Brasileira vence Prêmio de Defensora Militar do Gênero da ONU

12:22


 A capitã de corveta da Marinha brasileira Márcia Andrade Braga é a vencedora do Prêmio de Defensora Militar do Gênero das Nações Unidas. A boina-azul serve na Missão da ONU na República Centro-Africana (Minusca) desde 2018.

A homenagem, criada em 2016, reconhece a dedicação e os esforços individuais de um soldado de paz para “promover os princípios da Resolução de Segurança da ONU 1325 sobre mulheres, paz e segurança”.

Brasileira vence Prêmio de Defensora Militar do Gênero das Nações Unidas,Márcia Andrade Braga
A oficial brasileira (esquerda) disse estar muito orgulhosa com a escolha Minusca/Hervé Serefio
A oficial brasileira receberá o prêmio nesta sexta-feira (29) das mãos do secretário-geral da ONU, António Guterres, na Reunião Ministerial de Manutenção de Paz de 2019, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque.

Orgulho

Márcia Braga foi professora e também ajudou a treinar e a aumentar a consciência dos seus colegas
sobre a dinâmica de gênero na operação de paz. Ao saber do prêmio, ela disse estar muito orgulhosa por sua seleção e que “missões da ONU precisam de mais mulheres para manter a paz, para que as mulheres locais possam falar mais livremente de questões que afetam suas vidas”.

Para o subsecretário-geral do Departamento de Operações de Paz das Nações Unidas, Jean-Pierre Lacroix, a oficial brasileira “é um excelente exemplo” da razã, porque a ONU precisa de mais mulheres na manutenção da paz.

Lacroix destaca que essa tarefa “funciona de forma eficaz quando as mulheres desempenham papéis significativos e quando as mulheres nas comunidades anfitriãs estão diretamente envolvidas.”

Necessidades e realizações

Como conselheira militar de Gênero na Minusca, a capitã ajudou a criar uma rede de conselheiros de
gênero e a capacitar pontos focais entre as unidades militares. Ela também promoveu o uso de equipes mistas de homens e mulheres para realizar patrulhas no país que “reuniram informações para ajudar a entender as necessidades exclusivas de proteção” de pessoas de todos os gêneros.

Os beneficiários ajudaram a desenvolver projetos comunitários em prol de comunidades vulneráveis, que incluem a instalação de bombas de água perto de aldeias, a iluminação com energia solar e o desenvolvimento de hortas comunitárias. Um dos objetivos era que as mulheres não tivessem que percorrer grandes distâncias para cuidar das plantações.

Segundo a ONU, Márcia Braga foi “uma força motriz por trás do envolvimento da liderança da missão com mulheres líderes locais, assegurando que a voz de mulheres centro-africanas seja ouvida no processo de paz em curso”.

Publicado em 28/03/2019 - 06:10 Por Agência Brasil*  Brasília
*Com informações da ONU News

Projeto “Classe Tamandaré” Marinha do Brasil seleciona a melhor oferta

19:27

A Marinha do Brasil (MB), dando continuidade ao PROGRAMA ESTRATÉGICO “CONSTRUÇÃO DO NÚCLEO DO PODER NAVAL”, informa que a proposta final do CONSÓRCIO “ÁGUAS AZUIS”, datada de 8 de março de 2019, foi selecionada como a Melhor Oferta para o Projeto de Obtenção, por construção, das Corvetas Classe “TAMANDARÉ”.

1 - O Processo de Seleção da Melhor Oferta

O processo de seleção, que empregou a natural expertise do pessoal da própria MB, contou com o apoio técnico em áreas específicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O seu desenvolvimento transcorreu em 15 meses, a partir da divulgação da RFP nº 40005/2017-001, em 19 de dezembro de 2017. Durante esse período foram executadas as Fases de Questionamentos; Análise e Refinamento das Propostas; e Negociação, envolvendo a emissão de 386 (trezentos e oitenta e seis) Circulares entre a gerência do projeto e as proponentes. O processo de seleção adotado pela MB foi baseado em 2 instrumentos basilares para a tomada de decisão: Análise Multicritério à Decisão (AMD) e Análise de Riscos. A AMD foi composta por 215 critérios. Tais critérios foram estabelecidos de forma matricial, com a participação dos especialistas das Diretorias Técnicas e do Setor Orçamentário/Financeiro da MB, englobando as seguintes áreas de análises: Plataforma; Sistemas de Combate; Comunicações & TI; Aeronaves; Proposta Comercial e Tributos; Capacidade Técnica dos Estaleiros Nacionais; Ciclo de Vida; e Transferência de Tecnologia, Compensações e Conteúdo Local. O primeiro nível da AMD foi composto por 4 macro critérios, ou seja, pelas áreas centrais de interesse para o processo de seleção apresentadas na Tabela nº 1.



