Conselho do Instituto Brasil Logística toma posse, com Conapra na gestão

07:45

Tomou posse para o biênio 2018/2020, em Brasília, o Conselho Gestor do Instituto Brasil Logística (IBL), do qual o Conselho Nacional de Praticagem é membro mantenedor e está representado na gestão pelo Almirante Tarcísio, sendo o suplente o assessor institucional do Conapra, Wilson Cruz.


A posse ocorreu na última terça-feira (24/4), no plenário 15 – Ala Alexandre Costa do Senado Federal. Na ocasião, o presidente do Conselho do IBL, Clythio Backx van Buggenhout, apresentou o painel “Desafios da Logística Nacional”.
O Instituto Brasil Logística é uma entidade sem fins lucrativos criada para promover o desenvolvimento da atividade de infraestrutura de transportes, logística e armazenagem.
Entre as suas finalidades, está o assessoramento técnico ao setor, a governos, ao processo legislativo e à Frente Parlamentar Mista de Logística de Transporte e Armazenagem. Presidida pelo senador Wellington Fagundes (PR-MT), a Frenlog reúne parlamentares de diferentes estados e partidos com o intuito de debater os temas relevantes ao aprimoramento do segmento.
Prestigiaram a posse o senador; o Secretário Executivo do Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Herbert Drummond; diretores da Antaq e do Dnit; e representantes de associações e empresas do setor.
Além de mantenedor do IBL, o Conapra colabora com a consultoria do vasto conhecimento da Praticagem, que pode, inclusive, contribuir na implantação de projetos portuários mais eficientes. Afinal, os práticos são os principais especialistas nas águas onde operam.
Conselho Gestor do IBL
Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP) – Clythio Backx van Buggenhout;
Suplente: José Di Bella.
Associação de Terminais Portuários Privados (ATP) – Murillo Barbosa;
Suplente: Luciana Guerise.
Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja) – Fernando Cadore;
Suplente: Diogo Rutilli.
Conselho Nacional de Praticagem (Conapra) – Almirante Tarcísio Jorge Caldas Pereira;
Suplente: Wilson Cruz.
Fundadores IBL – Tiago Pereira Lima;
Suplente: Washington Lima.
Conselho Fiscal
Gilmar de Moura;
Ricardo Lima;
Murilo Barbosa;
Suplente: José di Bella.
Fonte: Praticagem do Brasil

Navio Polar “Almirante Maximiano” regressa da missão na Antártica

06:20

Alunos do Colégio Militar de Santa Maria durante a visita ao navio
No dia 6 de abril, atracou em Rio Grande (RS) o Navio Polar “Almirante Maximiano”, após a Trigésima Sexta Operação Antártica (Operantar XXXVI). Durante a operação, o navio deu suporte a 12 projetos de pesquisa vinculados ao Programa Antártico Brasileiro (Proantar) e a coleta de dados para o Centro de Hidrografia da Marinha. O navio apoiou também o reabastecimento dos Módulos Antárticos Emergenciais e a reconstrução da Estação Antártica “Comandante Ferraz”.
Durante o período em Rio Grande, ocorreu visitação pública no navio, em que a população pode conhecer as instalações e principais atividades. Além dos riograndinos, os alunos do Colégio Militar de Santa Maria também tiveram a oportunidade de passar uma tarde no “Tio Max” - como é conhecido por sua tripulação.
A equipe de bordo do navio também aproveitou a passagem pela cidade e conheceu o Panteão do Almirante Tamandaré e o Museu Naval, localizados no Comando do 5º Distrito Naval.
O “Almirante Maximiano” permaneceu na cidade até o dia 8 de abril, data em que retornou para o Rio de Janeiro-RJ.
Tripulação do navio visita o Panteão do Almirante Tamandaré

Fonte: Marinha do Brasil

Tripulação e alunos do Centro de Instrução Almirante Wandenkolk assistem à palestra sobre o Empório Naval

06:18

Vice-Almirante (RM1-IM) Garcia apresenta o Empório Naval para a tripulação do CIAW
O Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW) recebeu, em 10 de abril, a visita do Assessor de Projetos Especiais da Secretaria-Geral da Marinha (SGM), no Rio de Janeiro, Vice-Almirante (RM1-IM) Hélio Mourinho Garcia, para palestrar sobre o Empório Naval, associação civil, sem fins lucrativos e autossustentável, que visa apoiar a Família Naval e as organizações militares da Marinha do Brasil, visando o bem-estar de suas tripulações.

