Poli USP abre inscrição para aluno especial de mestrado e doutorado

08:15

As vagas estão disponíveis nas disciplinas do 3º período do Programa de Pós-Graduação do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo (Foto: Poli/USP)
Agência FAPESP – A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) abriu inscrições para alunos especiais – matriculados apenas em disciplinas isoladas, sem vínculo com o Programa –  nas disciplinas do 3º período do Programa de Pós-Graduação do Departamento de Engenharia de Minas e de Petróleo. O período letivo é de 12 de setembro a 14 de dezembro.
As aulas na linha de pesquisa de petróleo são ministradas no campus de Santos, e as de mineração no campus Butantã, em São Paulo. O programa conta atualmente com 39 disciplinas ativas e cadastradas, ministradas regularmente em intervalos anual, bienal e trienal. Para ingresso como aluno regular, os interessados deverão participar do processo seletivo, que será divulgado por meio de edital.
Interessados devem realizar a inscrição nos dias 22 e 23 de agosto na secretaria do Departamento, em São Paulo, à av. Prof. Mello Moraes, 2.372, Butantã, ou em Santos, à praça Coronel Narciso de Andrade, s/n, Vila Matias.
No ato de inscrição os candidatos devem apresentar os formulários solicitados.  
Mais informações podem ser encontradas no site do Departamento
A lista de disciplinas oferecidas no 3º período de 2016 e outras informações estão disponíveis em www.pmi.poli.usp.br/?page_id=258.

Desmatamento será divulgado em tempo real

00:00

Jorge Cardoso/MMA

Determinação do ministro Sarney Filho, anunciada no (30/06), vale para os dados relativos à Amazônia e ao Cerrado.



LUCAS TOLENTINO
O ministro do Meio Ambiente, Sarney Filho, determinou que os dados relativos ao desmatamento na Amazônia e no Cerrado sejam disponibilizados em tempo real. O anúncio ocorreu nesta quinta-feira (30/06), em Brasília, no Debate sobre os Quatro Anos do Código Florestal, na Frente Parlamentar Ambientalista. Sarney Filho defendeu, ainda, a transparência da gestão e anunciou que agilizará a conclusão do Cadastro Ambiental Rural (CAR). 
A previsão é que, dentro de três meses, os índices de desmate comecem a ser divulgados instantaneamente pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). “Não tem sentido a demora em divulgar esses dados que são feitos em tempo real”, declarou Sarney Filho. Segundo ele, a disponibilização das informações baseadas em imagens de satélite é fundamental para as políticas de combate ao corte ilegal de vegetação. 
Com a medida, o cerco ao desmatamento se fechará, também, no segundo maior bioma da América do Sul. “Esse é o ano do cerrado”, destacou o ministro. “Tão logo entrem (os dados de) desmatamento no cerrado, eles já vão ser divulgados em tempo real também”, explicou Sarney Filho. O objetivo, de acordo com ele, é permitir que a sociedade civil organizada tenha cada vez mais participação nesse controle. 
ANTECIPAÇÃO
A intenção de Sarney Filho é acelerar o processo de cadastramento ambiental dos imóveis rurais em todo o território brasileiro. Pela legislação, os proprietários dos terrenos têm até 31 de dezembro de 2017 para fazer a inscrição na base de dados do governo. O ministro, no entanto, pretende concluir o processo antes disso. “Vamos tentar antecipar para ver se, em menos de 10 meses, conseguimos concluir o CAR”.
Para o ministro, a participação da sociedade civil e de todas as instâncias de governo é essencial para o andamento das políticas ambientais do país. “Não vamos admitir a prorrogação (do Cadastro Ambiental Rural)”, garantiu Sarney Filho. “A gestão socioambiental é feita com transparência e parceria e, dentro dessas duas vertentes, não vamos deixar que qualquer retrocesso corroa nossos avanços”, acrescentou Sarney Filho. 
SAIBA MAIS
Em nível nacional, a área inserida no CAR cresceu quase 51 milhões de hectares em maio e alcança, hoje, 90% da área estimada para cadastramento. Instituído pelo novo Código Florestal, Lei nº 12.651/12, o Cadastro Ambiental Rural (CAR) contém informações georreferenciadas sobre áreas dedicadas à manutenção de vegetação nativa e sobre as áreas produtivas do imóvel. O cadastro é autodeclaratório e deve ser feito por todos os proprietários ou possuidores de imóveis rurais do país.
FONTE:
Assessoria de Comunicação Social (Ascom/MMA): (61) 2028-1227
LUCAS TOLENTINO

Jorge Cardoso/MMA

MODERNIDADE E TECNOLOGIA

17:30


A Praticagem de São Paulo recebeu nesta segunda-feira, dia 11,

a visita de membros da Procuradoria Especial da Marinha.



