Navio Oceanográfico “Alpha Crucis” pronto para atuar na Década dos Oceanos e comemorar os 75 anos de fundação do IOUSP.

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        Navio Oceanográfico “Alpha Crucis”  Instituto Oceanográfico da USP – Equipamento Multiusuário  do Programa EMU/FAPESP,  está  pronto para atuar na Década dos Oceanos e comemorar os 75 anos de fundação do IOUSP.

O Navio Oceanográfico Alpha Crucis do Instituto Oceanográfico da USP, adquirido no âmbito do Programa de Equipamentos Multiusuários da FAPESP e inaugurado em 20/05/2012, desde sua chegada, tem atendido diversos projetos de Pesquisa.

Navio Oceanográfico “Alpha Crucis” com seus 64 m de comprimento e 11m de largura, deixa o estaleiro no Guarujá no dia 14 de Janeiro (2021), após ter sido feita a sua manutenção geral periódica. A manutenção de rotina dessa embarcação é realizada para que sejam vistoriados e realizados diferentes serviços como hidrojateamento do casco, costado, borda falsa, vistoria e substituição de chapas, pinturas do caso e de marcas e símbolos do casco, vistoria e substituição dos anôdos de zinco, pintura de convés, remoção e limpeza de caixas de mar, manutenção de sistema de propulsão, hidrojateamento e pintura de tanque de lastro, revisão de válvulas, entre outros.  Trabalho de grande monta que assegura boas condições a esse importante equipamento de Ensino e Pesquisa, o qual presta importantes serviços ao desenvolvimento da ciência, contribui à soberania nacional e ao conhecimento global dos oceanos.

Este ano em que o Instituto Oceanográfico completa seus 75 anos de fundação e que o mundo volta o olhar  aos oceanos no início da “Década dos Oceanos (2021-2030)” declarada pela ONU, as Ciências do Mar e a Sustentabilidade ganham visibilidade e a Oceanografia merece um destaque.

O Navio constitui um dos equipamentos mais importantes para o Ensino e Pesquisa nas regiões costeira e oceânica. Assim, manter uma embarcação operacional é uma missão essencial que deve ser planejada e estruturada, de modo que uma rotina de revisão deve ser estabelecida para que estes tipos de equipamentos busquem mecanismos de auto-sustentabilidade utilizando recursos das pesquisas e da prestação de serviço, como é feito com outros equipamentos de ampla demanda pela comunidade  acadêmica e científica, bem como,  é necessário que sejam planejadas ações constantes de modernização e  de substituição das próprias embarcações com o tempo.

Fonte: Professora Doutora Elisabete de Santis Braga da Graça Saraiva - IOUSP

 


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