Tendo como foco divulgar a associação e sua atuação junto aos militares da ativa e da reserva, servidores civis da Marinha, e seus dependentes, a apresentação teve como público-alvo a tripulação do CIAW e os alunos do Curso de Formação de Oficiais (CFO).

A palestra contou com a participação do Capitão-Tenente (IM) Igor Thiago de Andrade Cesar, da Diretoria de Abastecimento da Marinha, que apresentou o escopo do plano de negócios da associação, que visa oferecer produtos e serviços de qualidade à família naval.

Capitão-Tenente (IM) Igor Andrade expõe os produtos e serviços oferecidos pelo Empório Naval aos alunos do CFO-2018

Fonte: Marinha do Brasil

Vida microscópica obscura é tema de nova docente do Instituto Oceanográfico da USP (IOUSP).

12:15

Desde criança, a campinense Camila Signori se interessa pelo mar: eram as viagens à casa de seus avós na praia da Enseada, em Ubatuba. Aos 14 anos, ela tentou entrar na base local de pesquisa Clarimundo de Jesus, do Instituto Oceanográfico da USP (IOUSP). Por não ser aluna — “não ter credenciais” —  foi “barrada”, confessa Camila com um sorriso constrangido.
A mais nova integrante do corpo docente do IOUSP, aprovada em concurso no dia 15 de março, concluiu seu doutorado no final de 2014, realizado em período sanduíche entre o Instituto de Microbiologia da UFRJ, orientada por Alex Enrich-Prast, e o instituto de pesquisa norte americano Woods Hole Oceanographic Institution (WHOI).
 
