Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico”

11:49

ORDEM DO DIA Nº 2/2018
Assunto: Mostra de Armamento do Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico”

Em cumprimento ao disposto na Portaria nº 190, de 27 de junho de 2018, do Comandante da Marinha, e de acordo com o preconizado na Ordenança Geral para o Serviço da Armada, realizase, na presente data, na Base Naval de Sua Majestade, em Devonport, na cidade de Plymouth - UK, a Mostra de Armamento do Porta-Helicópteros Multipropósito (PHM) “Atlântico”.
A Mostra de Armamento, cerimônia repleta de tradições navais, indica o início da singradura do PHM Atlântico, na Marinha do Brasil. Os dados relevantes e de interesse da vida de bordo passam a ser registrados no “Livro do Navio” e, a partir da cerimônia de hasteamento da bandeira do Brasil, o futuro capitânia da Esquadra estará pronto para representar, em plenitude, a Soberania Nacional.
A alma do navio, iniciada por excelsos marinheiros britânicos, passa ser constituída pela interação dos marinheiros brasileiros, com os imensos espaços oceânicos do Cruzeiro do Sul e onde estão os pilares da sobrevivência e prosperidade da nossa Pátria.
O PHM “Atlântico”, HMS “Ocean”, na Marinha Real Britânica, foi construído em meados dos anos 90 pela Kvaerner Govan e pela VSEL em Barrow-in-Furness. Comissionado em setembro de 1998, operou a partir da Base Naval de Devonport, em Plymouth.
No seu histórico de serviço, constam operações navais em apoio a ações humanitárias no Kosovo e na América Central. No ano 2000, participou da Operação Palliser, na Serra Leoa. Logo em seguida, operou no Oriente Médio, no grupo de combate do HMS Illustrious na Guerra do Iraque. Em 2009, foi deslocado para a Ásia, novamente em operações navais e apoio a ações humanitárias. Em 2011, participou da Operação Unified Protector, na Líbia. No ano seguinte, retornou à Inglaterra para reformas e, posteriormente, participou de operações navais, no âmbito da Organização do Tratado do Atlântico Norte. Em 2017, participou da operação Ruman, por meio de operações navais em apoio a ações humanitárias nas ilhas do Caribe, afetadas pelo furacão Irma.
O nome Atlântico remete a saga das Grandes Navegações, que proporcionaram, entre outros notáveis feitos da Escola de Sagres, o descobrimento do Brasil. Adicionalmente, atesta a relevância desse espaço oceânico na conformação da nação brasileira, em todos os períodos de sua história.
No colonial, como cenário de combates navais, onde o vitorioso estandarte português permitiu a manutenção da integridade de um território continental. Tem destaque, nessa época, o Combate de Guaxenduba, em 1614, o combate naval de Abrolhos, em 1631, e a Ação Naval da Baía de Todos os Santos, em 1635; além, de inúmeros combates à corsários.
Durante o Império, sendo o espaço onde as forças navais brasileiras, atuando ao norte e sul, desde o Oiapoque ao Chuí, constituíram fator decisivo na consolidação da independência e dos atuais limites do Brasil; como também, permitiu acesso às bacias hidrográficas, que contribuíram para o estabelecimento das fronteiras a oeste, sudoeste e noroeste. Na guerra da Independência, ocorre o nascimento e o batismo de fogo da Esquadra Brasileira.
Na República, como Teatro de Operações da 1ª Guerra Mundial, com as operações navais conduzidas entre Gibraltar, costa oeste da África e a do Brasil, por meio da Divisão Naval de Operações de Guerra – DNOG. Na 2ª Guerra Mundial, durante a Batalha do Atlântico, coube à MB, mesmo antes da declaração de guerra do Brasil, contribuir com o esforço de guerra aliado, por meio de patrulhas no Atlântico Sul protegendo os comboios de navios mercantes, entre o Mar do Caribe e o litoral Sul do Brasil; assim como, em busca e salvamento, em apoio a pilotos aliados, que operavam na África do Norte.
No presente, o Oceano Atlântico permanece como preponderante para a segurança e desenvolvimento nacional; por meio de suas linhas de comunicações marítimas, ampliando o atendimento dos justos anseios da sociedade brasileira; e aponta um futuro onde será, ainda mais, vital para o Brasil.
Assim, devemos ressaltar sua continuada importância política, estratégica e econômica, por onde trafegam 95% do comércio exterior brasileiro, são extraídos 91% do petróleo e 73% do gás natural produzidos pelo Brasil e estão localizados cabos submarinos, meio de transmissão da maior parte de dados, primordiais para as nossas comunicações.
O Oceano Atlântico, além de rico em biodiversidade, contribui de forma significativa na regulação do clima, processamento de nutrientes por meio de ciclos naturais, e contempla ampla gama de serviços, reservas minerais e de alimentos, que beneficiam grande parcela da nossa população. Também constatamos uma elevada dinâmica de aplicação da tecnologia, a consolidação e o aparecimento de conceitos oceanopolíticos e amplo elenco de oportunidades para o aproveitamento dos recursos naturais no ambiente marinho.

