quinta-feira, 21 de junho de 2018

Gustavo Martins prestigia homenagem ao Comandante Gondar

O diretor-presidente do Conapra, prático Gustavo Martins, prestigiou homenagem da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) ao Capitão de Longo Curso Francisco Cesar Monteiro Gondar. Ele recebeu a Medalha Tiradentes pelos relevantes serviços prestados à sociedade por meio da Marinha Mercante.  A sessão solene aconteceu no plenário da Casa, na quarta-feira (20/6).

A honraria, que se soma a outras no currículo, foi concedida com apoio unânime dos parlamentares e é uma homenagem pelos 44 anos de vida no mar, dos quais 26 em função de comando, totalizando até o momento 2.460.000 milhas marítimas navegadas e 8.860 dias embarcados.
– É um momento ímpar na minha vida receber essa condecoração dentro dessa Casa legislativa tão importante – agradeceu Gondar, que também é juiz suplente do Tribunal Marítimo e vice-presidente do Centro de Capitães da Marinha Mercante.
Fonte: Praticagem do Brasil

Resultados da parceria Praticagem-USP são apresentados na PIANC

Os resultados do convênio do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra) com o laboratório Tanque de Provas Numérico da USP (TPN-USP) foram apresentados no 34º Congresso da PIANC (Associação Mundial de Infraestrutura de Transporte Marítimo), evento que aconteceu na Cidade do Panamá, de 7 a 11 de maio de 2018.
O professor Eduardo Tannuri, coordenador do Centro de Simulações do laboratório, apresentou o trabalho, escrito em coautoria com o prático Gustavo Martins, diretor-presidente do Conapra. Ele destacou o modelo matemático utilizado no software dos simuladores (SMH) e os ajustes finos feitos para torná-lo preciso e fiel à realidade, graças à contribuição do conhecimento da Praticagem na manobra e no comportamento de navios nas águas onde atua.
De 2012 a 2017, foram realizadas 94 simulações de manobras de embarcações com a participação de 140 práticos de diferentes Zonas de Praticagem. Os estudos atenderam a diferentes propósitos, como avaliação de canais de navegação e bacias em projetos de novos portos e terminais; novas operações em portos existentes, como as Ship to Ship; e compatibilidade de navios de grandes dimensões em canais e bacias.
Três estudos de caso foram detalhados durante a exposição no Congresso. O primeiro analisou e confirmou a possibilidade do acesso de contêineros maiores (de até 366m) no Porto de Santos, sob determinadas condições ambientais e limites operacionais. Para não perderem participação de mercado, outros portos brasileiros acabaram fazendo o mesmo estudo com o TPN-USP. O segundo estudo avaliou a viabilidade das operações de transferência de óleo entre navios (Ship to Ship) em nove portos e terminais, recurso que vem sendo cada vez mais utilizado após o aumento da produção e a lacuna de berços e terminais disponíveis. Já o terceiro fez simulações para avaliação de novos projetos portuários  (como portos, terminais, berços e expansões) sob diferentes aspectos. – Por meio desse balanço da parceria, conseguimos mostrar a importância do feedback dos práticos nas simulações e no estudo para implantação de novos portos e operações. Só assim é possível incorporar nas análises fatores humanos e particularidades locais que eles conhecem – diz o professor Tannuri.

Fonte: Praticagem do Brasil

Marinha do Brasil finaliza a Operação ADEREX-I/2018




A Operação ADEREX-I/18 terminou no dia 17 de junho e contou com a participação de meios navais e aeronavais. O Grupo Tarefa, composto por meios dos Comandos das Forças de Superfície, de Submarinos e Aeronaval, comandado pelo Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Paulo César Colmenero Lopes, realizou diversos exercícios na área marítima do Rio de Janeiro.

Navios realizam exercícios durante a ADEREX-I/2018

A ADEREX tem como principal tarefa adestrar as tripulações dos navios e aeronaves, bem como o Estado-Maior das Divisões da Esquadra, por meio de operações e ações clássicas de Guerra Naval, fainas marinheiras e exercícios de diversos tipos.

Para o Comandante em Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Alipio Jorge Rodrigues da Silva, a ADEREX é uma das operações mais importantes da Esquadra, pois permite preparar a principal parcela do Poder Naval brasileiro para uma imediata resposta a missões atribuídas a um meio isolado ou um grupamento operativo.