O segundo instrumento de mesmo grau de importância para a seleção da Melhor Oferta pautou-se em uma permanente Análise de Riscos nas diversas fases do processo, à luz das orientações emanadas no Decreto nº 9.203/2017 e demais instrumentos e orientações correlatas. Tais documentos definem as boas práticas de governança pública, princípios e diretrizes, com o propósito de aportar maior segurança técnica e jurídica ao processo decisório. Para efeito do levantamento dos eventos (riscos, problemas, oportunidades ou benefícios), à semelhança da estruturação da AMD, as propostas foram analisadas tomando por base as mesmas áreas centrais de interesse para o processo de escolha, como já anteriormente descritas. Adicionalmente, foram analisados os eventos relacionados às capacidades jurídica/fiscal e econômica/financeira das empresas acionistas dos Consórcios, das empresas apontadas como beneficiárias para as transferências de tecnologia dos Sistemas de Gerenciamento de Combate e da Plataforma (ToT do CMS e IPMS), bem como dos estaleiros nacionais envolvidos. 2 - O Consórcio Selecionado e a Futura Classe “Tamandaré” O Consórcio selecionado alcançou, na fase de seleção, os Índices de Conteúdo Local de 31,6% para o 1º navio e média de 41% para os demais navios da série, sendo formado pelas empresas ATECH Negócios em Tecnologias S.A, EMBRAER S.A e THYSSENKRUPP Marine Systems GmbH (TKMS). As seguintes empresas serão subcontratadas: ATLAS Elektronik, Estaleiro ALIANÇA S.A. e L3 MAPPS. A proposta selecionada apresenta um projeto de um Navio de Propriedade Intelectual (NAPIP) da empresa alemã TKMS, baseado nos navios da Classe “MEKO A100”. As futuras Corvetas da Classe “TAMANDARÉ” terão as seguintes características da Plataforma e do Sistema de Combate.


3 - A EMGEPRON e a formalização contratual A EMGEPRON iniciará as ações para a assinatura dos contratos com a futura SPE “ÁGUAS AZUIS”, na qualidade de Contratante do Projeto de Obtenção, por construção das Corvetas Classe “Tamandaré”. O Contrato Principal e os demais Contratos Coligados (Transferência de Tecnologia, Apoio Logístico Integrado e Compensação), para a obtenção de até 4 navios, serão assinados preferencialmente até o final do corrente ano, de acordo e em conformidade com as condições previstas na RFP nº 40005/2017-00. Ademais, será negociada simultaneamente, pela primeira vez na MB, a estruturação do gerenciamento do ciclo de vida dos navios, incluindo o contrato de Apoio ao Serviço (manutenção pós venda). Tal iniciativa, dependendo do sucesso alcançado, contribuirá para uma maior disponibilidade operativa dos futuros navios durante todo o ciclo de atividades, além de contribuir para uma maior perenidade de negócios para a Base Industrial da Defesa (BID). A previsão da entrega definitiva dos navios à MB está planejada para o período entre 2024 e 2028, com a possibilidade da geração de cerca de 2000 empregos diretos e 6000 empregos indiretos. 

28 de março de 2019.

Fonte: MARINHA DO BRASIL

1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque realiza ataque a alvos terrestres na fronteira do Brasil com a Bolívia

09:41

Aeronave caça do Esquadrão VF-1 em exercício
 
Na madrugada do dia 22 de março, em Campo Grande-MS, militares da Marinha do Brasil participaram de um exercício inédito com o emprego de aeronaves de caça do 1° Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque (VF-1). O ataque noturno a alvos terrestres, localizados a 300 milhas (aproximadamente 483 quilômetros) do local, ocorreu em pleno Pantanal Mato-grossense, próximo da fronteira do Brasil com a Bolívia. A missão foi parte da Operação "CELEIRO IV", executada pelo Comando do 6º Distrito Naval, na área de Cáceres-MT.
 
A área encontrava-se com visibilidade degradada pela névoa, obrigando um dos aviões a realizar um imageamento da região, com posterior designação do alvo, por meio do uso do Radar no modo GMTI (Ground Moving Target Indicator), proporcionando à outra aeronave um perfil de emprego de armamento no modo CCRP (Continuously-Computed Release Point), no qual não é necessário contato visual com o alvo. O objetivo foi apoiar o Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais desdobrado em terra.
 
O exercício serviu para certificar as novas capacidades adquiridas pelas aeronaves AF-1B/C, demonstrar a flexibilidade que os meios podem emprestar ao apoio das diversas operações navais e de fuzileiros navais e contribuir para o crescimento operacional das equipagens diante das demandas apresentadas pela implantação de novas tecnologias.

