Amazul irá elaborar projeto de usina de enriquecimento de urânio

05:45

Antonio Carlos Guerreiro (diretor-presidente da Amazul) e Carlos Freire Moreira  
                                                          (presidente da INB) na solenidade de assinatura do contrato. foto: INB

A Amazul assinou termo de execução descentralizada (TED) para elaborar o projeto básico da segunda fase da Usina Comercial de Enriquecimento de Urânio da INB – Indústrias Nucleares do Brasil, em Resende (RJ). O trabalho terá duração de 14 meses, com investimento de R$ 8 milhões. A meta da INB é alcançar a capacidade de abastecer com combustível nuclear as usinas de Angra 1 e Angra2.

 A INB produz urânio enriquecido a 5% em peso por meio do processo de centrifugação, para a fabricação dos combustíveis nucleares que abastecem parcialmente as usinas Angra 1 e Angra 2. O enriquecimento é realizado em cascatas, sendo que cada uma contém várias ultracentrífugas em série, aumentando gradativamente o teor de enriquecimento do U235. Desta forma, um conjunto de ultracentrífugas forma uma cascata e o conjunto de cascatas constitui um módulo.

 Na Fábrica de Combustível Nuclear da INB está localizada a Usina de Enriquecimento de Urânio, que atende atualmente, com sete cascatas em operação, cerca de 45% da quantidade média anual de urânio enriquecido necessária para abastecer a central nuclear Angra 1, sendo que o restante é importado.

 A INB pretende ter capacidade de tornar o Brasil autossuficiente na produção de combustível nuclear, atendendo plenamente às recargas de Angra 1, 2 e, futuramente, Angra 3, e está em fase de ampliação da Usina de Enriquecimento de Urânio.

Parceria

    A parceria da Amazul com a INB começou em 2015, quando a empresa assinou contrato para a elaboração de projeto conceitual e básico da Unidade de Testes e Preparação de Equipamentos Críticos e Treinamento da Fábrica de Combustíveis Nucleares.

Fonte: Amazul
 

Praticagem do Estado de S. Paulo participa de manobra inédita em São Sebastião

04:25


 Já imaginou um navio de 250 metros submergir e voltar depois, com outro navio menor em sua plataforma? Parece filme, mas não é. Essa manobra inédita aconteceu nesta semana, no Canal entre São Sebastião e Ilhabela, coordenada pela Praticagem do Estado de São Paulo, tendo sido iniciada na terça-feira e encerrada na quarta-feira.

O navio submersível doca Xin Guang Hua, de Hong Kong, com 255 metros de comprimento, que chegou no dia 19, foi posicionado com precisão em local específico, onde foi submergido parcialmente até a profundidade de 27 metros, para receber em seu convés-plataforma o navio Chipol Taihu, de 188 metros de comprimento. Este navio estava com os sistemas de propulsão e de geração de energia avariados, tendo sido rebocado do porto do Rio Grande.

As duas embarcações são da mesma operadora, a Cosco China, que resolveu montar esse esquema delicado para garantir que o navio e sua valiosa carga, de cerca de 40 mil toneladas de toras de madeira para a indústria de celulose, fossem levados com segurança para a China. A Marinha do Brasil e a Autoridade Portuária de Santos acompanharam toda a operação, mas previamente já tinha sido constatado que não haveria nenhum risco ambiental.

