Novos diretores tomam posse na Amazul

06:38

 


O Conselho de Administração da Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. (Amazul) elegeu os novos diretores da empresa, que assinaram o termo de posse nesta segunda-feira, 27 de junho.

O novo diretor-presidente é Newton de Almeida Costa Neto, que sucede Antonio Carlos Soares Guerreiro. Desde julho de 2020, Newton era diretor de Gestão do Conhecimento e Pessoas da Amazul, posição que passa a ser ocupada por Valter Citavicius Filho.

Carlos Alberto Matias assumiu a Diretoria Técnica, sucedendo Francisco Roberto Portella Deiana. O diretor de Administração e Finanças, contra-almirante Sergio Ricardo Machado, permanece no cargo.

A Amazul é uma empresa pública de tecnologia nuclear vinculada ao Ministério da Defesa por meio do Comando da Marinha. Seu objetivo é promover, desenvolver, transferir e manter tecnologias sensíveis às atividades do Programa Nuclear da Marinha (PNM), do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) e do Programa Nuclear Brasileiro (PNB).

Antonio Carlos Soares Guerreiro agradeceu o apoio de todos os integrantes da empresa e ressaltou que seu trabalho foi facilitado pela competência dos diretores, assessores e todos os empregados da Amazul. O novo diretor-presidente Newton de Almeida disse que os desafios são grandes, mas conta com a colaboração dos membros do Conselho de Administração, dos diretores e empregados.


Quem são os novos diretores da Amazul

Diretor-presidente: Newton de Almeida Costa Neto

Vice-almirante da reserva da Marinha do Brasil, mestre e doutor em Ciências Navais pela Escola de Guerra Naval e MBA em Gestão Internacional pelo Instituto COPPEAD-UFRJ. Na carreira naval, foi gerente do Empreendimento Modular de Obtenção da Infraestrutura para Construção e Manutenção de Submarinos na Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear (Cogesn), subchefe de Operações do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas no Ministério da Defesa e comandante do 4º Distrito Naval. Foi diretor de Gestão do Conhecimento e  Pessoas da Amazul de julho de 2020 a junho de 2022.

Diretor Técnico: Carlos Alberto Matias

Vice-almirante da reserva da Marinha do Brasil, é mestre e doutor em Ciências Navais pela Escola de Guerra Naval e MBA em Gestão Internacional pelo Instituto COPPEAD-UFRJ. Na carreira naval, foi secretário de Acompanhamento e Estudos Institucionais do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, onde atuou como coordenador do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (SIPRON). Foi comandante do 9º Distrito Naval, comandante da Força Aeronaval, vice-chefe de Assuntos Estratégicos e vice-chefe de Operações Conjuntas do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas no Ministério da Defesa.

Diretor de Gestão do Conhecimento e Pessoas: Valter Citavicius Filho

Vice-almirante da reserva da Marinha do Brasil, graduado e especializado em Mecânica pela Escola Naval e com formação na Escola de Guerra Naval e na Escola Superior de Guerra. Na carreira naval, exerceu diversos cargos: comandante do 4º Distrito Naval, diretor de Ciência e Tecnologia e diretor de Promoção Comercial, ambos do Ministério da Defesa; diretor de Assistência Social da Marinha, diretor do Pessoal Civil da Marinha, chefe de Gabinete do Diretor-Geral do Pessoal da Marinha, oficial de ligação da Marinha do Brasil com a Marinha norte-americana em Norfolk (EUA) e assessor do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República.


RICARDO FALCÃO É REELEITO PARA MAIS QUATRO ANOS NA IMPA

08:28

 

O presidente da Praticagem do Brasil, prático Ricardo Falcão, foi reconduzido para novo mandato de quatro anos à frente de uma das vice-presidências da Associação Internacional de Práticos Marítimos (IMPA).