A parceria então firmada entre Camila e o instituto estadunidense, mais especificamente com o pesquisador Stefan Sievert, é valorizada pela oceanógrafa. Sua tese de doutorado foi sobre quimiossíntese e produção bacteriana em ecossistemas marinhos: uma de suas principais áreas de estudo desde então.
“Oceanografia Microbiana: Interface entre Biogeoquímica e Microbiologia”, é assim que Camila faz questão de intitular sua linha de pesquisa. Ela brinca — mas sem negar a intenção sincera — de batizar assim um eventual laboratório no IOUSP dedicado a esse estudo. A quimiossíntese é apenas um dos tópicos da “interface entre biogeoquímica e microbiologia”. Mas, é de grande interesse por causa de suas implicações científicas ainda pouco exploradas.
O processo
“A quimiossíntese é a incorporação do carbono inorgânico e a transformação em matéria orgânica”, define a pesquisadora. Com ímpeto didático, facilita: “É o processo de produção de alimento através da energia química”. É semelhante à fotossíntese, mas utiliza-se de elementos e compostos químicos (independentemente da presença de luz) para produzir energia, que — em qualquer ecossistema — será consumida ao longo da teia trófica. Como não há luz nas profundezas marinhas, a quimiossíntese está relacionada com a sustentação da vida nesses ambientes.
Logo, tal processo participa de maneira importante nos ciclos biogeoquímicos, ou seja, nos trânsitos bilaterais de elementos e compostos químicos entre o meio físico (inorgânico) e os seres vivos (orgânico). Somente microrganismos, no caso algumas bactérias e arquéias (seres também unicelulares e procariontes, mas ainda mais primitivos), realizam a quimiossíntese. Compreende-se, então, o caráter biogeoquímico e microbiológico dela.
“Duas etapas”
Camila aponta que a quimiossíntese em toda sua amplitude pode ser resumida a duas etapas. “A primeira envolve diversos elementos e ou compostos para haver a oxidação ou redução. A energia gerada dessa reação será importante para a incorporação do carbono, produzindo matéria orgânica de uma maneira muito semelhante à fotossíntese”, explica a professora.
De maneira resumida, essas duas etapas são reações de oxirredução e de bioenergética respectivamente. A primeira, também conhecida como redox, acontece na presença contígua entre elementos químicos (agrupados ou não em compostos) com tendência a doar (agente redutor) e a receber (agente oxidante) elétrons. O trânsito das partículas subatômicas implica na produção de energia elétrica.
A produção bioenergética dos seres quimiossintetizantes, segundo o capítulo Chemosynthesis(do qual Camila é coautora) envolve uma série de reações bioquímicas em sequência conhecidas como Ciclo de Calvin e que também se faz presente nas plantas durante a “fase escura” da fotossíntese. Os quimiossintetizantes suprem a integral carência de luz com mais reações prévias de oxirredução. Por mais primitiva que seja, a vida microbiana nas profundezas é apenas adaptada.
Diferentes substratos
A presença de agentes oxidantes e redutores não só define o potencial de produtividade quimiossintética de uma área, mas também sua vida microbiana. A quimiossíntese engloba muitos processos referentes à diversidade de substratos (elementos e ou compostos químicos) oxidantes e redutores, sendo cada tipo relacionado a um grupo preferencial de microrganismos quimiossintéticos. Assim, as reações variam, mas sempre ocorrem em “duas equações”.
Por exemplo, gás hidrogênio (H2) em altas concentrações beneficia as bactérias oxidantes de hidrogênio. O elemento enxofre (S) propicia as bactérias redutoras de enxofre; o composto iônico amônio (NH4+), as bactérias oxidantes de amônia. Além da questão de substrato, tais microrganismos podem ser dependentes de O2 (aeróbicos) ou não (anaeróbicos).
O capítulo elenca algumas relações substrato-microrganismo com base na sua produção energética, mas que  ainda não despertou grandes interesses econômicos.
Dentre os processos quimiossintéticos expostos, encontram-se:
Os hotspots, áreas de maior atividade quimiossintética, dependem da natureza de seus respectivos substratos. Enxofre, um elemento relacionado a regiões vulcânicas, é mais encontrado nas imediações de algumas fontes hidrotermais da crosta marinha. Amônio e gás hidrogênio, por outro lado, são mais presentes nas zonas pelágicas (região onde vivem seres que não dependem do fundo marinho).
História e perspectivas
O funcionamento geral da quimiossíntese, o qual possibilita a vida no escuro, é algo estabelecido há muito tempo. O termo foi cunhado pelo cientista alemão Wilhelm Pfeffer em 1897, inspirado na experiência do russo Sergei Winogradsky na década anterior. É especificamente a quimiossíntese marinha que interessa a Camila e a poucos mais, comparada a outras linhas de pesquisa oceanográfica. E ela é relativamente nova.        
O “surgimento da hipótese da presença de microrganismos quimiossintéticos sustentando a biodiversidade até então desconhecida [em ecossistemas marinhos]” veio com o microbiologista Holger Jannasch a partir da descoberta das fontes hidrotermais por Peter Lonsdale, em 1977, no rifte das Ilhas Galápagos, sagradas para a comunidade científica desde Charles Darwin.
Como pontuado pelo capítulo Chemosynthesis, a área carece de pesquisas em águas continentais e solos, onde também vivem microrganismos quimiossintéticos aquáticos. Além disso, faltam mais análises comparativas entre ecossistemas marinhos diversos.
Isso é um dos motivos para a importância da mais recente expedição do Marine E-tech, um projeto internacional, financiado pela Fapesp, focado na investigação da região da Elevação do Rio Grande. Amostras de crostas polimetálicas, de sedimentos e de coluna d’água (água de diferentes profundidades) foram coletadas para responder objetivos científicos das diversas áreas da Oceanografia.
Camila não esteve em campo, pois o embarque coincidiu com o concurso para novo docente do IOUSP, entre fevereiro e março deste ano. As amostras se juntaram, em seus estudos, às coletadas por ela nas proximidades da Cadeia de Vitória-Trindade, em 2017, e no oeste da Península Antártica, no início de 2016. Estas se limitam à coluna d’água e são voltadas especificamente à análise das bactérias aeróbicas oxidantes de amônia em uma região muito afetada pelas mudanças climáticas.
Essas pesquisas têm sido mais rotineiras para a pesquisadora desde que entrou no IOUSP, como pós doutoranda, à convite da professora Vivian Pellizari. As duas se conheceram em uma pesquisa de campo na Antártica. E, desde então, Camila faz questão de expor seu agradecimento pela cooperação em diversos estudos.
Na segunda semana de abril, entretanto, a professora, que pertencerá oficialmente ao semestre letivo dos estudantes do IOUSP em agosto, dedicou-se a colaborar em aulas da pós-graduação que ocorreram na base de Ubatuba, a mesma da qual foi barrada na adolescência. Ela portou suas credenciais, mas não precisou mostrá-las.
Fonte: AUN - AGÊNCIA UNIVERSITÁRIA DE NOTÍCIAS