Toda a operação foi realizada pela Praticagem do Estado de São Paulo, com a assessoria de dois práticos: Hermes Bastos e Flavio Peixoto. O prático Hermes, que atuou na manobra, explica a operação: “A Praticagem de São Sebastião foi consultada sobre a possibilidade de acompanhar essa manobra de imersão do navio doca e de docagem do navio avariado. Além de nós, a companhia chinesa também fez contatos com a praticagem do Rio de Janeiro, para realizar a operação na Ilha Grande, e praticagem da Bahia, para realizar na baia de Todos os Santos, em Salvador. Nós tínhamos uma data limite, até o início de dezembro, devido à chegada dos navios de cruzeiro que ocupariam a área escolhida para a operação. Mas ficou decidido que a operação seria realizada em torno de 15 a 20 de novembro. Assim que o serviço foi contratado, fizemos o levantamento batimétrico, com nossa equipe de batimetria, utilizando sonda multifeixe, que forneceu dados bastante detalhados das profundidades locais. Encontramos uma área bem grande, de 34 metros de profundidade, ideal para o que necessitavam, e as condições meteorológicas (vento, corrente, ondulação e visibilidade) esperadas também seriam favoráveis para a execução do trabalho”.
Hermes conta que os superintendentes das operações de docagem da Cosco vieram especialmente da China, para acompanhar a operação no navio. Também veio o representante da empresa Zvitzer de rebocadores, que executou toda a faina de reboque, desde o Rio Grande até a fase final da manobra. Foram realizadas na sede da Praticagem do Estado de São Paulo três reuniões preparatórias com todas as equipes envolvidas para cobrir todos os detalhes da delicada operação.


O navio doca entrou na Barra Norte e foi fundeado pelos práticos, com precisão na posição determinada, no dia 19 pela manhã. Na quarta, às 4 da manhã, começou a operação para submergir parcialmente o Xin Guang Hua, que só terminou às 8 horas. Após submergir, foi até 27 metros (para dar uma ideia, o equivalente a um prédio de oito andares) para atingir a profundidade desejada e com água suficiente para receber a embarcação avariada. Depois, foi mantido alinhado contra a corrente e o vento, pelo prático Hermes, usando os rebocadores. Enquanto isso, às 6 da manhã, o prático Flávio embarcava no navio avariado, o Chipol Taihu, sem propulsão e sem energia, puxado por três rebocadores, para o ponto de encontro com o navio semissubmerso.”

Após 2 horas de reboque no canal de São Sebastiao, o prático Flávio entregou o navio Chipol Taihu na posição desejada. A partir desse ponto, o navio foi cuidadosamente puxado para dentro da plataforma-doca do navio Xing Guang, auxiliado por rebocadores e cabos especiais. “Foram três horas e meia só para deslocar o navio avariado por cerca de 200 metros, tudo muito lentamente para evitar um acidente. A outra etapa seria trazer o navio doca novamente para a profundidade normal, de navegação, após receber a carga. Para isso, eles bombeiam para fora a água dos tanques de lastro, até chegar ao nível de flutuabilidade necessária, com cerca de 11 metros de calado. Depois disso, nos dias subsequentes, serão feitas as soldas das estruturas no convés de carga, formando um picadeiro para apoiar o navio avariado com segurança, para garantir estabilidade e sustentar a embarcação até a viagem à China”, complementou Hermes.

Fonte: Praticagem de São Paulo



Submarino “Riachuelo” realiza teste de imersão estática

10:12

O Submarino “Riachuelo”, primeiro dos quatro submarinos de propulsão diesel-elétrica em construção no âmbito do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB)foi submetido, com sucesso, no dia 20 de novembro, ao teste de imersão estática, procedimento decisivo para avaliação de suas condições de estabilidade no mar.

Submarino “Riachuelo” em manobra de desatracação do Cais 12,
no Complexo Naval de Itaguaí

O teste foi realizado na área sul da Ilha de Itacuruçá, a cerca de 4 milhas náuticas do Complexo Naval de Itaguaí, na Baía de Sepetiba, local onde foi instalada uma boia poitada ao fundo à qual o submarino permaneceu amarrado até seu retorno à superfície.

Submarino ”Riachuelo” amarrado à boia para início
do teste de imersão estática

A imersão estática do “Riachuelo” consistiu na admissão controlada da água nos tanques de lastro do submarino, até ficar completamente submerso, sem o uso de sua propulsão. O procedimento destinou-se a assegurar não apenas a estanqueidade e estabilidade longitudinal e transversal do submarino quando mergulhado, como também o registro do volume de água que foi admitido nos tanques internos de compensação e de trimagem. Esses valores foram utilizados para determinar com precisão o deslocamento do “Riachuelo” na condição de imersão.

