas. O preço passa a ser calculado com base no número de escalas da empresa de cruzeiros: quanto maior for o número de escalas em Santos e São Sebastião, maior será o desconto.

Até agora, os serviços de Praticagem no estado de São Paulo eram remunerados de acordo com tabela negociada com o Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar). O novo acordo proporciona uma redução de 26% nos preços da temporada 2016/2017. É a primeira vez, no Brasil, que a CLIA BRASIL e a Praticagem assinam proposta específica para navios de passageiros. 

TEMPORADA 2016/2017


A temporada de Cruzeiros Marítimos 2016/2017 teve início no dia 21 de novembro e contará com sete navios no litoral do País até 18 de abril de 2017.
As embarcações navegarão por 13 destinos no Brasil (Santos, Rio de Janeiro, Búzios, Salvador, Ilha Grande, Ilhabela, Ilhéus, Recife, Maceió, Angra dos Reis, Porto Belo, Cabo Frio, e Fortaleza), e por outros 13 locais em países da América do Sul: Argentina (Buenos Aires, Ushuaia, e Puerto Madryn); Chile (Cabo Horn, Chacabuco, Puerto Montt, Punta Arenas, Valparaiso, Chilean Fjords, e Estreito de Magalhães); Uruguai (Montevidéu e Punta del Este); e Port Stanley (nas Ilhas Malvinas), oferecendo sempre atrações inesquecíveis a bordo e o máximo de conforto, além das escalas nessas lindas cidades.
Os roteiros terão duração mínima de três noites e máxima de vinte noites. A expectativa da CLIA BRASIL (Cruise Lines International Association) é de que 381.694 cruzeiristas aproveitem 108 roteiros de viagens.
PRATICAGEM
A Praticagem de São Paulo é responsável pelas manobras dos navios que entram e saem dos portos de Santos e São Sebastião. Trabalha sem interrupção, 24 horas por dia, 365 dias por ano. Com o objetivo de garantir agilidade do tráfego com o máximo de segurança e para ampliar os limites impostos pelas condições geográficas do porto, realiza altos investimentos em treinamento e tecnologia. Só o Centro de Comunicações, Coordenação e Operação de Tráfego (C3OT) já consumiu mais de R$ 10 milhões, incluindo o sistema ReDraft, calado em tempo real, desenvolvido especificamente para a Praticagem.
Além do C3OT, conta também com estaleiro próprio, 18 embarcações, e infraestrutura de apoio com mais de 100 funcionários.

CLIA BRASIL
Comemorando seu 40º aniversário em 2015, a Cruise Lines Internacional Association (CLIA), é a voz unificada e principal autoridade da comunidade global de Cruzeiros Marítimos. Como a maior Associação da indústria de cruzeiros, possui 15 escritórios no mundo todo, com representação nas Américas do Norte e do Sul, Europa, Ásia e Australasia. A missão da CLIA é apoiar políticas e práticas que promovam um ambiente seguro, saudável e sustentável nos navios de Cruzeiros para os mais de 23 milhões de passageiros que viajam anualmente, bem como promover a experiência de viagem dos cruzeiros. Seus membros, comprometidos com o continuado sucesso da indústria de cruzeiros, estão compreendidos entre as linhas mais prestigiadas do mundo em Cruzeiros Marítimos, Fluviais e de Especialidades; uma comunidade de agentes de viagens altamente treinados e certificados; e outros parceiros da indústria de cruzeiros, incluindo portos, destinos, desenvolvedores de navios, fornecedores, prestadores de serviços e operadores de viagens.

PRATICAGEM DE SÃO PAULO ATINGE 100% EM PONTUALIDADE E EFICIÊNCIA, DIZ PESQUISA

09:50

A opinião é unânime: a Praticagem de São Paulo obteve 100% de satisfação na pontualidade e eficiência, conforme revela pesquisa realizada entre comandantes de navios que veem a Santos, Capitania dos Portos e pessoal de terra do porto (agências de navegação). Para 90,91% dos entrevistados, a empresa atende plenamente suas necessidades, enquanto 9,09 entendem que são atendidos em suas necessidades.


Claudio Paulino - presidente da Praticagem de São Paulo
Outro item importante medido é a confiabilidade e faltou muito pouco (0,14%) para atingir a unanimidade. Dos entrevistados, 94,04% entendem que a Praticagem atende plenamente suas necessidades e 5,42 que atende suas necessidades. “São marcas importantes e que dão a real dimensão do serviço prestado pela Praticagem nos portos de Santos e São Sebastião”, observou o presidente da Praticagem de São Paulo, Claudio Paulino.
Para ele, é o resultado do esforço constante no aperfeiçoamento da atividade, com grandes investimentos em tecnologia e capacitação profissional. “O  Centro de Coordenação, Comunicações e Operações de Tráfego (C3OT) é um dos mais modernos do mundo e fornece informações em tempo real que conferem maior segurança e eficiência nas manobras e foi um investimento próprio, realizado sem qualquer participação do governo”.
Por outro lado, há um constante aprimoramento profissional e os práticos fazem treinamento em Port Revel em que situações de risco e novos desafios – como o aumento das dimensões e as novas tecnologias dos navios – são estudadas e vencidas na prática. “Isso significa que os práticos da região estão sempre adiantados no tempo, permitindo maior eficácia na medida em que estão sempre se preparando para as mudanças que o setor de navegação implementa”, disse Claudio Paulino.
O presidente da Praticagem avalia também os outros resultados da pesquisa. “De um modo geral, o índice de satisfação atinge quase 100% em todos os itens, com margem muito pequena de insatisfação”. Isso, em sua opinião, deve conduzir os esforços da Praticagem no sentido de manter os índices e melhorar os que podem ser melhorados.

PESQUISA – Essa pesquisa de satisfação é realizada anualmente e atende os requisitos de avaliação do Iso 9001, certificado pioneiro nas Américas obtido pela Praticagem de São Paulo. Durante os meses de maio e junho e um questionário é entregue aos comandantes de navios que operam no porto e às autoridades marítimas e portuárias, agentes marítimos e operadores portuários. Cerca de 200 comandantes de navios responderam a consulta deste ano.
Na avaliação geral dos serviços prestados, 84,94% dos entrevistados consideram que a Praticagem atendem plenamente suas necessidades, 13,9% atende suas necessidades, 1,02 atende parcialmente e 0,14 atende algumas de suas necessidades. Outro item pesquisado foi a eficácia no atendimento, compreendendo presteza, agilidade e eficiência nas consultas. Enquanto 76,32% são de opinião de que a Praticagem atende plenamente suas necessidades, 18,42% informam que atende as necessidades e 5,26% revelam que atende parcialmente.