A eleição ocorreu na terça-feira (14/6), no 25º congresso da entidade, em Cancún, no México. Simon Pelletier (Canadá) também foi reeleito presidente da IMPA. Já o vice-presidente sênior será Alvaro Moreno (Panamá), ex-vice-presidente que substitui Jean-Philippe Casanova (França). Completam as vice-presidências: Adam Roberts (Austrália), Sang-Min Goag (Coréia), André Gaillard (França) e Paul Schoneveld (Reino Unido).

Criada em 1971, a IMPA reúne associações de praticagem do mundo inteiro, sendo o Conselho Nacional de Praticagem um dos seus filiados desde 1981. O objetivo da associação é trocar experiências, buscar soluções para problemas comuns e representar os práticos na comunidade marítima mundial, especialmente na Organização Marítima Internacional (IMO), agência da ONU que regulamenta os procedimentos de segurança da navegação.

Como vice-presidente da IMPA há oito anos, Falcão acompanha as discussões no Comitê de Segurança Marítima da IMO, fórum no qual são debatidos temas relevantes para os países e seus possíveis desdobramentos em regulações internacionais.

O congresso da IMPA vai até a próxima sexta-feira. Na quinta, Ricardo Falcão será mediador de um painel de discussão sobre desenvolvimento profissional. Segurança dos práticos no embarque e desembarque, manobras com navios de grande porte, políticas governamentais e meio ambiente são outros temas em debate na programação. O secretário-geral da IMO, Kitack Lim, prestigiou a cerimônia de abertura. O anfitrião do evento é o Sindicato Nacional de Práticos de Porto.

Fonte: Praticagem do Brasil

Ricardo Falcão, foi reeleito vice-presidente da Associação Internacional de Práticos Marítimos (IMPA)

05:53


 O presidente da Praticagem do Brasil, Ricardo Falcão, foi reeleito vice-presidente da Associação Internacional de Práticos Marítimos (IMPA). A entidade representa a praticagem na comunidade marítima mundial e tem voz ativa na Organização Marítima Internacional (IMO), agência da ONU responsável pela segurança da navegação. A eleição ocorreu nesta terça-feira, no 25º congresso da IMPA, que vai até a próxima sexta, em Cancún, no México.


Simon Pelletier (Canadá) também foi reeleito presidente da IMPA. Já o vice-presidente sênior será Alvaro Moreno (Panamá), ex-vice-presidente que substitui Jean-Philippe Casanova (França). Completam as vice-presidências: Adam Roberts (Austrália), Sang-Min Goag (Coréia), André Gaillard (França) e Paul Schoneveld (Reino Unido).


Fonte: Praticagem do Brasil

Praticagem do Brasil: 214 anos de boa regulação da Marinha

11:20

 Neste 12 de junho, que marca 214 anos de praticagem regulamentada no país e 47 anos do Conselho Nacional de Praticagem, quero ressaltar o papel da Marinha do Brasil para garantir o baixíssimo índice de acidentes em nossas águas.


Desde que Dom João VI publicou o decreto de praticagem de 1808, preocupado com o risco de entrada e saída de navios após a abertura dos portos, vieram os primeiros regulamentos da Marinha emitidos às províncias do Império. Já no começo da República, houve a unificação das regras para a praticagem no Brasil, por meio de decreto assinado por Deodoro da Fonseca e pelo ministro da Marinha, Eduardo Wandenkolk. Mas um divisor de águas foi o decreto de 1961 assinado pelo ministro Angelo Nolasco de Almeida, que tornou a praticagem atividade privada transferindo toda a custosa infraestrutura necessária à prestação do serviço às associações de práticos.


Décadas se passaram e as empresas de praticagem tiveram o respaldo legal para se organizar e oferecer um serviço de primeira linha, trazendo segurança ao tráfego aquaviário e eficiência aos portos, mesmo diante das deficiências portuárias. 