Submarino ”Riachuelo” durante a execução do teste de imersão estática

A imersão estática foi o primeiro de uma série de testes de aceitação no mar, que serão conduzidos a partir de dezembro deste ano. As avaliações terão por finalidade verificar o desempenho da plataforma, dos equipamentos e dos sistemas do submarino, tanto na superfície como em imersão, a serem conduzidos pela tripulação de recebimento, sob a fiscalização da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear e a responsabilidade da Itaguaí Construções Navais (ICN) / Naval Group. Ao final, será realizado o lançamento de torpedos F21 e de mísseis submarino-superfície SM-39, com o objetivo de testar a eficácia do sistema de combate.

Submarino ”Riachuelo” completa com sucesso sua imersão estática e as verificações correspondentes

Os testes em ambiente operacional do “Riachuelo” representam mais uma etapa relevante para o avanço do PROSUB, Programa aderente à Estratégia Nacional de Defesa. Ao contribuir para o fortalecimento do Poder Naval brasileiro, o PROSUB estimula o desenvolvimento do parque industrial nacional, asseverando também a elevada capacidade tecnológica absorvida pela Marinha e pela ICN na construção de submarinos de alta tecnologia.

Fonte: Marinha do Brasil

VIII WORKSHOP DE DIREITO MARÍTIMO

07:44

Com a finalidade de promover o debate e difundir competências na área do Direito Marítimo, o Tribunal Marítimo, realizará no dia 13 de Novembro de 2019, no Auditório do Centro Empresarial Internacional Rio - RB1, Av. Rio Branco nº 1, Centro, Rio de Janeiro, RJ, o VIII Workshop de Direito Marítimo do Tribunal Marítimo. Nesta edição, o tema central será “A Amazônia Azul, o Futuro da Cabotagem e o Descomissionamento de Plataformas de Petróleo”.


O público-alvo será formado por integrantes da esfera da Autoridade Marítima, do Judiciário – Juízes, advogados maritimistas, profissionais que atuam direta ou indiretamente com o Direito Marítimo, estudantes de Direito; e de empresas do segmento da navegação.
Traje: Civil – Passeio Completo / Militar – uniforme 5.5 ou correspondente.


Programação: Fonte: Tribunal Marítimo

Navio-Patrulha “Guaratuba” realiza combate a incêndio em lancha

14:44

Navio-Patrulha “Guaratuba” se aproxima de uma lancha em chamas nas proximidades da Ilha de Maré, na Bahia
 
No fim da tarde do dia 6 de novembro, o Navio-Patrulha “Guaratuba”, que regressava para a Base Naval de Aratu, após o emprego no monitoramento e contenção das manchas de óleo, avistou uma lancha, registrada com o nome de “Shekhinah”, em chamas, nas proximidades da Ilha de Maré, na Baía de Todos-os-Santos. O navio, subordinado ao Comando do 2° Distrito Naval (Com2ºDN), aproximou-se da embarcação e iniciou o combate ao incêndio.
 
A lancha seguiu para as proximidades da ilha, onde as profundidades são abaixo de dois metros, o que impediu a continuidade do combate pelo Navio-Patrulha. Uma embarcação da Capitania dos Portos da Bahia foi ao local e deu continuidade ao combate.
 
Os dois tripulantes foram resgatados no início do incêndio e encontravam-se sem ferimentos e, aparentemente, em boas condições de saúde.
 
Militares da Marinha do Brasil iniciam combate a incêndio em lancha

Fonte: Marinha do Brasil

Navio Polar “Almirante Maximiano” realizada primeira visita ao Porto de Punta Arenas, Chile, durante a 38ª Operação Antártica

07:46

Visita protocolar ao Comandante-em-Chefe da Terceira Zona Naval da
 Armada do Chile, em Punta Arenas
 
Entre os dias 25 e 28 de outubro, durante a 38ª Operação “Antártica”, o Navio Polar “Almirante Maximiano” atracou no porto de Punta Arenas, Chile, a fim de realizar reabastecimento e o embarque de pessoal com destino à Estação Antártica Comandante Ferraz.
 