A140 - Porta-Helicópteros Multipropósito “Atlântico”

Dessa maneira, essa Mostra de Armamento alcança relevante marco na nossa história, por envolver o primeiro navio, a ostentar na popa uma denominação que nos remete, tanto a um passado de bravura e de superação, como a um presente e futuro repleto de desafios, onde estão os destinos do Brasil.
Ao Comandante, Oficiais e Praças do PHM “Atlântico”, expresso votos de felicidades e de pleno êxito em sua missão. Os senhores terão a honra de liderar a criação, consolidação e serão o plano mestre para preservação da alma marinheira deste navio. Tenham orgulho desse valioso patrimônio, que lhes é confiado pela nossa Pátria.
PHM “Atlântico”, bem-vindo à Marinha invicta de Tamandaré. A Marinha do Brasil!
Que Deus o acompanhe e proteja os valorosos marinheiros da sua tripulação!
Bons Ventos e Mares Tranquilos!

ILQUES BARBOSA JUNIOR
Almirante de Esquadra
Chefe do Estado-Maior da Armada

Fonte: Marinha do Brasil

Brasil e a Autoridade Internacional firmam contrato para fundos marinhos em reunião no Navio de Pesquisa Hidroceanográfico "Vital de Oliveira"

09:46

Análise de amostras biológicas na Elevação do Rio Grande

No período 2 de abril a 21 de junho, o Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHO) "Vital de Oliveira" realizou a Comissão "Oceano S V (Outono)/ Elevação do Rio Grande", que faz parte do plano de trabalho para exploração de crostas ferromanganesíferas ricas em cobalto, na Elevação do Rio Grande (ERG).

A pesquisa nessa região faz parte dos requisitos estabelecidos pela Autoridade Internacional para os Fundos Marinhos (ISA), organismo da Organização das Nações Unidas responsável por regular e controlar as atividades nos oceanos, fundos marinhos e subsolo das águas internacionais, a fim de que o governo brasileiro tenha direitos exclusivos de exploração da área requisitada por, pelo menos, 15 anos.

Entre os dados ambientais coletados, ressalta-se o emprego do conjunto CTD-Rosette, para perfis verticais das propriedades físico-químicas da coluna d'água; dos ecobatímetros multifeixe, para um maior detalhamento da topografia submarina; e do Veículo Remotamente Operado (ROV), para imagear o fundo do mar e coletar pequenas amostras de rochas e da fauna bentônica.

A coleta de dados na ERG contou com pesquisadores da Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais, do Serviço Geológico Brasileiro, e de outras oito instituições de pesquisa, além da equipe de operadores do ROV e de uma geóloga do Centro de Hidrografia da Marinha.


Veículo Remotamente Operado em operação na
Elevação do Rio Grande
Fonte: Marinha do Brasil

Capitania Fluvial de Santarém realiza resgate de náufragos no Rio Amazonas

09:44

Agência Ensino Flutuante Ajuri III durante
 o resgate dos náufragos
 
A Capitania Fluvial de Santarém (CFS) realizou, no dia 5 de junho, o resgate da Lancha Motor “Veloz”, que naufragou no Rio Amazonas, nas proximidades da Ponta do Urubu, em Santarém-PA. A CFS enviou duas embarcações para o local do acidente com uma equipe de Inspetores Navais e logo após a Agência Ensino Flutuante (AgEFlut) “Ajuri III”.
 