Fonte: Marinha do Brasil

Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel” realiza evento de intercâmbio com Armada do Chile, em Punta Arenas

08:10

O Comandante do navio, Capitão de Mar e Guerra Antonio Braz, recebe o Adido de Defesa e Naval do Brasil no Chile, Capitão de Mar e Guerra Pavoni, e o Chefe do Estado-Maior da III Zona Naval da Armada do Chile, Capitão de Navio Enrique Silva, a bordo do NApOc “Ary Rongel”
 
O Navio de Apoio Oceanográfico (NApOc) “Ary Rongel”, sob o comando do Capitão de Mar e Guerra Antonio Braz de Souza, após concluir a 6 o fase da missão OPERANTAR XXXVII, visitou o Porto de Punta Arenas, no Chile, para realizar abastecimento de combustível, água e gêneros alimentícios, além de evento de intercâmbio com os militares da Armada do Chile.
 
O NApOc “Ary Rongel” realizou a sua 25ª viagem aos mares austrais. Nessa longa comissão, com o regresso ao Rio de Janeiro previsto para 13 de abril de 2019, o “Ary Rongel” realizou apoio logístico aos Módulos Antárticos Emergenciais, atuou na reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz, executou os trabalhos de campo a serem desenvolvidos nos refúgios e acampamentos previstos, além de servir como plataforma para a realização de pesquisas, efetuando lançamentos e recolhimentos de pesquisadores.
 
Em aproveitamento ao abastecimento logístico realizado no Porto de Punta Arenas, o “Gigante Vermelho”, como é apelidado, recepcionou, no dia 20 de março, o Chefe do Estado Maior da III Zona Naval, Capitão de Navio Enrique Silva, e o Adido de Defesa e Naval do Brasil no Chile, o Capitão de Mar e Guerra Alexandre Taumaturgo Pavoni.
 
Na ocasião os visitantes, conheceram as instalações do navio e assistiram a um breve vídeo que retrata o dia a dia do navio no Continente Antártico. Eles também discutiram a importância científica e político-estratégica das atividades desenvolvidas pelo Brasil na Antártica e enalteceram a participação da Marinha do Brasil na coordenação e execução das tarefas.
 
Atendendo à solicitação da Armada do Chile, durante o intercâmbio realizado, os militares do NApOc “Ary Rongel” visitaram o Museu Naval e as instalações da Base Naval de Punta Arenas, onde trocaram experiências, bem como estreitaram laços de amizade com Marinha amiga.
 
Militares do NApOc “Ary Rongel” durante intercâmbio
com a Armada Naval do Chile

Fonte: Marinha do Brasil

Marinha do Brasil lança segundo Míssil Antinavio Nacional de Superfície

06:27



A Marinha do Brasil (MB) lançou na quarta-feira (20), o segundo protótipo do Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP).

                O lançamento foi realizado a bordo da Fragata “Independência“ e confirmou o correto funcionamento de vários subsistemas e de alguns aperfeiçoamentos realizados após o primeiro teste, ocorrido em novembro de 2018 a bordo da Corveta “Barroso”.  Durante o lançamento, foram feitas verificações adicionais no sistema de navegação, controle e guiamento do MANSUP, cumprindo com êxito a trajetória esperada, conforme verificado por meio dos dados da telemetria, também nacional, instalada no míssil e em unidades participantes da operação. Tais dados serão empregados adicionalmente como subsídios para o aperfeiçoamento do protótipo.


O evento aconteceu na área compreendida entre Rio de Janeiro e Cabo Frio e foram empregados três navios da Esquadra: o Porta-Helicópteros Multipropósito "Atlântico”, o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Almirante Saboia” e a Fragata "Independência", de onde o míssil foi lançado. A operação contou ainda com o apoio do Navio-Patrulha Oceânico “Amazonas”, do Comando do 1º Distrito Naval, que efetuou o lançamento do alvo, e das aeronaves Esquilo (UH-12), Super Cougar (UH-15) e Seahawk (SH-16), do Comando da Força Aeronaval.

                O MANSUP será um míssil do tipo fire and forget para emprego contra alvos na superfície do mar (navios ou similares), sendo utilizado nas instalações de tiro dos navios da Esquadra. O Míssil está sendo desenvolvido pela Marinha em parceria com as empresas Avibrás, Siatt, Omnisys e Fundaçao Ezute.

                Todo projeto contribui para a criação de empregos diretos e indiretos no setor da indústria de defesa, fomenta o desenvolvimento tecnológico da indústria brasileira, garante a manutenção do Poder Naval e da soberania nacional e ainda inclui o Brasil no seleto grupo de países produtores de mísseis.

Fonte: Marinha do Brasil

Amazônia Azul: Comandante da Marinha enaltece trabalho da Praticagem

14:35

O Comandante da Marinha do Brasil, Almirante Ilques, enalteceu a contribuição da Praticagem na
prevenção à poluição hídrica na Amazônia Azul – termo adotado pela Autoridade Marítima, em 2004, como forma de alertar a sociedade para a importância política, estratégica e econômica das águas jurisdicionais brasileiras.