Após a atracação, foram recebidos a bordo o Cônsul Honorário do Brasil em Punta Arenas, Mario Babaic; o Adido de Defesa e Naval no Chile, Capitão de Mar e Guerra Alexandre Taumaturgo Pavoni; e o Oficial às Ordens da Armada do Chile, Capitán de Fragata Juan Pablo Villanueva Alvarez de Toledo.
 
Ainda no dia 25 de outubro, o Comandante do Navio, Capitão de Mar e Guerra João Candido Marques Dias, acompanhado do Cônsul e do Adido de Defesa e Naval, realizou visita protocolar ao Comandante em Chefe da Terceira Zona Naval da Armada do Chile, Contra-Almirante Ronald Baasch Barberis.
 
A parada na cidade de Punta Arenas oferece aos “navios vermelhos” um importante ponto de apoio logístico, proporcionando, ainda, a espera da janela meteorológica para atravessar o Estreito de Drake, região conhecida por seus mares bravios.
 
No dia 28 de outubro, o navio suspendeu de Punta Arenas em direção ao continente antártico, tendo navegado pelos estreitos austrais, incluindo o famoso e importante Canal de Beagle.
 
 
Navio Polar “Almirante Maximiano” atracado no Muelle Pratt, em Punta Arenas

Fonte: Marinha do Brasil

Ricardo Falcão assume o Conapra novamente em fevereiro

07:02



O Vice-Presidente da Associação Internacional de Práticos Marítimos (IMPA), Ricardo Augusto Leite Falcão, do Grupo Bacia Amazônica Práticos, foi eleito para novo mandato de dois anos à frente do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra). A assembleia que ratificou o seu nome ocorreu no último dia do 43º Encontro Nacional de Praticagem, em Maceió (AL).

Ricardo Falcão substitui Gustavo Henrique Alves Martins no cargo de Diretor-Presidente do Conapra, a partir de fevereiro. O Prático Gustavo Martins, lotado em Paranaguá (ZP-17), foi eleito
para mandato de três anos como Presidente da Federação Nacional dos Práticos (Fenapráticos), que representa os profissionais no âmbito trabalhista, enquanto o Conapra é a associação das entidades de Praticagem com foco no aprimoramento técnico da atividade e da qualidade do serviço.

– Sou um Prático da Amazônia, amo o meu estado, o Amapá, e estou muito feliz com a possibilidade desse novo desafio, substituindo o Prático Gustavo Martins, que fez um excelente trabalho nos últimos cinco anos – disse Falcão logo após a sua escolha.

Prático atuante na maior Zona de Praticagem do mundo (ZP-01), que se estende por 1.300 milhas náuticas nos estados do Amapá, Pará e Amazonas, ele foi Diretor-Presidente do Conapra em duas gestões, de 2011 a 2014. Em 2018, foi reeleito Vice-Presidente da IMPA por mais quatro anos.

O atual Presidente da Fenapráticos, Prático Otavio Augusto Fragoso Alves da Silva, lotado no Rio de Janeiro (ZP-15), foi eleito Diretor Vice-Presidente na chapa de Falcão. Ele também já esteve à frente do Conapra, em 2003 e 2004. Confira como ficou a administração para 2020 e 2021.

Diretoria Executiva

Diretor-Presidente Ricardo Augusto Leite Falcão (ZP-01)
Diretor Vice-Presidente Otavio Augusto Fragoso Alves da Silva (ZP-15)
Diretor Bruno Fonseca de Oliveira (ZP-05)
Diretor João Bosco de Brito Vasconcelos (ZP-19)
Diretor Marcos de Castro Alves (ZP-01)
Conselho Fiscal

Claudio Peres de Queiroz (ZP-01)

Igor de Assis Sanderson de Queiroz (ZP-06)

Ivan Ricci (ZP-19)

Fonte: CONAPRA

Soberania: Navio-Patrulha Guaporé intensificará fiscalização marítima do 8º Distrito Naval, no litoral de São Paulo.