Diretoria-Geral de Navegação realiza cerimônia de transmissão de cargo

12:00

Comandante da Marinha preside transmissão de cargo de Diretor-Geral de Navegação
 
No dia 23 de abril, foi realizada a solenidade de transmissão do cargo de Diretor-Geral de Navegação, no Centro de Instrução Almirante Graça Aranha. Na ocasião, o Almirante de Esquadra Paulo Cezar de Quadros Küster, atual Comandante de Operações Navais, passou a direção para o Almirante de Esquadra Leonardo Puntel.
 
Presidida pelo Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, a cerimônia teve a presença de chefes navais, autoridades civis e militares. Esta foi a segunda passagem de cargo após a Diretoria-Geral de Navegação ter sido desvinculada do Comando de Operações Navais, em agosto de 2015.
 
Completando cinquenta anos em 2018, a Diretoria-Geral de Navegação, como Órgão de Direção Setorial, tem sido submetida a crescente demanda de suas atividades, particularmente as relacionadas a assuntos marítimos, segurança da navegação, hidrografia, oceanografia e meteorologia.

Fonte: Marinha do Brasil

Simpósio de Segurança do Navegador Amador reforça importância da segurança na navegação amadora

09:16

Com a missão de contribuir para a consolidação de uma mentalidade de segurança e promover a capacitação de centenas de pessoas para conduzirem embarcações de esporte e recreio com consciência e responsabilidade, o XV Simpósio de Segurança do Navegador Amador permitiu aos participantes o aprendizado teórico e prático referentes às “Normas da Autoridade Marítima que tratam de Amadores e Embarcações de Esporte e/ou Recreio”. 

O evento foi realizado entre os dias 12 e 15 de abril, no Colégio Naval, em Angra dos Reis (RJ). Houve também treinamento para condução de moto aquática, dia de mar, ciclo de palestras e exames para habilitação de Amadores. Os aprovados nos exames receberam as carteiras de habitação de Amador no novo modelo com foto.
 
Exercício de sobrevivência no mar: natação coletiva
 
Apoiado pela Marinha do Brasil, por intermédio da Diretoria de Portos e Costas, e coordenado por Carlos Brancante, o simpósio teve sua abertura oficial realizada no dia 14 de abril pelo Comandante da Marinha e Autoridade Marítima Brasileira, Almirante de Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira, e contou com a presença de autoridades militares, civis e navegadores experientes.
 
A programação teve início no dia 12, com a realização de aulas práticas de moto aquática para a capacitação na categoria Motonauta. O dia seguinte, 13, foi dedicado ao “Dia de Mar”, no qual os participantes receberem instruções e vivenciaram, a bordo de navios da Marinha e da embarcação civil Lord Gato, exercício de disparo de artefatos pirotécnicos, a utilização de equipamentos, balsas, coletes salva-vidas, navegação de baixa visibilidade, navegação por radar, exercício de resgate de homem ao mar, abandono de embarcação, noções de primeiros socorros, meteorologia, prevenção de incêndio, demonstração de resgate de náufrago por aeronave, entre outras.
 
No domingo, último dia do evento, houve aplicação de provas para 174 candidatos nas seguintes categorias: Arrais Amador, Mestre Amador e Capitão Amador. As carteiras de habilitação, já no novo modelo com foto, foram emitidas e entregues aos aprovados no mesmo dia da realização dos exames.