A “Ajuri III” recebeu 15 pessoas a bordo, que haviam sido resgatadas por uma embarcação pesqueira que passava pelo local. Os militares da CFS prestaram os primeiros socorros às vítimas do naufrágio e após a atracação no Porto do Departamento de Estradas de Rodagem foram conduzidas por ambulâncias aos hospitais da região.
 
O Capitão dos Portos de Santarém, Capitão de Fragata Robson Ferreira Carneiro, reafirmou mais uma vez que a Marinha do Brasil se solidariza com os familiares das vitimas e que a missão da capitania é estar sempre de prontidão para garantir a salvaguarda da vida humana nos rios de sua jurisdição.

 
Desembarque da AgEFlut Ajuri III das vítimas no Porto do DER


Fonte: Marinha do Brasil

Comandante da Marinha visita o Gabinete do Governador do Piauí

04:55

Autoridades militares em visita ao gabinete do Governador do Piauí
No dia 19 de junho, o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, acompanhado do Comandante do 4° Distrito Naval Vice-Almirante, Edervaldo Teixeira de Abreu Filho, e do Chefe de Gabinete do Comandante da Marinha, Vice-Almirante Flávio Augusto Viana Rocha, realizaram uma visita de cortesia ao gabinete do Governador do Estado do Piauí, José Wellington Barroso de Araújo.
Na ocasião, estavam presentes oficiais da Marinha, do Exército Brasileiro e das Forças Auxiliares atuantes no estado. O governador externou a satisfação em receber o Comandante da Marinha e destacou a importância do apoio que a Força oferece na região. O Almirante Leal Ferreira destacou a parceria e disse que o estado do Piauí pode contar com o apoio da Marinha nos assuntos relacionados à segurança da navegação.
O Comandante da Marinha ressaltou, também, que as áreas navegáveis da região estão subordinadas ao 4° Distrito Naval, sob o Comando do Vice-Almirante Edervaldo. Ao final da visita, o Comandante da Marinha reafirmou o a presença da Força no estado. “A mensagem principal que posso deixar aqui é reafirmar a intenção da Marinha de se fazer mais presente no Piauí, contribuir para o desenvolvimento do estado, no que tange às nossas atribuições como a segurança na navegação, desenvolvimento da maritimidade, ao uso do mar e dos rios por parte da comunidade piauiense. Queremos estar cada vez mais presentes no Piauí”, destacou.

Fonte: Marinha do Brasil

Comandante da Marinha recebe o título de cidadão Parnaibano

04:53

Prefeito da Cidade de Parnaíba entrega o título de cidadão Parnaibano ao Comandante da Marinha
 
No dia 19 de junho, a Câmara Municipal de Parnaíba realizou uma Sessão Solene para entrega do título de Cidadania Parnaibana ao Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira. Na ocasião, também foram agraciados com a mesma honraria, o Comandante do 4° Distrito Naval, Vice-Almirante Edervaldo Teixeira de Abreu Filho, e o Chefe de Gabinete do Comandante da Marinha, Vice-Almirante Flávio Augusto Viana Rocha.
 
A propositura dos Projetos de Lei de concessão dos Títulos de Cidadania Parnaibana aos agraciados foi de iniciativa dos vereadores José Geraldo Alencar Filho, Presidente da Câmara Municipal de Parnaíba; André Silva Neves e João Batista Oliveira dos Santos, respectivamente. O Comandante da Marinha recebeu o título das mãos do Prefeito da cidade Francisco de Assis de Moares Souza, mais conhecido como “Mão Santa”.
 
Em agradecimento, o Almirante Leal Ferreira externou a satisfação por estar presente na Câmara e por receber a honraria juntamente com os Vice-Almirantes Edervaldo e Rocha. “Esta homenagem sensibiliza profundamente esses três marinheiros e renova nosso sentimento de gratidão com o Brasil e à Marinha que nos leva à oportunidade de fazer novos amigos nessa bela terra do Piauí”, destacou.
 