– Em termos de segurança da navegação, da salvaguarda da vida humana e do meio ambiente, é inquestionável a qualidade do trabalho da Praticagem. Conheço muitas Praticagens no mundo e a nossa não deve nada a ninguém. Supera desafios enormes em situações distintas e o resultado é um índice de acidentes praticamente zero, insignificante diante da quantidade de manobras – disse o Comandante durante a premiação do Concurso de Redações Amazônia Azul, uma realização da Sociedade dos Amigos da Marinha do Estado do Rio de Janeiro, com apoio do Conapra e da Fundação Cesgranrio.

O evento ocorreu na última sexta-feira (15/3), no Salão Nobre do 1º Distrito Naval, anexo ao Gabinete do Comandante da Marinha, no Rio de Janeiro. O objetivo da iniciativa foi despertar uma mentalidade marítima especialmente entre os jovens, a partir do conhecimento da Amazônia Azul.
Almirante Ilques aproveitou o momento de confraternização para chamar a atenção para uma realidade: a automação da indústria em um cenário com previsão de aumento de 380% no comércio marítimo.

– Estamos enfrentando um momento diferente. Um navio mercante de 30 tripulantes, em breve, terá 15. O que vamos fazer com os outros 15? A área portuária também será cada vez mais automatizada. Como vamos fazer com os brasileiros que não estão tendo acesso à automação? Não estou falando de ficção. São ameaças concretas ao bem-estar, ao nosso viver com dignidade. E, dessa dimensão, nascem todas as vertentes da Amazônia Azul. Por isso, a importância do trabalho do presidente (da Soamar) com apoio da Cesgranrio e do Conapra. Estamos tratando do presente próximo e do futuro da geração que nos sucede.

Presidente da Soamar-Rio, Jose Antonio de Souza Batista compartilhou da mesma preocupação social e também destacou o trabalho dos Práticos brasileiros:
– A Praticagem desenvolve um trabalho fundamental à segurança da navegação, na medida em que evita acidentes e a poluição dos mares e oceanos na chegada e saída dos navios. A Praticagem do Brasil atingiu um grande nível e está devidamente aparelhada para prestar este serviço. Os acidentes são mínimos. Ou seja, um derramamento de óleo hoje pode ocorrer em alto-mar por qualquer outro tipo de acidente, nunca pela entrada ou saída dos portos.

O avanço da tecnologia nas embarcações traz, ainda, questionamentos sob o ponto de vista da segurança, já que introduz novos riscos em Zonas de Praticagem. O tema foi discutido no último Encontro Nacional de Praticagem, na palestra sobre navios autônomos.
Representaram a Praticagem, na premiação, o Diretor-Presidente do Conapra, Prático Gustavo Martins; o Diretor Financeiro, Prático João Bosco; o Secretário Executivo, Arionor Souza; e o Assessor Marcus Vinícius.

Na primeira edição do concurso, foram premiados 20 participantes entre quase mil inscritos, em duas categorias: Geral e Universitários. O júri foi formado por professores da Cesgranrio, militares e pelos acadêmicos Arnaldo Niskier e Domício Proença, da Academia Brasileira de Letras.

Além do Comandante da Marinha, estiveram presentes: o Diretor-Geral de Navegação, Almirante Puntel; o Diretor de Portos e Costas, Almirante Roberto; o Comandante do 1º Distrito Naval, Almirante Cunha; o Presidente do Tribunal Marítimo, Almirante Lima Filho; e o Presidente do Centro dos Capitães da Marinha Mercante, Comandante Alvaro.

Fontes: Praticagem do Brasil

Amazul inaugura prédio para abrigar equipes de projetos nucleares

13:36

A Amazul – Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A. inaugura nesta quarta-feira (20/3) sua sede em São
Paulo, edifício que abriga as equipes de técnicos, projetistas e engenheiros responsáveis por projetos do Programa Nuclear da Marinha (PNM), Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub) e Programa Nuclear Brasileiro (PNB). O prédio passou por reforma para ampliar as instalações, melhorar as condições de trabalho e adequar-se às exigências legais de segurança, acessibilidade e sustentabilidade.