O Vice-Almirante Domingos Savio Almeida Nogueira, Diretor da Procuradoria, destacou ao final do encontro: "Cumprimento a direção e o colegiado de práticos de Santos que mantêm uma tradição secular desse serviço no porto de maior importância do país. Ao podermos visitar a Praticagem de Santos, neste moderno prédio, com o C3OT, estado da arte de modernas tecnologias de controle de tráfego de navios, nos orgulhamos pelo estágio alcançado". A procuradora Capitão-Tenente Paula Bastos concluiu que "as demonstrações sobre os serviços efetuados pela Praticagem serão de grande valia para os Procuradores da Procuradoria Especial da Marinha".
Os visitantes foram recebidos pelo presidente da Praticagem, Claudio Paulino, pelo presidente do Sindicato dos Práticos, Carlos Eloy, e por vários Práticos e colaboradores. A comitiva foi integrada também pelas procuradoras Primeiro-Tenente Daniella Schumacker e Primeiro-Tenente Diana Cortez.

Fonte: Mar Aberto

Atuação da Praticagem na Amazônia foi tema de Sessão Especial na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas

10:57

A importância do setor, as características da profissão e o trabalho desenvolvido pelos práticos na Amazônia foi tema de palestra do presidente do Conselho Nacional de Praticagem, Gustavo Martins.


Responsável por garantir a segurança da navegação no acesso aos portos em todo o mundo, a Praticagem, atividade essencial e privada, foi tema de sessão especial na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), no dia, 12 de julho, às 12h, no Plenário Ruy Araújo. A sessão foi marcada a partir da aprovação do Requerimento nº 1281/16, de autoria do deputado Sabá Reis (PR). O tema do evento foi “Praticagem do Brasil e sua atuação na Amazônia Legal”.

 O diretor-presidente do Conselho Nacional da Praticagem (Conapra), Gustavo Martins, e representantes da praticagem da região amazônica fizeram palestras durante a sessão, abordando as atividades desempenhadas pelos práticos, profissionais que contribuem para a movimentação do comércio exterior, importação e exportação, de todo o país.
De acordo com Martins, a presença do prático dentro dos navios de grande porte é substancial para garantir maior eficiência e segurança à navegação. Com formação náutica de excelência, o profissional tem como principal característica o conhecimento técnico da navegação em águas restritas, tais como: variações das correntes, ventos, marés e profundidades.
“Os práticos são profissionais habilitados pela Marinha que assessoram os comandantes na entrada e saída dos portos. Eles compõem a lista de profissionais que garantem o cumprimento da Lei 9.537/1997, que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição nacional e dá outras providências”, afirmou.
O Brasil conta com 22 Zonas de Praticagem (ZP) e a região amazônica responde por três delas. Em Manaus, as empresas PROA e Manaus Pilots atuam no limite da ZP 02 – que compõe a rota de Itacoatiara (AM) a Tabatinga (AM) –, contando com toda a infraestrutura necessária de apoio aos serviços de Praticagem, como serviços de comunicação e coordenação de tráfego marítimo. A terceira ZP da região amazônica fica em Belém.
O diretor-presidente do Conapra comenta que a atividade é essencial à segurança, porque reduz muito a possibilidade de acidentes, que podem custar a vida de pessoas, provocar danos ao meio ambiente, aos próprios navios e instalações portuárias e, ainda, prejuízos de milhões de dólares em cargas.
Martins exemplifica que, no início de julho, a atuação de um prático foi fundamental para evitar um desastre ambiental marítimo na Baía de Guanabara, já que um navio carregado de gás apresentou uma falha técnica que fez com que o leme da embarcação travasse, impedindo qualquer manobra. O prático havia embarcado com a tarefa de conduzi-lo para as proximidades do terminal de Gás Natural da Petrobras (GNL). Se não fosse sua habilidade técnica, a colisão com o forte de Santa Cruz seria iminente e causaria grande explosão.
Segundo a Associação Internacional de Clubes de Proteção Mútua dos Armadores (International Group of P&I Clubs, em inglês) o índice de acidentes com práticos a bordo no Brasil é de apenas 0,002% (dois milésimos por cento), similar ao dos Estados Unidos, mesmo com as gritantes diferenças de recursos e de infraestrutura.

“A Praticagem brasileira é parte da solução do Brasil. É parte daquilo que faz os portos brasileiros funcionarem além de suas capacidades”, pontuou Gustavo Martins.
FONTE;/em  /por