08:31


 O Navio-Patrulha Guaporé atracou, Nesta terça-feira (5), o Navio-Patrulha Guaporé atracou no Porto de Santos O Almirante Rocha – Comandante do 1° Distrito Naval no Rio de Janeiro veio especialmente para a cerimônia de transferência do navio-patrulha à jurisdição do 8º Distrito Naval - Almirante Mello e ao Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sul-Sudeste foi realizada nesta terça-feira, no cais da Marinha.


O navio servirá para intensificar as ações de fiscalizações marítimas no litoral de São Paulo, o Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sul-Sudeste, da Marinha do Brasil, em Santos.

A embarcação pertencia ao 1° Distrito Naval no Rio de Janeiro e agora ficará atracado aqui no Cais do Comando, em Santos.
O Grupamento de Patrulha Naval do Sul-Sudeste possuía duas embarcações, o Barracuda e o Espadarte. O navio-patrulha Guaporé foi o segundo navio entregue neste ano, em outubro chegou ao Porto de Santos o Navio-Patrulha Guajará. A tripulação do Guaporé conta com cinco oficiais e 24 praças, que eram do Rio de Janeiro e também foram transferidos para Santos.
Os navios patrulhas Guaporé e Guajará contém 200 toneladas e possuem armamento. Eles fazem patrulha naval até 200 milhas da costa, garantindo a nossa Soberania.














Marinha e Ibama inspecionam o rio Massananga e a Bacia do Porto de Suape, em Pernambuco

09:09

Ação realizada no rio Massananga
O rio Massananga e a Bacia do Porto de Suape, em Pernambuco, foram inspecionados por mergulhadores da Marinha do Brasil, com apoio do Ibama, no dia 3 de novembro. Não foram encontrados vestígios de óleo no fundo do rio nem na área marítima próxima ao Porto.
Os militares seguem atuando diuturnamente no monitoramento e limpeza das manchas de óleo que atingem o litoral do Nordeste.
Mergulhadores da Marinha na área próxima ao Porto de Suape

Fonte: Marinha do Brasil

Praticagem da Bahia instala Balizamento Virtual em Salvador

05:29

O Centro de Operações da ZP-12, responsável por coordenar as manobras de Praticagem realizadas pelos 37 Práticos da Bahia, incorporou mais uma ferramenta tecnológica que proporcionará um incremento na SEGURANÇA das operações portuárias na Baía de Todos os Santos (BTS). Trata-se da adoção do BALIZAMENTO VIRTUAL.

Esta ferramenta permitirá a demarcação virtual de parte do canal de aproximação e da bacia de evolução do Porto de Salvador, contribuindo para ampliar a consciência situacional dos Práticos em momento crítico da manobra, além de proporcionar melhor condição de navegação ao elevar a menor profundidade dos atuais 14,3m para 14,8m, sem a realização de dragagem.

 O BALIZAMENTO VIRTUAL também será empregado para sinalizar uma rota segura aos navios de grande calado (>20m) que demandarem a região do interior da BTS para a realização de operações Ship to Ship (STS) assim que estas manobras estejam devidamente autorizadas.
Pontualmente o BALIZAMENTO VIRTUAL também contribuirá para a manutenção da Segurança da Navegação na BTS ao sinalizar virtualmente eventuais Sinais Náuticos físicos desaparecidos até o seu restabelecimento.