Em seu discurso o Comandante da Marinha reforçou a importância da Capitania dos Portos do Piauí (CPPI) subordinada ao Comando do 4° Distrito Naval. “A Marinha do Brasil, presente há 163 anos nesta acolhedora cidade, tem plena consciência da necessidade de fortalecermos os laços de amizade e cooperação com os órgãos das esferas Municipal e Estadual buscando construir iniciativas voltadas ao desenvolvimento social e econômico, oportunidades de divulgação da mentalidade marítima para a sociedade e parceria em prol de uma navegação segura no mar e águas interiores, por meio da Capitania dos Portos do Piauí”.
 
A CPPI foi responsável por 16 campanhas educativas em 2017, além de nove cursos e 1360 inspeções em embarcações voltadas à segurança da navegação.
 
Comandante da Marinha discursa após receber o título de Cidadão Parnaibano na Sessão Solene da Câmara Municipal de Parnaíba

Fonte: Marinha do Brasil

Navio Oceanográfico Alpha-Crucis do Instituto Oceanográfico da USP

06:22



O Alpha-Crucis, construído em 1973 nos Estados Unidos, fez parte da frota de embarcações de pesquisa da Universidade do Hawaii por 30 anos, sendo nesta época denominado Moana Wave. Em 2012 foi adquirido pela Universidade de São Paulo e, após extensa modernização, incluindo a instalação de equipamentos científicos de última geração, iniciou seus trabalhos na costa brasileira.
Deslocamento: 1890 t
Comprimento: 64 m
As embarcações do Instituto Oceanográfico da USP são geridas pela Comitê Gestor de Embarcações, composta por:
Presidente: Prof. Dr. Mário Katsuragawa
N/Oc. Alpha Crucis: Comte. José Helvécio Moraes de Rezende
B/Pq. Alpha Delphini: Comte. Carlos Alberto Moreira Gouvêa
Apoio Logístico: José Gustavo Imakawa
Assistente Financeiro: Alexandre Duarte de Carvalho
Docente: Prof. Dr. Paulo Yukio Gomes Sumida
Docente: Prof. Dr. Javier Alcantara Carrió
Engenheiro: Dr. Luiz Vianna Nonnato
Secretários:
Mayza Pompeu
Samara Cazzoli y Goya

Fonte: IOUSP

Gustavo Martins prestigia homenagem ao Comandante Gondar

13:05

O diretor-presidente do Conapra, prático Gustavo Martins, prestigiou homenagem da Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) ao Capitão de Longo Curso Francisco Cesar Monteiro Gondar. Ele recebeu a Medalha Tiradentes pelos relevantes serviços prestados à sociedade por meio da Marinha Mercante.  A sessão solene aconteceu no plenário da Casa, na quarta-feira (20/6).

A honraria, que se soma a outras no currículo, foi concedida com apoio unânime dos parlamentares e é uma homenagem pelos 44 anos de vida no mar, dos quais 26 em função de comando, totalizando até o momento 2.460.000 milhas marítimas navegadas e 8.860 dias embarcados.
– É um momento ímpar na minha vida receber essa condecoração dentro dessa Casa legislativa tão importante – agradeceu Gondar, que também é juiz suplente do Tribunal Marítimo e vice-presidente do Centro de Capitães da Marinha Mercante.
Fonte: Praticagem do Brasil