Para a solenidade de inauguração estão confirmadas as presenças do comandante da Marinha, almirante Ilques Barbosa Júnior, e de autoridades federais, estaduais e municipais.
A Amazul foi constituída em 2013 para promover, desenvolver, transferir e manter tecnologias sensíveis às atividades dos programas nucleares e de desenvolvimento de submarinos. Dentro do PNM, atua nos projetos para construir, comissionar e operar reator nuclear de potência, totalmente nacional, e para a produção em escala industrial do combustível nuclear. A tecnologia poderá ser empregada tanto para equipar o submarino com propulsão nuclear quanto para iluminar uma cidade.
Em relação ao ProSub, a Amazul está comprometida com a busca de parcerias com empresas para aumentar o grau de nacionalização dos submarinos convencionais e com propulsão nuclear, contribuindo também para o fortalecimento da base industrial de defesa. Por meio de acordos de cooperação técnica, ajuda a desenvolver tecnologias como o sistema de gerenciamento integrado e o sistema de combate de submarinos.
A empresa também participa do PNB. Em parceria com a Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), é co-executora do empreendimento do Reator Multipropósito Brasileiro, voltado para pesquisas, testes de materiais e produção de radioisótopos para aplicação em diversas áreas, como indústria, agricultura, meio ambiente e medicina nuclear. Mas a principal missão do RMB é suprir o mercado brasileiro de insumos para a produção de radiofármacos destinados ao diagnóstico e tratamento de doenças como o câncer.
A gestão de conhecimento faz parte do portfólio de negócios da Amazul, que desenvolveu uma metodologia que está aplicada em unidades da Marinha. O projeto-piloto recebeu o 17º Prêmio Learning & Performance Brasil 2018/2019, na categoria Referência Nacional, que reconhece as melhores práticas em aprendizado e performance. A empresa concorreu com iniciativas de organizações como Claro-Brasil, Serasa Experian, Bayer e Bradesco.
Desde o início, a gestão da Amazul é orientada por boas práticas de governança corporativa comparáveis às de organizações listadas em bolsa. Em 2018, foi classificada no primeiro nível do Indicador de Governança, junto com 25 seletas empresas como Banco do Brasil e Petrobras. Criado pela Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais, órgão do Ministério do Planejamento, o Indicador de Governança é um instrumento para acompanhar o desempenho das empresas estatais neste quesito.
Com estrutura enxuta, a Amazul tem cerca de 1.850 empregados, 90% deles voltados para as atividades-fim da empresa, atuando nos programas estratégicos.
O prédio da Amazul está na Avenida Corifeu de Azevedo Marques, 1847.
Fonte: Marinha do Brasil

Presidente do Tribunal Marítimo realiza palestra para membros da Associação Brasileira de Direito Marítimo

12:39

Vice-Almirante Lima Filho durante palestra sobre "Fator Humano nos Acidentes da Navegação"
 
No dia 13 de março, o Juiz-Presidente do Tribunal Marítimo (TM), Vice-Almirante Wilson Pereira de Lima Filho, participou, no Rio de Janeiro-RJ, como palestrante em evento realizado após a Assembleia Geral da Associação Brasileira de Direito Marítimo (ABDM), quando houve a eleição e posse do novo conselho de administração e conselho fiscal para o biênio 2019/2021. Esteve presente o Diretor da Procuradoria Especial da Marinha (PEM), Vice-Almirante Domingos Savio Almeida Nogueira.
 
O tema abordado pelo Almirante Lima Filho durante a palestra foi o "Fator Humano nos Acidentes da Navegação". Ele traçou um diagnóstico das ocorrências de forma geral e, em seguida, debateu as principais causas, com destaque para o "human factor", além de enfatizar a conscientização de quem trabalha na área marítima e fluvial para evitar as tragédias que podem resultar em perda de vidas humanas.
 
O Presidente do TM reforçou também a responsabilidade de todos na "corrente da segurança da navegação", quando lembrou que ela é "tão forte quanto o seu elo mais fraco", evocando novamente a premissa de que cada um deve cumprir sua parte em prol da segurança da navegação.
 
Vice-Almirante Savio, Vice-Almirante Lima Filho e Membros da Associação Brasileira de Direito Marítimo

Fonte: Marinha do Brasil



Navio Patrulha Oceânico “Araguari” entrega doações de campanha solidária em São Tomé e Príncipe

12:32

Transporte de doações da Arquidiocese de Natal-RN para embarcação santomense

O Navio Patrulha Oceânico (NPaOc) “Araguari” realizou, no dia 3 de março, em São Tomé e Príncipe, a entrega dos itens de vestuário, material de higiene e fraldas descartáveis arrecadados em campanha da Arquidiocese de Natal-RN.

O transporte das doações foi realizado por ocasião da participação do NPaOc “Araguari” no Exercício Multinacional “Obangame Express 2019”, operação conjunta internacional, com a participação de 29 países, que tem o objetivo de capacitar militares dos países africanos, bem como aumentar a interoperabilidade entre as Marinhas e agências envolvidas.

As doações foram entregues à comunidade religiosa de São Tomé e Príncipe, em cerimônia realizada no dia 5 de março, no Centro Cultural Brasil-São Tomé e Príncipe.

