Práticos e armadores internacionais fazem acordo visando segurança marítima

14:06

O Conselho Nacional de Praticagem (Conapra) e a Federação Nacional de Práticos (Fenapraticos) acabam de assinar acordo de cooperação internacional para garantir mais transparência, segurança e eficiência nos portos no que diz respeito às operações de atracar e desatracar navios. Apesar do serviço no Brasil ser um dos mais seguros do mundo, com um percentual de apenas 0,002% em número de acidentes, o acordo internacional legitima o serviço brasileiro e pode contribuir para  o fortalecimento do setor, segundo o presidente do Conapra, Ricardo Falcão.
O acordo foi assinado nesta sexta-feira (09/05), em Nova York, entre as duas entidades representativas dos práticos brasileiros e a Associação Internacional de Armadores Independentes de Petroleiros (Intertanko) que tem como um de seus participantes, a Petrobras, e que reúne mais de 14 mil navios associados. Para Falcão, embora um pequeno grupo de armadores tente reduzir a importância do trabalho da Praticagem do Brasil, um acordo de tal relevância deixa clara a importância desse serviço essencial e o respeito de que gozam os práticos brasileiros à nível mundial. 
Pelo acordo, os signatários assumem compromissos mútuos de comprometimento com o meio ambiente no transporte de óleo, gás e produtos químicos, além de compartilhar e uniformizar informações nas áreas de operação marítima e técnicas de interesses comuns.

“O ponto-chave do acordo é promover a segurança marítima e de navegação nas zonas de praticagem, desta maneira ajudando a prover a proteção da vida e da propriedade, a prevenção dos danos para o meio ambiente marítimo assim como de bens vitais para a economia das nações”, disse Ricardo Falcão.

O presidente do Conapra lembrou, que agora em 2014 fazem 25 anos do acidente do Exxon Valdez, um dos mais emblemáticos vazamentos de petróleo da história no mundo e que exigiu uma reflexão de toda a indústria na revisão de procedimentos. "Para nós, o acordo reforça ainda mais o empenho da praticagem brasileira para garantir segurança nos portos e suas vias de acesso e o desenvolvimento sustentado de nosso país”, afirmou.

Fonte:  Conexão Marítima


MPA distribui gratuitamente, até 15 de maio, equipamento que dá mais segurança a embarcações lagosteiras

17:00



O governo federal, através do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), quer aumentar a segurança das embarcações, entre 10 e 15 metros de comprimento, dedicadas à pesca da lagosta e, por isso, está entregando, gratuitamente, aos seus proprietários, até o próximo dia 15 de maio, um novo e moderno equipamento de rastreamento que permite a localização da embarcação caso ela tenha problemas em alto mar.
O equipamento, que inclui uma antena, é um dispositivo de uso obrigatório. Ele permite que a embarcação seja localizada por satélite. Se houver algo grave ocorrendo na embarcação, como alguém em risco de morte, o equipamento permitirá um socorro mais rápido e efetivo.
A iniciativa do MPA está sendo realizada como parte do Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras por Satélite (PREPS). O programa, além da segurança das embarcações, é voltado para o monitoramento e o controle da atividade pesqueira.
Atualmente, existem cerca de 480 embarcações entre 10 e 15 metros de comprimento registradas no MPA dedicadas à captura da lagosta.  Para receber o equipamento, os proprietários deverão se dirigir à superintendência federal da Pesca e Aquicultura de seu estado. A previsão do MPA é de que os equipamentos sejam instalados nas embarcações, também de forma gratuita, até antes do fim do defeso da espécie, que termina ao final de maio. Assim, a pescaria, que precisa de licença do MPA,  poderá ser iniciada a partir de junho deste ano.
A pesca da lagosta, com embarcações tendo as características descritas acima, ocorre atualmente em oito estados das regiões Norte e Nordeste: Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pará, Pernambuco, Piauí, Bahia e Alagoas. A captura, com menor intensidade, ocorre ainda no Espírito Santo.
28.04.2014 Fonte:Ministério da Pesca e Aquicultura/Portal Brasil

Fundação da Poli-SP assinou acordo com Amazul para participar do programa nuclear da Marinha