“Como resultado, esperamos contribuir para o aprestamento da Esquadra, preparando-a para cumprir missões mais complexas que sejam atribuídas ao Poder Naval”, destacou o Comandante da 1ª Divisão da Esquadra,  Contra-Almirante Paulo César Colmenero Lopes.

Fonte: Marinha do Brasil

Fuzileiros Navais atuam em comunidades da Zona Oeste do Rio



O Comando Conjunto, em apoio à Secretaria de Estado de Segurança, deflagrou, na manhã do dia 8 de junho, a 68º Operação das Forças Armadas em apoio ao Plano Nacional de Segurança Pública (PNSP), que prevê a atuação da Marinha, do Exército e da Aeronáutica em ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), em coordenação com os órgãos de segurança pública.

A ação, realizada nas comunidades Cidade de Deus, Gardênia Azul, Outeiro, Vila do Sapê, Parque Dois Irmãos e Morro da Helena, todas na região de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, envolveu cerco, estabilização dinâmica da área e remoção de barricadas, objetivando enfraquecer as organizações criminosas. Revistas seletivas de veículos e pessoas também foram realizadas. Nesta operação, cerca de 800 fuzileiros navais da Marinha do Brasil, com 92 viaturas, sendo dez blindados, atuaram na Gardênia Azul.

A operação foi deflagrada no contexto das medidas implementadas pela intervenção federal na segurança pública, beneficiando, direta e indiretamente, mais de 200 mil moradores das áreas abrangidas. Além das ações pontuais, as Forças Armadas realizam patrulhamento diário nas vias públicas da capital fluminense. As áreas do Boulevard Olímpico e Zona Sul, nas orlas de Copacabana e Leme, são patrulhadas pelos Fuzileiros Navais. A presença ostensiva desses militares tem como propósito reduzir a criminalidade na região.

Fonte: Marinha do Brasil

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Diretor-geral da ANTAQ profere palestra durante evento sobre logística em Belém.

O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ, Mário Povia, afirmou que uma centena de áreas portuárias será licitada a curto e médio prazos. A informação foi dada durante sua palestra no Trans 2018 – VII Congresso e Feira Internacional de Transporte e Logística Sustentável da Amazônia, em Belém. O evento se encerra na quinta-feira (21).
Entre as áreas a serem licitadas estão o terminal de cavaco no Porto de Santana (AP); o terminal portuário de granéis líquidos no Porto de Vitória; terminais portuários de grãos e terminal de veículos no Porto de Paranaguá (PR); o terminal portuário de granéis líquidos em Vila do Conde (PA); e os terminais de gás liquefeito de petróleo no Porto de Miramar (PA). Haverá, ainda, arrendamentos de áreas em Cabedelo (PB), Santos (SP) e Suape (PE) para movimentação de granéis líquidos, contêineres e veículos.
Povia detalhou as licitações de áreas portuárias feitas a partir da Lei nº 12.815/13. Entre elas, destaque para Santos (SP), Santarém (PA), Salvador e Rio de Janeiro para a movimentação de granéis vegetais, celulose, trigo, granéis líquidos e passageiros.
O diretor-geral da ANTAQ também falou da movimentação portuária, que, no ano passado, foi de 1,086 bilhão de toneladas, um crescimento de 8,3% em relação a 2016. Desse número, 64% foram de granéis sólidos; 21%, granéis líquidos; 10%, contêineres; e 5%, carga geral solta. Povia informou, ainda, que, em 2017, 66,4% das cargas movimentadas foram feitas pelos terminais privados; e 33,6% ficaram a cargo dos portos organizados.
Povia defendeu a navegação de cabotagem. “Para cada contêiner movimentado na cabotagem, há seis outros, em potencial, atualmente, no modal rodoviário”, disse. Para o diretor-geral da Agência, a cabotagem tem uma série de vantagens, entre elas, reduzido índice de avarias e acidentes; reduzida emissão de poluentes; e baixo consumo de combustível por tonelada, além de mais de sete mil quilômetros de costa no país para fazer esse tipo de navegação.
Em relação às hidrovias, o diretor-geral da ANTAQ informou que o Brasil conta com 19.464km de vias aquaviárias interiores economicamente navegadas. O número é de 2016. Em 2013, esse número era de 22.037km. “As mudanças observadas em 2016, ou seja, redução de extensão navegada de 11,7% em relação a 2013, podem ser explicadas pelo déficit de precipitação em determinadas regiões hidrográficas, ocasionando baixos níveis, aliada à falta de confiança das empresas em navegar em determinados trechos.”
Para concluir, o diretor-geral da ANTAQ destacou que a Agência defende a segurança jurídica e a estabilidade regulatória; as boas práticas de governança e transparência; o apoio no desenvolvimento da navegação interior; a previsibilidade dos custos associados às operações portuárias; a manutenção da boa interlocução junto ao setor regulado; a aproximação junto aos usuários; a redução da burocracia; a viabilização de investimentos em infraestrutura; e a fiscalização presente e estrategicamente distribuída, entre outros pontos.
Fonte: Portal.antaq