Navio Patrulha Oceânico “Araguari” desembarca itens de vestuário, material de higiene
 e fraldas descartáveis para doação

Fonte: Marinha do Brasil

Roupas com nanotecnologia controlam calor e odor e repelem insetos

08:42

Elton Alisson  |  Agência FAPESP – No próximo verão, indústrias têxteis devem levar ao mercado tecidos funcionais, capazes de reter menos calor, controlar o odor do suor, proteger contra o Sol e contra mosquitos como o Aedes aegypti – vetor da dengue, da febre amarela, da chikungunya e do vírus zika.
Algumas peças de vestuário com essas funcionalidades usam tecnologias desenvolvidas pela Nanox – uma empresa apoiada pelo Programa FAPESP de Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) e nascida no Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela FAPESP.
A empresa desenvolve, em parceria com indústrias têxteis, tecidos com partículas em escala nanométrica (bilionésima parte do metro) com diferentes propriedades. Entre elas, a de controlar microrganismos causadores de maus odores, de refletir a radiação eletromagnética do Sol e de liberar de modo controlado repelentes e inseticidas.
“Já temos alguns projetos encaminhados com indústrias têxteis em fase de desenvolvimento final de tecidos com essas propriedades”, disse Daniel Minozzi, cofundador e diretor de operações da Nanox, à Agência FAPESP.
As partículas desenvolvidas pela empresa são feitas com diferentes materiais inorgânicos e podem ser adicionadas aos tecidos isoladamente ou combinadas para conferir as funcionalidades desejadas. As que controlam o odor, por exemplo, são à base de prata, zinco e cobre e têm propriedades bactericida, antimicrobiana e autoesterilizante.
Ao serem incorporadas às fibras de tecidos, essas nanopartículas protegem o material contra o crescimento de bactérias, fungos e ácaros causadores de mau odor e também evitam o amarelamento, promete a empresa.
“Uma das vantagens dessas nanopartículas antimicrobianas, em comparação com outros produtos químicos incorporados a tecidos antiodor existentes no mercado, é que elas apresentam maior resistência à lavagem, à temperatura e à abrasão”, disse Minozzi.
“Além disso, têm menor impacto ambiental e não causam alergia. Por isso, podem ser usadas em qualquer tipo de tecido que entre em contato direto com a pele, como os de roupas comuns, esportivas, íntimas, de cama e banho e uniformes profissionais”, exemplificou.
Já as nanopartículas que protegem contra o Sol e proporcionam maior conforto térmico podem ser aplicadas em roupas comuns, esportivas e de praia, além de cortinas e uniformes de profissionais que precisam ficar muito tempo expostos aos raios solares.
As nanopartículas são constituídas por microesferas de vidro ocas recobertas por filmes finos nanoestruturados e transparentes de óxido de zinco, alumínio ou titânio. Esses materiais nanoestruturados funcionam como microespelhos e refletem raios infravermelho e ultravioleta que poderiam penetrar o tecido. Dessa forma, são capazes de diminuir em até 65% a transmitância térmica (transferência de calor) para o tecido em um comprimento de onda de 500 a 4.000 nanômetros.
A tecnologia foi desenvolvida por meio de um projeto apoiado pelo PIPE-FAPESP.
Em testes feitos pela empresa, um tecido com as partículas incorporadas apresentou uma redução de até 6,5 ºC na temperatura, em comparação com um mesmo tecido sem as partículas, ao serem expostos aos raios solares.
“Os tecidos existentes hoje para proteger contra o Sol conferem proteção só contra os raios ultravioleta. As nanopartículas que desenvolvemos são capazes de refletir também os raios infravermelho. Dessa forma, possibilitam diminuir o calor do tecido e torná-lo mais fresco para o uso durante o dia”, disse Minozzi. “É uma tecnologia totalmente inovadora."
Já a tecnologia de nanopartículas de proteção contra insetos voadores e rastejantes representa uma inovação incremental, comparou o executivo.
A empresa não revela detalhes da tecnologia por questões de segredo industrial, mas afirma que a inovação está no sistema de aprisionamento de moléculas dos repelentes ou inseticidas nas nanopartículas e na fixação delas nos tecidos.
“Alguns dos principais problemas para colocar repelentes em tecidos hoje são a questão do odor do produto e sua fixação após o processo de lavagem. Desenvolvemos um sistema que permite incorporar um inseticida ou um repelente a um tecido”, afirmou.
Nanopartículas bactericidas
As nanopartículas com propriedades bactericida, antimicrobiana e autoesterilizante desenvolvidas pela empresa são aplicadas hoje em uma série de produtos. Entre eles, utensílios plásticos e filmes de PVC para embalar alimentos, assentos sanitários, palmilhas de sapatos, secadores e chapinhas de cabelo, tintas, resinas e cerâmicas e na superfície de instrumentos médicos e odontológicos, como pinças, brocas e bisturis.
Os maiores mercados da empresa hoje são os de eletrodomésticos de linha branca, como refrigeradores, além de bebedouros de água e aparelhos de ar condicionado, tapetes e carpet
“Como trabalhamos nesse segmento de tapetes e carpetes há oito anos, nossa entrada mais efetiva, agora, no segmento têxtil foi um caminho natural”, avaliou Minozzi.
A empresa exporta atualmente para países como México, Colômbia, Chile, Itália, China e Japão, por meio de distribuidores locais e, recentemente, abriu uma subsidiária nos Estados Unidos, em Boston.
“A ideia de termos uma filial nos Estados Unidos foi para facilitar e acelerar a obtenção de licença para a comercialização do nosso produto no mercado norte-americano, que está em fase final de avaliação para concessão”, disse Minozzi.