Nos anos 1990, vieram novos marcos, com a atribuição na legislação do poder da Autoridade Marítima para regulamentar o serviço (Lei 9.537/1997) e da sua competência exclusiva para prover a segurança da navegação (Lei complementar 97/1999). A Marinha não se furtou e tratou das suas tarefas de maneira extremamente profissional, passando a frequentar a Organização Marítima Internacional (IMO) e montando uma representação permanente nessa que é a agência das Nações Unidas responsável por disciplinar os procedimentos no mar.


A Marinha nos trouxe o que há de mais moderno na legislação mundial. Sua regulação técnica sobre praticagem, a NORMAM-12, toma como base a Resolução A.960(23) da IMO, que fez, em 2003, recomendações sobre treinamento, certificação e procedimentos operacionais para práticos. Foi quando a agência da ONU definiu os parâmetros que o mundo deve operar, buscando: zero acidente, autonomia da praticagem dos interesses comerciais do armador, aprimoramento contínuo da proficiência do prático, limitação no número de profissionais, divisão equânime do tempo de trabalho e preservação do meio ambiente (uma preocupação da IMO desde a década de 1970). 


Como reconhece a própria resolução, os práticos desempenham um papel importante na promoção da segurança marítima e na proteção do meio ambiente marinho. E um dos pontos nevrálgicos da NORMAM-12 é a escala de rodízio única, que visa a atender a pilares que são muito caros a qualquer Estado: uma navegação sem acidentes, preservando vidas e o meio ambiente. 


Além de garantir a disponibilidade ininterrupta do serviço e assegurar que o prático não vai trabalhar demais, a ponto de comprometer a segurança, nem de menos, podendo perder experiência, a escala garante independência para que o prático tome sempre a decisão mais segura, sem pressão comercial do dono do navio, de forma a preservar comunidades indígenas, ribeirinhas, quilombolas, enfim, toda a comunidade local e a hinterlândia de uma região econômica que depende de um porto funcionando. A escala é o instrumento de controle do Estado brasileiro sobre a atividade.


A consequência de um acidente é muito danosa para a sociedade e, graças à eficácia regulatória da Marinha, somos espelho para o mundo, com um modelo que leva a alta qualidade técnica do serviço, capacitação dos práticos, investimentos da praticagem em segurança e um índice de acidentes (sem gravidade) insignificante diante das mais de 80 mil manobras realizadas anualmente. 


A praticagem da Europa só atingiu o padrão brasileiro em 2017 e a dos Estados Unidos uma vez disse que seu objetivo era chegar no nosso patamar, exatamente por esse cuidado da Marinha em estar antenada ao que acontece na IMO. O Brasil não deve a país algum em segurança da navegação. Por isso, neste 12 de junho, manifestamos todo o nosso respeito a essa grande instituição que é a Marinha do Brasil.

Ricardo Falcão, presidente da Praticagem do Brasil

Forças Armadas auxiliam população de Pernambuco

07:06

  Mais de 500 militares estão mobilizados
em diversas frentes de atuação

Desde que as fortes chuvas começaram a atingir cidades pernambucanas, em especial Jaboatão dos Guararapes, as Forças Armadas foram acionadas para prestar apoio à população afetada, integrando o Gabinete de Crise do Governo do Estado de Pernambuco. Ainda no sábado (28), a Marinha do Brasil (MB) iniciou um trabalho de resgate de vítimas ilhadas no município.

Seguindo determinação do Presidente da República, Jair Bolsonaro, o Ministério da Defesa (MD)  reforçou a atuação das Forças Armadas na região. Como parte dos esforços coordenados pelo MD, a MB atuou no resgate de moradores da Comunidade Lagoa Olho D´Água, em Candeias (PE), desabrigados por conta das fortes chuvas. Além dos resgates, militares da Marinha também atuaram na distribuição de alimentos e água mineral à população ilhada.