16:22

FDTE volta a trabalhar com a Marinha,

 que está desenvolvendo 

o primeiro submarino de propulsão nuclear 



A Amazul - Amazônia Azul Tecnologias de Defesa SA assinou nesta sexta-feira, 17/3,  protocolo de intenções com a FDTE – Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia, ligada à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli), para formação de parcerias, intercâmbio de informações, convênios e acordos de cooperação técnico-científica dentro das áreas de atuação das duas instituições. A Amazul foi criada em 2013 com o objetivo de promover, desenvolver, transferir e manter tecnologias sensíveis às atividades do Programa Nuclear da Marinha (PNM), do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) e do Programa Nuclear Brasileiro (PNB). A missão primordial da empresa é viabilizar o desenvolvimento do submarino de propulsão nuclear, tecnologia imprescindível para que o País exerça a soberania plena sobre as águas jurisdicionais brasileiras. Para executar seus projetos e oferecer serviços tecnológicos, a Amazul retém, atrai e capacita recursos humanos de alto nível.  

Independência tecnológica
Desde 1979, a Marinha do Brasil desenvolve seu Programa Nuclear, cujo propósito é dominar a tecnologia necessária ao projeto e construção de um submarino com propulsão nuclear. O principal objetivo do programa, desenvolvido pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), é estabelecer a competência técnica nacional para projetar, construir, comissionar, operar e manter reatores do tipo Reator de Água Pressurizada – “Pressurized Water Reactor” (PWR) ­– e produzir o seu combustível. A tecnologia será empregada na geração de energia elétrica, quer para iluminar uma cidade, quer para propulsão naval de submarinos.
        A Amazul participa dos projetos do CTMSP, como o Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene), que está sendo construído em Aramar, no município Iperó (SP). O Labgene será utilizado para validar as condições de projeto e ensaiar todas as condições de operação possíveis para uma instalação de propulsão nuclear, atuando como um protótipo em terra da propulsão do futuro submarino nuclear brasileiro.
Outros projetos estratégicos têm o apoio da Amazul, como o enriquecimento e conversão de urânio e a produção de materiais nucleares.
A Amazul também participa dos projetos a cargo da Cogesn – Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, como o Estaleiro e Base Naval de Itajaí (RJ), a construção de submarinos convencionais da classe Scorpène e o próprio submarino nuclear.
Na área do Programa Nuclear Brasileiro, a Amazul cooperará com o desenvolvimento de projetos da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Eletronuclear, Indústrias Nucleares Brasileiras (INB) e Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep). Um dos projetos, a cargo da Cnen, é o desenvolvimento do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), equipamento voltado à pesquisa com a finalidade de produzir radioisótopos, que são a base para os radiofármacos utilizados na medicina nuclear, e fontes radioativas usadas em aplicações na indústria, na agricultura e no meio ambiente.
       
Apoio ao desenvolvimento

        A Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE) foi instituída em 1º de dezembro de 1972, com o objetivo de promover o desenvolvimento tecnológico do Brasil. A ideia partiu de um grupo de professores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (POLI) que sentiram a necessidade de fundar uma instituição privada para realizar os projetos de pesquisa e desenvolvimento que surgiam naquela época.
A FDTE tem importância histórica para a expansão industrial do país. A referência da entidade no mercado se dá por sua capacidade em atender e satisfazer as necessidades de seus clientes, assim como pelos procedimentos adotados para que isso aconteça da melhor forma, com benefícios a todos.
A instituição é reconhecida pela importante contribuição que tem dado ao país nas questões ligadas ao seu desenvolvimento. Grandes feitos contribuíram para esse reconhecimento. Nasceu do Laboratório de Sistemas Digitais o histórico "Patinho Feio", como foi chamado o primeiro computador brasileiro construído em 1972. Com o patrocínio da Marinha Nacional, foi desenvolvido o G10, que se tornou o segundo computador genuinamente brasileiro, também criado pela FDTE. Entre os resultados do projeto, surgiram profissionais capacitados, diversas ramificações na difusão do conhecimento e empresas nacionais para atuarem no setor.
Além da parte de projetos, a FDTE tem prestado serviços para o Brasil por meio da qualificação de estudantes e profissionais de engenharia. A colaboração da FDTE para as instituições de ensino superior, desde sua criação, tem significativo impacto, tanto para o ensino e o professor quanto para o aprendizado e o aluno. Entre os benefícios, permitiu a fixação do professor-engenheiro na universidade, o que, mesmo com a atuação desse profissional no mercado, evita o esvaziamento do corpo de professores de disciplinas aplicadas.
       

A nobre tarefa de zelar pelos interesses do Brasil no mar.

19:16

Rio de Janeiro, 17 de fevereiro de 2014.