Resultados da parceria Praticagem-USP são apresentados na PIANC

12:56

Os resultados do convênio do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra) com o laboratório Tanque de Provas Numérico da USP (TPN-USP) foram apresentados no 34º Congresso da PIANC (Associação Mundial de Infraestrutura de Transporte Marítimo), evento que aconteceu na Cidade do Panamá, de 7 a 11 de maio de 2018.
O professor Eduardo Tannuri, coordenador do Centro de Simulações do laboratório, apresentou o trabalho, escrito em coautoria com o prático Gustavo Martins, diretor-presidente do Conapra. Ele destacou o modelo matemático utilizado no software dos simuladores (SMH) e os ajustes finos feitos para torná-lo preciso e fiel à realidade, graças à contribuição do conhecimento da Praticagem na manobra e no comportamento de navios nas águas onde atua.
De 2012 a 2017, foram realizadas 94 simulações de manobras de embarcações com a participação de 140 práticos de diferentes Zonas de Praticagem. Os estudos atenderam a diferentes propósitos, como avaliação de canais de navegação e bacias em projetos de novos portos e terminais; novas operações em portos existentes, como as Ship to Ship; e compatibilidade de navios de grandes dimensões em canais e bacias.
Três estudos de caso foram detalhados durante a exposição no Congresso. O primeiro analisou e confirmou a possibilidade do acesso de contêineros maiores (de até 366m) no Porto de Santos, sob determinadas condições ambientais e limites operacionais. Para não perderem participação de mercado, outros portos brasileiros acabaram fazendo o mesmo estudo com o TPN-USP. O segundo estudo avaliou a viabilidade das operações de transferência de óleo entre navios (Ship to Ship) em nove portos e terminais, recurso que vem sendo cada vez mais utilizado após o aumento da produção e a lacuna de berços e terminais disponíveis. Já o terceiro fez simulações para avaliação de novos projetos portuários  (como portos, terminais, berços e expansões) sob diferentes aspectos. – Por meio desse balanço da parceria, conseguimos mostrar a importância do feedback dos práticos nas simulações e no estudo para implantação de novos portos e operações. Só assim é possível incorporar nas análises fatores humanos e particularidades locais que eles conhecem – diz o professor Tannuri.

Fonte: Praticagem do Brasil

Marinha do Brasil finaliza a Operação ADEREX-I/2018

05:09




A Operação ADEREX-I/18 terminou no dia 17 de junho e contou com a participação de meios navais e aeronavais. O Grupo Tarefa, composto por meios dos Comandos das Forças de Superfície, de Submarinos e Aeronaval, comandado pelo Comandante da 1ª Divisão da Esquadra, Contra-Almirante Paulo César Colmenero Lopes, realizou diversos exercícios na área marítima do Rio de Janeiro.

Navios realizam exercícios durante a ADEREX-I/2018

A ADEREX tem como principal tarefa adestrar as tripulações dos navios e aeronaves, bem como o Estado-Maior das Divisões da Esquadra, por meio de operações e ações clássicas de Guerra Naval, fainas marinheiras e exercícios de diversos tipos.

Para o Comandante em Chefe da Esquadra, Vice-Almirante Alipio Jorge Rodrigues da Silva, a ADEREX é uma das operações mais importantes da Esquadra, pois permite preparar a principal parcela do Poder Naval brasileiro para uma imediata resposta a missões atribuídas a um meio isolado ou um grupamento operativo.

“Como resultado, esperamos contribuir para o aprestamento da Esquadra, preparando-a para cumprir missões mais complexas que sejam atribuídas ao Poder Naval”, destacou o Comandante da 1ª Divisão da Esquadra,  Contra-Almirante Paulo César Colmenero Lopes.

Fonte: Marinha do Brasil

Fuzileiros Navais atuam em comunidades da Zona Oeste do Rio

05:09



O Comando Conjunto, em apoio à Secretaria de Estado de Segurança, deflagrou, na manhã do dia 8 de junho, a 68º Operação das Forças Armadas em apoio ao Plano Nacional de Segurança Pública (PNSP), que prevê a atuação da Marinha, do Exército e da Aeronáutica em ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), em coordenação com os órgãos de segurança pública.

A ação, realizada nas comunidades Cidade de Deus, Gardênia Azul, Outeiro, Vila do Sapê, Parque Dois Irmãos e Morro da Helena, todas na região de Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, envolveu cerco, estabilização dinâmica da área e remoção de barricadas, objetivando enfraquecer as organizações criminosas. Revistas seletivas de veículos e pessoas também foram realizadas. Nesta operação, cerca de 800 fuzileiros navais da Marinha do Brasil, com 92 viaturas, sendo dez blindados, atuaram na Gardênia Azul.

A operação foi deflagrada no contexto das medidas implementadas pela intervenção federal na segurança pública, beneficiando, direta e indiretamente, mais de 200 mil moradores das áreas abrangidas. Além das ações pontuais, as Forças Armadas realizam patrulhamento diário nas vias públicas da capital fluminense. As áreas do Boulevard Olímpico e Zona Sul, nas orlas de Copacabana e Leme, são patrulhadas pelos Fuzileiros Navais. A presença ostensiva desses militares tem como propósito reduzir a criminalidade na região.