A partir de hoje (31), a Marinha abriu outras três frentes de atuação: o auxílio ao Corpo de Bombeiros no resgate de moradores atingidos pelos deslizamentos de terra na Comunidade dos Milagres; o apoio à Defesa Civil na instalação de lonas de proteção em áreas de risco na Comunidade de Lagoa Encantada; e a distribuição de cestas básicas à população carente, em apoio à Prefeitura, no Terminal Marítimo de Passageiros de Recife.

A MB atua nessas quatro frentes com cerca de 150 militares, 12 viaturas e 6 embarcações. Esse quantitativo foi alcançado com o deslocamento de pessoal e material a partir de Natal (RN) e João Pessoa (PB). A partir de amanhã (1º), um Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais que estava realizando uma Operação com a Marinha Francesa em Fortaleza (CE), com aproximadamente 100 militares e 9 viaturas operativas (incluindo três Carros Lagarta Anfíbios - CLANF), se deslocará para Pernambuco, a fim de apoiar as ações emergenciais.

Também foi iniciada uma campanha de doação de alimentos e roupas para atender à população atingida, que já arrecadou, até o momento, cerca de 500 quilos de material, que já estão sendo distribuídos.

As doações podem ser entregues nos seguintes endereços:

Capitania dos Portos de Pernambuco
Rua de São José, 25, Recife Antigo - PE
Escola de Aprendizes-Marinheiros de Pernambuco
Avenida Olinda Dom Helder Câmara,  Salgadinho, Olinda - PE.

Fonte|: Agencia Noticias da Marinha
 

Marina Week destaca a importância das mulheres na ciência

08:41

 Durante evento sobre o mar, será lançada a segunda edição do Prêmio Marta Vannucci, que irá reconhecer mulheres cientistas no campo das ciências do mar



São Paulo, maio de 2022 – Com o objetivo de promover, destacar e reconhecer o trabalho de cientistas brasileiras no campo das Ciências do Mar, o Prêmio Marta Vannucci para Mulheres na Ciência do Oceano chega a sua segunda edição durante a Marina Week, evento gratuito, que acontece entre os dias 1o a 5 de junho, no Memorial da América Latina, em São Paulo.

O prêmio é uma iniciativa da Cátedra da UNESCO para Sustentabilidade do Oceano, ligada ao Instituto Oceanográfico (IO) e ao Instituto de Estudos Avançados (IEA) da Universidade de São Paulo, e da Liga das Mulheres pelo Oceano, e contará com duas categorias: Cientista Inspiração e Jovem Cientista, premiando mulheres inspiradoras e jovens cientistas talentosas e promissoras no campo das Ciências do Mar.

“Mais do que reconhecer o trabalho das mulheres na ciência, que há anos apresentam importantes resultados com pesquisas e contribuem para o desenvolvimento econômico, social e cultural do nosso País, queremos motivar as novas gerações para investirem neste campo de trabalho. Essa, inclusive, é uma das propostas da Marina Week, de disseminar, incentivar e promover a ciência para a sociedade, entre outras tantas motivações que temos com este grande evento sobre o mar”, destaca Alexander Turra, organizador da Marina Week e coordenador da Cátedra Unesco.

O lançamento do prêmio acontece no dia 3 de junho, às 17h30, finalizando o terceiro dia de seminários da Marina Week 2022, evento que reúne especialistas, empresários, educadores, ambientalistas, artistas, dentre outras pessoas preocupadas com o futuro do oceano. A premiação ocorrerá em novembro de 2022.

Inspiração | A bióloga Marta Vannucci nasceu em Florença em 1921 e emigrou

para o Brasil em 1929, em função da ascensão do fascismo na Itália. Docente

do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo, foi a primeira mulher

a ingressar como membro associado da Academia Brasileira de Ciências, em

1955, tornando-se membro titular em 1966.