Cientista marinho Gilberto Amado morre aos 59 anos

08:33

Agência FAPESP – Gilberto Menezes Amado Filho, pesquisador titular do Instituto de Pesquisas
Jardim Botânico do Rio de Janeiro, morreu na sexta-feira (15/03), aos 59 anos, em decorrência de um acidente de trânsito na praia da Joatinga, na capital fluminense.

Amado foi um dos coordenadores do Programa de Pesquisas Ecológicas de Longa Duração (PELD) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do qual era também membro do comitê assessor em Oceanografia e pesquisador nível 1.

Realizou atividades de docência na Universidade Federal Fluminense (UFF), na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), entre outros.

"O professor Gilberto Amado se destacou nas pesquisas sobre a biodiversidade marinha, especialmente de rodolitos e algas marinhas. Foi coordenador de vários projetos interinstitucionais nacionais e internacionais, inclusive de programas científicos de destaque como o PELD e a Rede Abrolhos, arquipélago que foi objeto de muitos estudos de seu grupo de pesquisa”, disse Roberto Berlinck, professor no Instituto de Química de São Carlos da Universidade de São Paulo (IQSC-USP) e membro da coordenação do programa BIOTA-FAPESP.

“(Amado) também foi um dos coordenadores do projeto que descobriu o novo recife de corais da foz do rio Amazonas, certamente uma de suas grandes contribuições científicas. Estou tendo a oportunidade de trabalhar com a equipe do professor Gilberto Amado na descoberta de substâncias de interesse farmacológico a partir de esponjas encontradas na foz do rio Amazonas. Um desses trabalhos já foi publicado [Journal of Natural Products, em outubro de 2018]. No artigo descrevemos novos inibidores do proteassomo, um complexo enzimático que regula diferentes processos celulares, inclusive relacionado a diferentes formas de câncer”, disse Berlinck à Agência FAPESP.

A Rede Abrolhos divulgou comunicado no qual destaca a contribuição de Amado em estudos sobre a biodiversidade marinha e os recifes da Amazônia, Abrolhos e ilhas oceânicas brasileiras.

“(Amado) atuou em projetos sobre poluição marinha por metais pesados e biologia celular, tendo sido o primeiro brasileiro a receber o Prêmio Luigi Provazoli pela descoberta de uma nova organela celular. No momento, estava dedicado a estudar os efeitos do desastre de Mariana sobre o oceano”, disse o comunicado.

Formado em Biologia Marinha (1985), fez mestrado no Museu Nacional e doutorado no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho, na UFRJ. Foi diretor da Escola Nacional de Botânica Tropical (ENBT) e atuou em diversos programas de pós-graduação, onde formou 19 mestres, 14 doutores e 14 pós-doutores. Publicou mais de 130 trabalhos científicos.

“Descrito por colegas e amigos como um líder, era apaixonado por sua instituição e pela ciência, destacando-se por agregar pesquisadores de diversas instituições nacionais e estrangeiras, sempre enfatizando a importância dos trabalhos em campo nos domínios inexplorados do Oceano. Seu legado pessoal e científico certamente influenciará as próximas gerações de cientistas marinhos. Deixa mãe, esposa, filha, duas irmãs e sobrinhos”, disse o comunicado da Rede Abrolhos.

Ouça entrevista com Amado na revista Pesquisa FAPESP: http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/08/27/entrevista-gilberto-amado/

XVI Simpósio de Segurança do Navegador Amador, este ano será realizado no Colégio Naval em Angra dos Reis.

14:23


Já estão abertas as inscrições para o XVI Simpósio de Segurança do Navegador Amador, que neste ano será realizado no Colégio Naval em Angra dos Reis.

Aos que já participaram das edições anteriores, informamos que, nesse ano, fizemos algumas alterações mantendo as palestras e demonstrações somente no sábado, 13/04 e assim, deixando o domingo livre para a aplicação da provas para as categorias de Arrais, Mestre e Capitão Amador.
As atividades opcionais como o Treinamento para Moto-nautas a ser realizado no período da tarde do dia 11/04 (quinta-feira) e o "Dia de Mar" - Treinamento Prático Embarcado que será dia 12/01(sexta-feira), não tiveram alterações nos seus formatos.


Já temos confirmada a participação de VILFREDO SCHURMANN para a palestra com o tema “35 Anos Navegando com Segurança” e, a exemplo dos anos anteriores, teremos a presença do AE ILQUES BARBOSA JUNIOR, Comandante da Marinha e do Diretor de Portos e Costas, VA ROBERTO GONDIM CARNEIRO DA CUNHA, entre outras autoridades.

Aos que retornam e aos que virão pela primeira vez, nossos votos de boas-vindas e a esperança de atender às expectativas de todos e contribuir para a divulgação da mentalidade marítima e consequente segurança da navegação!