Fonte: Marinha do Brasil

Diretor-geral da ANTAQ profere palestra durante evento sobre logística em Belém.

12:51

O diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ, Mário Povia, afirmou que uma centena de áreas portuárias será licitada a curto e médio prazos. A informação foi dada durante sua palestra no Trans 2018 – VII Congresso e Feira Internacional de Transporte e Logística Sustentável da Amazônia, em Belém. O evento se encerra na quinta-feira (21).
Entre as áreas a serem licitadas estão o terminal de cavaco no Porto de Santana (AP); o terminal portuário de granéis líquidos no Porto de Vitória; terminais portuários de grãos e terminal de veículos no Porto de Paranaguá (PR); o terminal portuário de granéis líquidos em Vila do Conde (PA); e os terminais de gás liquefeito de petróleo no Porto de Miramar (PA). Haverá, ainda, arrendamentos de áreas em Cabedelo (PB), Santos (SP) e Suape (PE) para movimentação de granéis líquidos, contêineres e veículos.
Povia detalhou as licitações de áreas portuárias feitas a partir da Lei nº 12.815/13. Entre elas, destaque para Santos (SP), Santarém (PA), Salvador e Rio de Janeiro para a movimentação de granéis vegetais, celulose, trigo, granéis líquidos e passageiros.
O diretor-geral da ANTAQ também falou da movimentação portuária, que, no ano passado, foi de 1,086 bilhão de toneladas, um crescimento de 8,3% em relação a 2016. Desse número, 64% foram de granéis sólidos; 21%, granéis líquidos; 10%, contêineres; e 5%, carga geral solta. Povia informou, ainda, que, em 2017, 66,4% das cargas movimentadas foram feitas pelos terminais privados; e 33,6% ficaram a cargo dos portos organizados.
Povia defendeu a navegação de cabotagem. “Para cada contêiner movimentado na cabotagem, há seis outros, em potencial, atualmente, no modal rodoviário”, disse. Para o diretor-geral da Agência, a cabotagem tem uma série de vantagens, entre elas, reduzido índice de avarias e acidentes; reduzida emissão de poluentes; e baixo consumo de combustível por tonelada, além de mais de sete mil quilômetros de costa no país para fazer esse tipo de navegação.
Em relação às hidrovias, o diretor-geral da ANTAQ informou que o Brasil conta com 19.464km de vias aquaviárias interiores economicamente navegadas. O número é de 2016. Em 2013, esse número era de 22.037km. “As mudanças observadas em 2016, ou seja, redução de extensão navegada de 11,7% em relação a 2013, podem ser explicadas pelo déficit de precipitação em determinadas regiões hidrográficas, ocasionando baixos níveis, aliada à falta de confiança das empresas em navegar em determinados trechos.”
Para concluir, o diretor-geral da ANTAQ destacou que a Agência defende a segurança jurídica e a estabilidade regulatória; as boas práticas de governança e transparência; o apoio no desenvolvimento da navegação interior; a previsibilidade dos custos associados às operações portuárias; a manutenção da boa interlocução junto ao setor regulado; a aproximação junto aos usuários; a redução da burocracia; a viabilização de investimentos em infraestrutura; e a fiscalização presente e estrategicamente distribuída, entre outros pontos.
Fonte: Portal.antaq

2º Batalhão de Operações Ribeirinhas inicia aulas de tiro com arco para alunos do Programa Forças no Esporte

06:59

Alunos do Profesp pertencentes ao 2° Batalhão de Operações Ribeirinhas
e o técnico de tiro com arco
Os alunos do núcleo Programa Forças no Esporte (Profesp), pertencentes ao 2° Batalhão de Operações Ribeirinhas (2ºBtlOpRib), iniciaram, no dia 5 de junho, as aulas de tiro com arco nas dependências da Área Recreativa, Social e Esportiva (ARES) Albatroz . As aulas têm por objetivo estimular a prática esportiva, além de identificar potenciais talentos nessa modalidade olímpica.