2º Batalhão de Operações Ribeirinhas inicia aulas de tiro com arco para alunos do Programa Forças no Esporte

Alunos do Profesp pertencentes ao 2° Batalhão de Operações Ribeirinhas
e o técnico de tiro com arco
Os alunos do núcleo Programa Forças no Esporte (Profesp), pertencentes ao 2° Batalhão de Operações Ribeirinhas (2ºBtlOpRib), iniciaram, no dia 5 de junho, as aulas de tiro com arco nas dependências da Área Recreativa, Social e Esportiva (ARES) Albatroz . As aulas têm por objetivo estimular a prática esportiva, além de identificar potenciais talentos nessa modalidade olímpica.

As aulas são conduzidas pelo técnico Gleidson José Monteiro Neves, responsável pela modalidade esportiva no estado do Pará junto à Confederação Brasileira de Tiro com Arco (CBTA). O atleta foi um do que compôs a delegação brasileira, durante o 6° Jogos Mundiais Militares do Conselho Internacional do Esporte (CISM), realizado na Coreia do Sul, em 2015.

O técnico Gleidson explicou o objetivo das aulas. “A proposta é buscar novos talentos no cenário paraense e possibilitar, também, a inserção dessas crianças no tiro com arco com foco nos futuros representantes de alto rendimento nessa categoria de esporte olímpico”.

As aulas serão estendidas aos dependentes dos militares sócios da ARES Albatroz, os quais também terão a oportunidade do acesso a prática do esporte.

O Profesp tem por objetivo a prática e a cultura do esporte como forma de promover o desenvolvimento integral, a inclusão social, a cidadania e a melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.    

Técnico Gleidson ministra aulas de tiro com arco
aos alunos do Profesp

Fonte: Marinha do Brasil

Capitania dos Portos da Amazônia Oriental promove encerramento de curso do Ensino Profissional Marítimo

Encerramento de curso do Ensino Profissional Marítimo

No dia 30 de maio, ocorreu, a bordo da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR), a cerimônia de entrega de certificados referentes ao encerramento dos cursos para Marinheiro Fluvial de Convés e Marinheiro Fluvial de Máquinas. O evento contou com a presença do Comandante do 4º Distrito Naval, Vice-Almirante Edervaldo Teixeira de Abreu Filho.

Os cursos foram realizados em parceria com o Sindicato dos Contramestres, Marinheiros e Moços em Transportes Marítimos e Fluviais no Estado do Pará (Sincomam-PA) e o Sindicato dos Foguistas e Carvoeiros em Transportes Marítimos e Fluviais do Estado do Pará (Sindfogo), que cederam seus espaços para a realização das aulas, com a presença de instrutores da CPAOR.

Nessas aulas foram ministrados fundamentos gerais sobre embarcações, navegação, motores, comunicações, legislação, noções sobre técnicas de sobrevivência, meteorologia e primeiros socorros.
Foi abordado, ainda, o tema sobre a incidência de acidentes de navegação causados por abalroamento e a não observância das principais regras de manobra, por meio de palestra realizada pelo Capitão dos Portos, Capitão de Mar e Guerra José Alexandre Santiago da Silva.
Após mais de dois meses de curso, foram formados 60 novos aquaviários, que agora ingressam na carreira da Marinha Mercante, pertencentes à primeira graduação do grupo de fluviários, podendo chegar até Capitão Fluvial ou Supervisor Maquinista Motorista Fluvial.

Fonte: Marinha do Brasil