Marinha do Brasil realiza

Operação “Amazônia Azul”

Tem início, a Operação “Amazônia Azul”.
Realizada pela Marinha do Brasil (MB), sob a coordenação do Comando de Operações Navais, a operação tem como objetivos principais: intensificar a fiscalização do cumprimento de leis e regulamentos e reprimir ilícitos de toda ordem nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB), além de servir como preparação para a atuação da Força Naval na Copa do Mundo FIFA 2014.
Para sua execução está previsto o maior emprego simultâneo de meios e tropas pertencentes à Marinha do Brasil já realizado nas AJB. 
Participam da Operação cerca de 30 mil militares, 60 navios, 15 aeronaves e diversas embarcações das Capitanias dos Portos, distribuídos por todo litoral nacional além das águas interiores. A Operação conta ainda com a colaboração e participação de outras instituições como a Força Aérea Brasileira, o Departamento de Polícia Federal, a Secretaria de Receita Federal, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, a PETROBRAS e a TRANSPETRO.
Durante a operação, os navios e embarcações da Marinha realizarão ações de patrulha e de inspeção naval na Amazônia Azul, rios e lagos brasileiros. Os Fuzileiros Navais atuarão na defesa de portos, terminais petrolíferos de interesse e plataformas de petróleo.
O nome atribuído à Operação – Amazônia Azul – deve-se à importância que a Marinha do Brasil
confere a esta imensa região marítima, situada na fronteira leste do Brasil, cuja a área e potenciais estratégico e econômico assemelham-se ao da Amazônia verde, e pela qual todos os brasileiros têm a obrigação de zelar e proteger.
Pela Amazônia Azul circulam 95% do nosso comércio exterior e dela extraímos aproximadamente 90% da produção de petróleo. Da mesma forma, a pesca e a presença de nódulos polimetálicos constituem outras fartas riquezas da Amazônia Azul. Não obstante este rico patrimônio brasileiro, as ilhas de Trindade, Fernando de Noronha e o Arquipélago de São Pedro e São Paulo constituem importante fator estratégico de nossa Nação, a ser considerado e preservado.
Assim, a Marinha do Brasil  espera, com a realização da Operação Amazônia Azul, manter seus
navios, marinheiros e fuzileiros navais aprestados na nobre tarefa de zelar pelos interesses do
Brasil no mar.

Fonte: CCSM




Documento enviado à Comissão rebate a fórmula de cálculo da CNAP, que desconsidera as diferenças entre os portos brasileiros, a infraestrutura e os investimentos feitos pelas entidades de praticagem.

12:17


Confirma ainda que redução do preço não será repassada ao frete e só vai beneficiar os armadores internacionais.

A Praticagem de São Paulo encaminhou nesta quinta-feira, dia 30, à Comissão Nacional de Assuntos da Praticagem (CNAP), documento em que contesta a regulação do preço da atividade imposta pela CNAP e submetida à consulta pública.


A entidade entende que a metodologia usada está contaminada pela ilegalidade, pelo claro favorecimento a uma as partes envolvidas (os armadores) e pela falta de transparência e publicidade. Estranha ainda que, embora tenha recebido reiterados convites, a Comissão não visitou nenhuma zona de praticagem no Brasil, baseando sua “fórmula mágica” em uma “cesta de portos” dos Estados Unidos. Não levou em conta as dimensões do Brasil e as especificidades de cada zona portuária. 



Em entrevista coletiva à imprensa, Paulo Sérgio Barbosa, presidente da Praticagem de São Paulo, disse que ainda há tempo para a CNAP repensar e recomeçar um processo efetivamente técnico e isento. “Estamos, como sempre estivemos, abertos ao diálogo”.
Se adotado, o tabelamento da CNAP irá reduzir de 60% a 87% o faturamento do serviço. Isto acarretará inevitavelmente a queda da qualidade e eficiência e a elevação dos riscos inerentes à salvaguarda da vida humana, à segurança da navegação e à proteção do meio ambiente. Além disso, representa um sério risco de inviabilizar o funcionamento das diversas sociedades de praticagem, que “têm compromissos e investimentos pautados pela receita sob a qual se estruturaram”, podendo levá-las à insolvência.
A redução da receita refletirá ainda na queda de arrecadação dos governos federal, estaduais e municipais. As praticagens, que hoje são responsáveis por 12.000 empregos diretos e indiretos, terão de passar por uma readequação que levará ao desemprego de milhares de chefes de família .