As aulas são conduzidas pelo técnico Gleidson José Monteiro Neves, responsável pela modalidade esportiva no estado do Pará junto à Confederação Brasileira de Tiro com Arco (CBTA). O atleta foi um do que compôs a delegação brasileira, durante o 6° Jogos Mundiais Militares do Conselho Internacional do Esporte (CISM), realizado na Coreia do Sul, em 2015.

O técnico Gleidson explicou o objetivo das aulas. “A proposta é buscar novos talentos no cenário paraense e possibilitar, também, a inserção dessas crianças no tiro com arco com foco nos futuros representantes de alto rendimento nessa categoria de esporte olímpico”.

As aulas serão estendidas aos dependentes dos militares sócios da ARES Albatroz, os quais também terão a oportunidade do acesso a prática do esporte.

O Profesp tem por objetivo a prática e a cultura do esporte como forma de promover o desenvolvimento integral, a inclusão social, a cidadania e a melhoria da qualidade de vida de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.    

Técnico Gleidson ministra aulas de tiro com arco
aos alunos do Profesp

Fonte: Marinha do Brasil

Capitania dos Portos da Amazônia Oriental promove encerramento de curso do Ensino Profissional Marítimo

06:59

Encerramento de curso do Ensino Profissional Marítimo

No dia 30 de maio, ocorreu, a bordo da Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR), a cerimônia de entrega de certificados referentes ao encerramento dos cursos para Marinheiro Fluvial de Convés e Marinheiro Fluvial de Máquinas. O evento contou com a presença do Comandante do 4º Distrito Naval, Vice-Almirante Edervaldo Teixeira de Abreu Filho.

Os cursos foram realizados em parceria com o Sindicato dos Contramestres, Marinheiros e Moços em Transportes Marítimos e Fluviais no Estado do Pará (Sincomam-PA) e o Sindicato dos Foguistas e Carvoeiros em Transportes Marítimos e Fluviais do Estado do Pará (Sindfogo), que cederam seus espaços para a realização das aulas, com a presença de instrutores da CPAOR.

Nessas aulas foram ministrados fundamentos gerais sobre embarcações, navegação, motores, comunicações, legislação, noções sobre técnicas de sobrevivência, meteorologia e primeiros socorros.
Foi abordado, ainda, o tema sobre a incidência de acidentes de navegação causados por abalroamento e a não observância das principais regras de manobra, por meio de palestra realizada pelo Capitão dos Portos, Capitão de Mar e Guerra José Alexandre Santiago da Silva.
Após mais de dois meses de curso, foram formados 60 novos aquaviários, que agora ingressam na carreira da Marinha Mercante, pertencentes à primeira graduação do grupo de fluviários, podendo chegar até Capitão Fluvial ou Supervisor Maquinista Motorista Fluvial.

Fonte: Marinha do Brasil

Barco de Pesquisa Alpha Delphini - Instituto Oceanográfico daUSP

10:18

delphini

Batizado no dia 24 de junho de 2013, o Barco de Pesquisa Alpha Delphini, primeiro do gênero construído no Brasil, tem 27 metros de comprimento, pode transportar até 12 pesquisadores e seis tripulantes, e autonomia de 10 a 15 dias.
A embarcação foi adquirida com recursos do IOUSP em parceria com a FAPESP (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo). Assim como o Alpha Crucis, o Alpha Delphini também poderá ser solicitado por pesquisadores de projetos e programas de pesquisa financiados pela Fapesp (EMU) e de instituições de ensino superior e pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo. A aquisição dos dois navios reafirma o IOUSP como instituição de ponta em pesquisa e ensino oceanográfico no país, permitindo atividades de pesquisas de campo, tanto em águas de plataforma quanto em oceano aberto.

Plano de Gestão das Embarcações

As embarcações N/Oc. Alpha Crucis e B/Pq. Alpha Delphini poderão ser solicitadas por pesquisadores de projetos e programas de pesquisa financiados pela Fapesp (EMU) e de instituições de ensino superior e pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo. As solicitações serão submetidas ao Comitê Gestor de Embarcações do IOUSP para apreciação e agendamento dos pedidos considerando as prioridades e a liberação da saída está vinculada ao pagamento prévio dos custos da embarcação e ao atendimento das normas estabelecidas pela Portaria IOUSP 11/2013 e do Decreto 96.000/1988 (icone ext url) com a antecedência de 150 dias.