Durante palestra sobre a importância do Simpósio, o então Diretor de Portos e Costas, Vice-Almirante Wilson Pereira de Lima Filho, afirmou que a segurança da navegação é uma corrente de vários elos e que o condutor da embarcação possui grande responsabilidade e é um dos mais importantes elos dessa corrente. ”A desobediência às Normas não pode ocorrer. É primordial a participação de todos os envolvidos, como os proprietários de embarcação, tripulantes, amadores em não desrespeitarem as leis e regras afetas à segurança da navegação; além dos usuários, efetuando suas denúncias. Todos possuem um papel fundamental para evitar acidentes”.
 
O Comandante da Marinha afirmou, durante o discurso de abertura do evento, que esse Simpósio desperta essencialmente a mentalidade de segurança. “Para as pessoas aprenderem aqui e depois divulgarem para o Brasil inteiro como é importante tomar pequenas providências que fazem a diferença na condução de uma embarcação”.
 
Demonstração de resgate de náufrago por aeronave

Fonte: Marinha do Brasil

Atleta da Marinha do Brasil é a primeira brasileira na regata Volvo Ocean Race

07:30

Sargento Martine Grael durante regata treino da Volvo Ocean Race
 
A Terceiro-Sargento e atual campeã olímpica de vela na classe 49er FX Martine Grael é a primeira brasileira a participar da Volvo Ocean Race. Ela comentou sobre sua carreira militar-naval, no dia 18 de abril, a bordo do veleiro AkzoNobel, durante uma regata treino da competição, que ocorreu de 5 a 22 de abril, na cidade de Itajaí (SC).
 
Durante o treino, a Sargento Martine falou da sua satisfação em participar do Programa Olímpico da Marinha (Prolim). “Eu sou apoiada pela Marinha desde longa data, sendo meus primeiros apoiadores quando iniciei uma carreira olímpica. Todo esse incentivo foi fundamental para que eu e minha dupla, a Kahena, obtivéssemos grandes resultados”, comentou a atleta Martine Grael, que faz parte da equipe holandesa AkzoNobel, ressaltando que a Marinha do Brasil representa muito em sua trajetória de vida, principalmente na sua história na vela.
 
O Prolim tem, entre os seus objetivos, estimular a prática da educação física e do esporte no âmbito da Força Naval; captar, pela seleção e recrutamento, atletas com desempenho excepcional, para fornecer-lhes formação militar-naval e incorporação à Marinha, visando a apoiá-los técnica e financeiramente como atletas militares de alto rendimento da Marinha; e contribuir para o processo de inclusão social, por meio de projetos de base, oferecendo aos jovens de comunidades de baixa renda o acesso à prática desportiva de qualidade, proporcionando-lhes o desenvolvimento físico adequadamente assistido, de modo a permitir a revelação de novos talentos para o esporte.
 
 
 
A atleta ressaltou a importância da Marinha em sua trajetória de vida
Fonte: Marinha do Brasil

Mário Povia é nomeado diretor-geral da ANTAQ

05:56

Mário Povia foi nomeado diretor-geral da ANTAQ, com mandato até 18 de fevereiro de 2020.
O advogado e engenheiro Mário Povia foi nomeado para o cargo de diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários – ANTAQ pelo presidente da República, Michel Temer, com mandato até 18 de fevereiro de 2020. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União.

Povia está em seu segundo mandato como diretor-geral. Fotos: ASC/ANTAQ.

Mário Povia já havia exercido o cargo de diretor-geral em seu primeiro mandato como diretor efetivo da Agência (05/05/2014 a 18/02/2016). Povia é formado em Direito pela Universidade Paulista e em Engenharia Operacional Elétrica pelo Mackenzie. Cursou extensão universitária como bacharel em Administração de Empresas, especialização em Direito Processual, ambos pelo Mackenzie, e o MBA em Regulação de Serviços Públicos pela Fundação Getúlio Vargas.
Ingressou na ANTAQ por concurso público em janeiro de 2006, na função de especialista em regulação, tendo atuado na Gerência de Portos Públicos e na Gerência de Fiscalização Portuária. Na Agência, também ocupou os cargos de assessor da então Superintendência de Portos (SPO), assessor técnico da Diretoria de Regulação, superintendente substituto de Fiscalização e Coordenação das Unidades Administrativas Regionais e superintendente de Portos. Presidiu o Conselho de Autoridade Portuária (CAP) do Porto de São Sebastião e exerceu a função de diretor interino (12/12/2012 a 05/05/2014).
Fonte:ANTAQ