Preços 
Segundo exposto por Barbosa, a FGV já determinou que o preço da praticagem representa 0,18% das despesas dos exportadores e importadores e representantes dos usuários dos Portos do Rio de Janeiro entendem que a redução proposta pela CNAP só irá beneficiar os armadores internacionais, que não repassarão os descontos ao seu cliente, o dono da carga. O documento da Praticagem de São Paulo ressalta que estudos elaborados em 2013 pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação, tendo como base dados oficiais do próprio Governo Federal, deixam absolutamente transparente a pequena influência dos valores do serviço de praticagem nos custos portuários.
“Esses dados atestam o poder dominante dos armadores internacionais ao demonstrar que, entre 2009 e 2013, enquanto os custos portuários variaram apenas 27% (em US$), os fretes marítimos tiveram aumento de 82% (em US$). Interessante notar, também, que, enquanto os custos portuários tiveram a variação média no período de 27%, a Praticagem, especificamente, foi um dos que tiveram menor variação, apenas 22,6%”.
O documento ressalta que “as notícias veiculadas pela mídia, de que os preços de praticagem no Brasil estariam entre os mais caros do mundo e que representariam um pesado óbice para o comércio exterior brasileiro são absolutamente falsas, provavelmente inoculadas pelas grandes empresas de navegação estrangeiras interessadas em desestruturar o serviço de praticagem brasileiro e submetê-lo ao seu controle”.
Para a Praticagem de São Paulo, a independência funcional, sem vínculos de subordinação a empresas de navegação ou a interesses outros que não a segurança da navegação com certeza é a causa real dos ataques que são desferidos contra o serviço de praticagem. “Grupos estrangeiros de perfil invasivo que atuam sem a devida autorização oficial não aceitam que profissionais brasileiros qualificados e independentes, sob a fiscalização da Autoridade Marítima Brasileira, façam cumprir rigorosamente as normas de segurança, em detrimento de eventuais lucros que poderiam ser gerados pela quebra dessas mesmas normas”, afirma. “Os práticos, muitas vezes, têm de contrariar interesses comerciais e econômicos, na defesa da segurança do porto, das pessoas e do meio-ambiente, enfim, em defes a da comunidade a que servem.”
Barbosa lembra que esse processo de dominação da praticagem foi iniciado pelo ex-senador Demóstenes Torres, que apresentou projeto no sentido de se eliminar todas as exigências para a formação e seleção dos práticos, que são realizadas pela Autoridade Maritíma. “Parece que o processo de desmonte das praticagens, que tantos malefícios trará ao País, está se completando com a atuação da CNAP”, adverte o presidente da Praticagem de São Paulo. “Espero que o bom-senso prevaleça e a metodologia imposta pela CNAP seja revista com base na realidade brasileira e em aspectos efetivamente técnico-marítimos”, conclui Paulo Barbosa.

Oportunidade de trabalhar na construção do primeiro submarino nuclear brasileiro

16:33


 Amazul abre concurso para contratar técnicos de

 Projetos Navais e outros profissionais



São Paulo – 24/1/2014 – Estão abertas até o dia 23 de fevereiro de 2014 as inscrições do concurso público para a seleção de 280 profissionais para a Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. (Amazul) – empresa pública vinculada ao Ministério da Defesa.
Do total das vagas, distribuídas em dois editais, 44 são para candidatos que possuam o nível fundamental e 236 para o médio/técnico. Os aprovados serão contratados sob o regime jurídico celetista. Os salários variam entre R$ 1.300,00 e R$ 2.868,00, de acordo com os cargos.