Interessados em fazer parte deste grande momento, com apresentações e

exposições, basta ir ao evento. Para assistir aos seminários, é necessário fazer

suas inscrições no site www.marinaweek.com.br

Serviço – Marina Week 2022

Data: 1 a 5 de junho

Horário: 9h às 22h

Local: Memorial da América Latina

Endereço: Av. Mário de Andrade, 664 - Barra Funda, São Paulo - SP


Fonte: Marina weeks

PRATICAGEM DE SP APRESENTA INVESTIMENTOS EM PROL DA PRODUTIVIDADE

07:29



Em live do Brasil Export, o diretor-superintendente da Praticagem de São Paulo, prático Hermes Bastos Filho, apresentou os critérios técnicos da entidade para fazer a gestão de tráfego no Porto de Santos, assim como os investimentos que realizam para compensar desafios naturais e deficiências estruturais no complexo portuário, aumentando a eficiência das operações.

O diretor lembrou que Santos é um porto estuarino e complexo, dado o seu desenho sinuoso, as suas restrições de largura e profundidade e o grande movimento de navios, alguns transportando cargas perigosas que impedem o cruzamento de embarcações.

Desde 2019, a praticagem tem uma parceria com a Autoridade Portuária para gerir essa intensa movimentação, com base em parâmetros como disponibilidade do canal de navegação, situação da maré real em relação à tabulada, altura e período das ondas (importante para navios com mais de 300 metros de comprimento e 46 metros de boca), oferta de amarradores e rebocadores com tração adequada e tempo de chamada para recebimento do prático.

– Para priorizar as demandas no maior porto do Brasil, nós não olhamos o agente marítimo e o terminal, apenas o navio e as restrições que se impõem para ele – ressaltou Hermes.

Com o crescimento das embarcações, mais sujeitas à intensidade de vento e corrente, o risco aumenta, trazendo limitações às manobras. Por isso, a praticagem resolveu investir em equipamentos e sistemas que agregam segurança e eficiência às operações, como a instalação do Centro de Coordenação, Comunicação e Operações de Tráfego (C3OT), a implantação do sistema de batimetria e do ReDRAFT (os dois últimos contribuindo para compensar a falta de dragagem). 

O CT3OT trouxe sistemas de monitoramento de tráfego por AIS; sensoriamento remoto de correntes, ventos, altura e período de ondas e altura de maré; sistemas de comunicação mais potentes e de imagem. Já a batimetria atualiza os dados de profundidades com a frequência necessária para identificar assoreamentos. A praticagem dispõe de lancha com equipamentos monofeixe e multifeixe, além de dois hidrógrafos para análise das informações. Este acompanhamento permite, por exemplo, o cruzamento de navios de diferentes calados em trechos com profundidades variadas do canal. O ReDRAFT, por sua vez, é uma calculadora de folga dinâmica abaixo da quilha que utiliza os dados gerados pelo C3OT, otimizando o calado máximo do porto. 

A partir dessas ferramentas, a Praticagem de SP iniciou estudos e sugeriu, em 2017, o aumento do calado de 14,30 para 14,50 metros. Além disso, os investimentos possibilitaram a realização de manobras simultâneas (apesar da influência maior de ventos e correntes), tráfego em mão dupla em trechos antes restritos e otimização nas operações, com total segurança.

– O aumento das dimensões e dos calados dos navios levam, naturalmente, ao aumento do risco envolvido. Para irmos além, ampliando a eficiência do uso do canal, inovamos, analisando o timing de cada manobra de navio especial ou de cada manobra casada, tabulando esses tempos. Houve uma mudança de paradigma em nossas operações e na programação de navios especiais e “pesados”, sempre respeitando as normas e limitações – afirmou Hermes, ressaltando a importância da praticagem para a produtividade do porto. – Não podemos nos limitar apenas à tríade prático, lancha e atalaia, sob pena de prejuízo do nosso porto e da nossa economia.


Assista à live em https://youtu.be/Pg4Vvu9YNMA