Marinha encerra a Operação Rios de Cidadania na região da Ilha do Marajó (PA)

05:50




Entre os dias 08 e 19 de abril, o Navio-Auxiliar Pará, subordinado ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte, realizou a Operação Rios de Cidadania em parceria com diversos órgãos públicos como Justiça Federal, Tribunal de Justiça do Estado do Pará, INSS, Fundação Propaz e Sebrae.
A Operação teve como propósito levar atendimentos médicos, odontológicos e de resgate a cidadania, totalmente gratuitos a 04 comunidades da região da Ilha do Marajó-PA: São Sebastião da Boa Vista, nos dias 09 e 10 de abril, Breves no período de 11 a 13 de abril, Portel de 14 a 16 de abril e por fim a cidade de Melgaço nos dias 17 e 18 de abril, sendo esta última, a cidade de menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do país.
No total a Marinha realizou 947 consultas médicas, 442 consultas odontológicas, 802 procedimentos laboratoriais, 321 exames de mamografia além de distribuir 14.585 medicamentos após as consultas. Pelos órgãos públicos foram realizados 1383 atendimentos de atermação com e sem perícia, 70 reconhecimentos de união estável, 338 emissões de segunda via e retificações de Registro Civil, 1.258 emissões de RG, 511 emissões de CPF, 69 aberturas de CNPJ, além de 1.577 orientações jurídicas e empresariais.
Ao término da Operação, o Capitão de Corveta Rogerio Almeida Gomes Ferreira, Comandante do Navio-Auxiliar Pará ressaltou" nunca tinha visto a pobreza tão de perto, realizar esse tipo de Operação é fundamental para essas pessoas. Espero que em breve possamos voltar e realizar um número atendimentos ainda maior".  

Fonte: Assessoria de Comunicação Social Comando do 4º Distrito Naval

Visita monitorada ao Museu do IOUSP 18/04/2018

06:57


O Serviço de Museu Oceanográfico do IOUSP, chefiado por Sergio Castro, recebeu em 18 de abril de 2018, a visita da Fundação Bradesco de Campinas, SP.  

O monitor Pedro Campos, graduando de Geografia da FFLCH da USP, instruiu  os alunos a conhecerem os vários aspectos da  ciência Oceanográfica e as pesquisas realizadas no Instituto Oceanográfico da USP. 

A monitoria incluiu também a apresentação da exposição,  incorporada recentemente ao acervo, intitulada: Água uma viagem no mundo do conhecimento,  com a curadoria de Elisabete Braga, atual diretora da Unidade.  

Fonte: IOUSP
Crédito fotográfico: Luciano Souza, divulgação: Eloisa Maia

Praticagem enaltece Lima Filho e a chegada do Almirante Roberto na DPC

10:14

A Praticagem do Brasil prestigiou a cerimônia de transmissão de cargo da Diretoria de Portos e Costas (DPC) da Marinha do Brasil, representante da Autoridade Marítima responsável por todas as normas e atividades destinadas a garantir a segurança do tráfego aquaviário, a salvaguarda da vida humana no mar e a prevenção à poluição hídrica, além da administração do Sistema do Ensino Profissional Marítimo (SEPM).