        No primeiro edital são oferecidas 234 vagas (sendo 26 para nível fundamental e 208 para médio/técnico) para os postos de: técnico de eletricidade/eletrotécnica; técnico de mecatrônica; técnico de mecânica; técnico de qualidade; inspetor de soldagem; técnico de química/alimentação; técnico de operação de processos; técnico de radioproteção; técnico de segurança do trabalho; técnico de edificações; técnico de eletrônica/instrumentação; técnico de cerâmica/metalurgia; técnico operador de reator nuclear; técnico operador de subestação; desenhista projetista de instrumentação e controle; desenhista projetista mecânico; desenhista projetista de arquitetura naval; desenhista projetista de eletricidade; técnico de informática; técnico de enfermagem do trabalho; assistente administrativo; operador de equipamentos móveis; almoxarife; técnico de planejamento e controle; e técnico industrial - estruturas e técnico de contabilidade.
No segundo, são ofertadas 46 vagas (18 vagas de nível fundamental e 28 de médio/técnico). Os postos são para bombeiro; bombeiro - motorista; técnico industrial – estruturas; técnico de operação de processos; técnico desenhista; técnico operador de Maq. CNC – Torno; e desenhista projetista de eletricidade.
As inscrições para o concurso devem ser feitas até as 23h59 do dia 23 de fevereiro, exclusivamente pela internet, no endereço eletrônico do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (www.ibfc.org.br), onde o candidato também pode obter o boleto bancário. No ato da inscrição, o candidato deve optar entre as cidades do Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Sorocaba (SP) para realização das provas, além de escolher o local das vagas disponíveis para o exercício do cargo.A previsão é que as provas sejam realizadas no dia 23 de março. Todos os candidatos serão submetidos a provas de Língua Portuguesa e de Matemática e, dependendo do cargo disputado, de Língua Inglesa e Conhecimentos Gerais.

Confira o video  https://vimeo.com/album/2467450/video/70045661

SUBMARINO DE PROPULSÃO NUCLEAR E A SOBERANIA

 por Vice-Almirante Liseo Zampronio

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A empresa
A Amazul tem como objetivos a promoção, o desenvolvimento, a transferência e a manutenção de tecnologias sensíveis às atividades do Programa Nuclear Brasileiro (PNB) e do Programa Nuclear da Marinha (PNM). Foi criada também para viabilizar a construção do primeiro submarino nuclear brasileiro, tecnologia imprescindível para que o Brasil exerça a soberania plena sobre as águas jurisdicionais brasileiras, nossa Amazônia Azul.
       
Contato:
Amazul – Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A.
Comunicação e Responsabilidade Social
Charles Magno Medeiros
Tel.: (11) 3815-4791 – (11) 9 8222-6895
Email: charles.magno@amazul.mar.mil.br
Edital do concurso: www.ibfc.org.br

Diretoria de Gestão de Programas Estratégicos da Marinha promove Seminário

17:30

Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul - SisGAAz
Empresas e consórcios interessados devem entregar propostas até julho deste ano


No próximo dia 17 de janeiro, a Marinha do Brasil, por meio da Diretoria de Gestão de Programas Estratégicos da Marinha (DGePEM), promove um seminário aberto à imprensa para divulgação do Pedido de Proposta do Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz). O evento será realizado a partir das 10h, na Escola de Guerra Naval (Av. Pasteur, 480, Urca, Rio de Janeiro). Após sua apresentação, o Diretor da DGePEM, Vice-Almirante Antonio Carlos Frade Carneiro, falará com a imprensa durante entrevista coletiva, a partir das 11h45.

O evento será marcado pela apresentação do Programa SisGAAz para as empresas e consórcios que poderão participar do processo de seleção, cujas propostas devem ser apresentadas até julho deste ano.


https://www.mar.mil.br/
menu_v/amazonia_azul
/amazonia_azul.htm
Uma comissão designada pela Marinha do Brasil avaliará as propostas. A implementação do SisGAAz está programada para ocorrer em quatro módulos seqüenciais – a estimativa é que o programa seja implementado em  10 anos.

Sobre o SisGAAz
O SisGAAz foi concebido  para garantir que a  riqueza existente nos mares do Brasil seja devidamente protegida. Dessa forma, o projeto tem por objetivo monitorar e controlar a imensa área conhecida como Amazônia Azul. O espaço corresponde a 4,5 milhões de quilômetros quadrados, que se estende até 350 milhas náuticas (648 km) da sua costa, e 200 milhas náuticas em torno de suas ilhas oceânicas, representando cerca de metade da área territorial do País.

Serviço:
Divulgação do Pedido de Propostas do Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul – SisGAAz
Data: 17 de janeiro de 2014, às 10h
Local: Escola de Guerra Naval (Av. Pasteur, 480, Urca, Rio de Janeiro)
Credenciamento: a partir das 08h30
Coletiva de Imprensa: às 11h45, após o seminário
Fonte: Imprensa Mariinha do Brasil


O Programa Amigos do Mar entrevistou o Almirante Moura Neto - Comandante da Marinha que na época ocupava o cargo de Operações Navais, a Amazônia Azul sempre foi a grande preocupação da Marinha do Brasil acesse esse link : http://amigosdomar.com.br/videos_amazoniaazul.html