Capitania Fluvial de Santarém realiza resgate de jovem no Rio Amazonas

09:54

 
Rapaz de 18 anos é resgatado pela equipe de
inspeção naval da CFS
 
No dia 1º de junho, a Capitania Fluvial de Santarém (CFS) realizou o resgate de um jovem de 18 anos que flutuava com auxílio de um tronco no rio Amazonas, nas proximidades da Ponta Negra. A equipe de inspeção naval da CFS prestou os primeiros socorros ao constatar diversas escoriações no corpo do rapaz que teria sido vítima de linchamento na orla da cidade, após cometer furtos no local.
 
A CFS encaminhou o suspeito para a Polícia Militar tomar as medidas cabíveis. O Comandante Regional de Policiamento I, Coronel Héldson Tomaso, salientou a importância do trabalho integrado para o controle da criminalidade na região e destacou o apoio irrestrito da Marinha do Brasil nos rios do Oeste do Pará, onde exemplos como este, só trazem benefícios para a população.
 
O Capitão dos Portos de Santarém, Capitão de Fragata Robson Ferreira Carneiro, elogiou o trabalho desenvolvido pela equipe de inspeção naval e de toda capitania, sempre de prontidão para auxiliar no serviço de salvamento, visando à salvaguarda da vida humana nos rios.
 
Ação conjunta da CFS com a Polícia Militar

Fonte: Marinha do Brasil

Instituto da USP é premiado por pesquisa oceanográfica

09:24

Público visita as embarcações do Instituto Oceanográfico na Baixada Santista – Foto: Nivaldo da Graça Saraiva
O Instituto Oceanográfico (IO) da USP venceu o Prêmio de Reconhecimento Acadêmico Rubens Lara na categoria Pesquisa Oceanográfica. A cerimônia de entrega do prêmio foi realizada dia 8 de junho, durante o nono Congresso Internacional de Logística das Fatecs (Fateclog).
A professora Elisabete de Santis Braga da Graça Saraiva, diretora do IO, recebeu o prêmio em cerimônia no Terminal Marítimo de Passageiros Giusfredo Santini – Concais, em Santos. A professora Rosalinda Carmela Montone, suplente da presidência da Comissão de Pesquisa do IO também esteve no evento.
O objetivo do Prêmio Rubens Lara é estimular o desenvolvimento científico nas áreas de logística portuária da Baixada Santista, com ações que visem à gestão, sustentabilidade, ética e cidadania. Com foco no tripé “sociedade, empresas portuárias e área educacional”, o prêmio de reconhecimento acadêmico contempla a atuação das empresas regionais e instituições que se destacaram em diversas categorias.
Como parte do evento e em comemoração ao Dia Mundial dos Oceanos e ao Dia Nacional do Oceanógrafo, o Instituto Oceanográfico da USP abriu duas embarcações para visitação pela população por três dias. De 8 a 10 de junho, no cais do porto, o público pôde visitar o navio oceanográfico Alpha Crucis e o barco de pesquisa Alpha Delphini. Parte da tripulação e estudantes do curso de bacharelado em Oceanografia acompanharam a visitação como monitores.
Uma das visitantes foi a pró-reitora de Cultura e Extensão da USP, Maria Aparecida Machado, que elogiou a iniciativa. Segundo a professora, a atividade é uma oportunidade de divulgar o trabalho do IO  à comunidade “que sempre nos acolheu e sempre foi o porto seguro para as nossas embarcações, contando sempre com o apoio da Capitania dos Portos, da Marinha do Brasil e da Codesp [Companhia Docas do Estado de São Paulo]”.
“O nosso principal instrumento de trabalho são as embarcações. Nelas produzimos ciência e nos mantemos durante nosso trabalhos. A abertura à comunidade nos permite mostrar um pouco dos nossos desafios e das nossas conquistas, e esperamos incentivar alguns jovens a seguir nesta profissão”, afirma a diretora do Instituto Oceanográfico.

Fonte: Jornal da USP