O Almirante Roberto, que ocupava o cargo de Chefe do Estado-Maior do Comando de Operações Navais (ComOpNav), assumiu o posto exercido pelo então Diretor de Portos e Costas, Almirante Lima Filho, que presidirá o Tribunal Marítimo a partir de 27 de julho. A cerimônia, conduzida pelo Diretor Geral de Navegação (DGN), Almirante Küster, aconteceu nesta terça-feira (17/04), no Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga). Teve a presença do Comandante da Marinha, Almirante Leal Ferreira, além de diversas autoridades.
– Trabalhar para assegurar o cumprimento da Lei de Segurança do Tráfego Aquaviário e, consequentemente, a prevenção da poluição hídrica e a salvaguarda da vida humana no mar é missão da DPC. Nesse sentido, a interlocução com a Praticagem é fundamental e tem sido excelente. O Almirante Lima Filho, que no ano passado nos deu a honra de sua visita, deixa o posto com excelente nível de segurança na navegação. Não à toa, recebeu várias homenagens. Ao mesmo tempo, ficamos felizes com a escolha do Almirante Roberto – disse o diretor-presidente do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra), prático Gustavo Martins.
Natural do Amazonas, o Almirante Roberto iniciou a carreira como Oficial da Marinha em 1983. Antes de ser o Chefe do Estado-Maior do ComOpNav, foi Diretor de Gestão de Programas Estratégicos (DGePEM) e Diretor do Pessoal Civil da Marinha (DPCvM). Na nova diretoria, terá ainda o desafio do apoio técnico às 27 Capitanias, 15 Delegacias e 21 Agências espalhadas pelo país.
Lima Filho, que assumiu a DPC em 2015, passará a presidir o Tribunal Marítimo em julho. Foram 41 anos de serviços prestados à Marinha do Brasil, tendo sido ainda Capitão dos Portos de Alagoas e do Rio de Janeiro, Comandante das Forças Marítimas na Operação Panamax 2012 (exercício militar de mais de 15 países voltado à segurança do tráfego no Canal do Panamá) e do 8º Distrito Naval.
– Durante os dois anos e oito meses em que estive no timão desta relevante Diretoria Técnica, procurei empregar meus conhecimentos e minhas capacidades no meu limite, buscando inovar e aprimorar normas e procedimentos, acompanhando de perto os constantes desafios enfrentados pelos Ciaga, Ciaba e pelas 63 Capitanias dos Portos, suas Delegacias e Agências. Sempre que necessário, ouvi as comunidades marítima, náutica e portuária, buscando o melhor para a segurança da navegação, para o comércio marítimo nacional e para o país, tendo sempre a legalidade e a transparência como cláusulas pétreas – afirmou Lima Filho em sua despedida, citando o Conapra entre os agradecimentos, pelo “diálogo franco e produtivo”.
Fonte: Praticagem do Brasil

Praticagem investe em projetos de energia renovável da EFOMM

15:42

O apoio da Praticagem do Brasil ao Grêmio de Vela e Remo da Escola de Formação de Oficiais da Marinha Mercante (EFOMM) foi ampliado ao Grêmio de Eficiência Energética da unidade de ensino do Centro de Instrução Almirante Graça Aranha (Ciaga). Além de contribuir no incentivo ao esporte e a uma mentalidade marítima mais forte entre os jovens, a Praticagem agora investe em projetos de energia renovável que já rendem frutos.
No dia 17 de março, a equipe do Barco Solar, construído pelos alunos do Grêmio, participou da barqueata em homenagem a São José. O evento, organizado pela Paróquia São José da Lagoa em parceria com a Equipe Arariboia da Universidade Federal Fluminense (UFF), aconteceu no Clube Naval Piraquê, na Lagoa Rodrigo de Freitas. Depois, ocorreu uma regata com barcos solares, vencida pela equipe da EFOMM do Ciaga. A premiação será na Escola Naval nesta quinta-feira (12/4), às 16h.
Criado no segundo semestre de 2017, o Grêmio de Eficiência Energética é um desdobramento do Projeto de Gestão e Eficiência Energética (CON ENERGIA) da Marinha do Brasil, que busca reduzir custos com energia elétrica e inserir a instituição no cenário de modelos mais eficientes e sustentáveis.
O Grêmio também conta com parcerias da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Escola Técnica do Arsenal de Marinha (ETAM). Outros projetos dos alunos são: um carro elétrico e movido a energia solar, uma bicicleta elétrica e a iluminação externa solar do Ciaga.
– Hoje, a Praticagem é fundamental para o desenvolvimento de estudos e projetos. Sem ela, o Barco Solar não teria saído do papel – diz o professor Leonardo Durães, do Ciaga.
fonte: Praticagem do Brasil