A adoção deste recurso tecnológico pela Praticagem da Bahia, atendendo aos padrões internacionais estabelecidos pela Associação Internacional de Autoridades em Auxílios à Navegação Marítima e Faróis (AISM/IALA) e devidamente ratificados pela Autoridade Marítima Brasileira, além de colaborar para a manutenção da SEGURANÇA das operações portuárias, contribui para a projeção da Baía de Todos os Santos no cenário nacional como região ideal para o desenvolvimento de novos negócios em face das extraordinárias condições naturais e tecnológicas encontradas e desenvolvidas.

Fonte: Praticagem da Bahia


NOTA À IMPRENSA

15:57




 Em 04 de novembro de 2019

O  Grupo de Acompanhamento e Avaliação  (GAA),  formado  pela  Marinha  do
Brasil (MB), Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos  Recursos  Naturais  Renováveis  (Ibama),  informa que, hoje (4), o Presidente da República, Jair Bolsonaro, participou de uma reunião com autoridades do governo para atualização das informações sobre o combate às manchas de óleo na região Nordeste, o planejamento da Operação “Amazônia Azul – Mar Limpo é Vida”, bem como das investigações conduzidas pela Polícia Federal (PF) e MB sobre a fonte e as circunstâncias do derramento de óleo.

O Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, acompanhou, durante o dia de hoje, as ações de equipes da MB e ICMBio, em Abrolhos-BA. 

Pela manhã, teve início a Operação “Amazônia Azul – Mar Limpo é Vida” com a desatracação de três navios, do Rio de Janeiro, em direção à região Nordeste, sendo eles: Porta-Helicópteros Multipropósito Atlântico; Navio Doca Multipropósito Bahia e Fragata Liberal. Estes navios levam mais de 2.000 militares, sendo 725 Fuzileiros Navais, e 8 aeronaves. Nesta Operação, a MB realizará, em conjunto com o EB e FAB, além de agências federais, estaduais e municipais, ações humanitárias relacionadas ao meio ambiente, cooperação na recuperação de áreas atingidas e monitoramento das praias e Águas Jurisdicionais Brasileiras.
Até o momento, mais de 3.370 militares da MB, 27 navios, sendo 23 da MB e 4 da Petrobras, 15 aeronaves, sendo 4 da MB, 6 da Força Aérea Brasileira (FAB), 3 do IBAMA e 2 da Petrobras, além de 5.000 militares e 140 viaturas do Exército Brasileiro (EB), 140 servidores do Ibama, 80 do ICMBio e 440 funcionários da Petrobras atuam nessa grande operação. 
Os estados de CE, RN, PB e PE estão com as praias limpas. As seguintes localidades permanecem com vestígios de óleo, com ações de limpeza em andamento: Maragogi, Japaratinga, Barra de São Miguel e Coruripe, em Alagoas; Artistas, Aruana, Mosqueiro, Náufragos, em Sergipe; Jacuípe, Itacimirim, Flamengo, Barra Grande, Cairu, na Bahia.
De acordo com o levantamento feito pelo IBAMA, foram contabilizadas, aproximadamente, 4.200 toneladas de resíduos de óleo retirados das praias nordestinas, até o dia de hoje. O descarte desse material é feito pelas Secretarias de Meio Ambiente dos Estados. 
A participação ativa de voluntários é bem-vinda, representando a solidariedade do nosso povo. Destaca-se a importância da utilização dos itens de proteção individual, assim como evitar a proximidade de máquinas que estejam operando na limpeza das praias e evitar o acesso a áreas de arrebentação ou locais com possibilidade de afogamento.
A gravidade, a extensão e o ineditismo desse crime ambiental exigem constante avaliação da estrutura e dos recursos materiais e humanos empregados, no tempo e na quantitade que for necessária. 

Caso aviste óleo nas praias, disque 185!

 Mar limpo é vida!



Situação atual das praias 

 Presidente da República nas instalações do GAA

Ministro do Meio Ambiente em Abrolhos-BA

  










Navio Doca Multipropósito Bahia



Fragata Liberal

 














Ações de limpeza na praia de Barreta-RN




Ações de limpeza na praia de Japaratinga-AL

Fonte: Marinha do Brasil