Conselho Nacional de Praticagem (Conapra), presente no 1º Concurso de redação “Amazônia Azul”

13:55


O concurso, que teve as inscrições gratuitas, foi lançado em outubro de 2018, no Comando do 1º Distrito Naval, sendo organizado pela Soamar-RJ, com coordenação da Fundação Cesgranrio e patrocínio do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra). A premiação é feita em duas categorias: universitários e geral, do 1º ao 10º lugar. Para os três primeiros, o bônus é um valor em dinheiro: dez mil reais, dois mil reais e mil reais, respectivamente. E do 4º a 10º colocados, são tablets.

A Sociedade Amigos da Marinha do Rio de Janeiro (Soamar-RJ) vai premiar hoje os ganhadores do 1º Concurso de redação “Amazônia Azul”, que tem como propósito aprofundar o tema e dar maior conhecimento à sociedade desta porção do oceano Atlântico adjacente ao território brasileiro.  A cerimônia acontece no Salão Nobre do Edifício Almirante Tamandaré e contará com a presença do Comandante da Marinha.
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Amazônia Azul:

A Marinha do Brasil criou o termo "Amazônia Azul" para, em analogia com os recursos daquela vasta região terrestre, representar sua equivalência com a área marítima.  Trata-se de uma extensa área oceânica, com cerca de 4,5 milhões de km², o que equivale a, aproximadamente, metade da nossa massa continental, e que o Brasil possui o direito de explorar.

No mar estão as reservas do pré-sal e dele retiramos cerca de 85% do petróleo, 75% do gás natural e 45% do pescado produzido no país. Por nossas rotas marítimas, escoamos mais de 95% do comércio exterior brasileiro. Nessa área existem recursos naturais e uma rica biodiversidade ainda inexplorados.

Com a criação do termo “Amazônia Azul”, a Marinha pretende voltar os olhos do país para o mar sob sua jurisdição, por ser fonte infindável de recursos, pelos seus incalculáveis bens naturais e pela sua biodiversidade.
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Data: 15 de março de 2019
Hora: 15h
Local:  Salão Nobre do Gabinete do Comandante da Marinha (Ed. Almirante Tamandaré, 3º Andar - Praça Barão de Ladário, s/n - Centro - Rio de Janeiro)

Cerimônia de Passagem do Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN)

13:35


A Marinha do Brasil vai realizar, nesta sexta-feira (15), às 9h, a Cerimônia de Passagem do Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN). O atual Comandante, Vice-Almirante Edervaldo Teixeira de Abreu Filho, vai passar o Comando para o então nomeado Vice-Almirante Newton de Almeida Costa Neto. O evento vai ocorrer no Centro de Instrução Almirante Braz de Aguiar, em Belém-PA, e contar com a participação de autoridades militares e civis.

A Realização de servir a Pátria: Confira a entrevista do 
Vice Almirante Edervaldo ao Programa Amigos do Mar


Legado para área do Com4ºDN (JUL/17-MAR/19)

Durante quase dois anos como Comandante do 4º Distrito Naval, o Vice-Almirante realizou diversas ações para assegurar a segurança da navegação, a salvaguarda da vida humana no mar e nos rios e prevenir poluição hídrica oriunda de embarcações nos estados do Pará, Amapá, Piauí e Maranhão. Também promoveu Ações Cívico-Sociais com propósito de levar atendimentos médicos e odontológicos a comunidades ribeirinhas, atingindo o recorde de exames realizados a bordo do Navio Auxiliar “Pará” com 1.043 mamografias somente em 2018.

Para a região Amazônia, vale destacar a redução no número de acidentes de escalpelamento. Nos anos de 2015 e 2016, foram registrados 18 casos, enquanto nos anos de 2017 e 2018, apenas oito. Estes quantitativos revelam os trabalhos desenvolvidos para conscientização, prevenção e combate ao escalpelamento por meio de palestras educativas e instalação gratuita de coberturas de eixo.

Ainda no último ano, foram iniciadas as tratativas para a criação da Agência da Capitania dos Portos do Amapá no Oiapoque para combater, dentre as finalidades, crimes transfronteiriço; e da Unidade Aérea Naval em Belém para auxiliar operações de busca e salvamento na região Amazônica; e inauguradas as instalações da Rádio Marinha em Belém para levar música de qualidade e informações de utilidade publica a sociedade paraense.

Serviço:

Dia: 15/03/2019
Horário: 9h
Local: CIABA - Rodovia Arthur Bernardes, 245, Pratinha, Belém-PA.


Marinha inaugura nova infraestrutura de telecomunicações da Estação Antártica Comandante Ferraz

13:17

Videoconferência no Palácio do Planalto
 
A Marinha do Brasil deu mais um passo para a finalização da nova Estação Antártica Comandante Ferraz. No dia 11 de março, foi inaugurada a nova infraestrutura de telecomunicações por meio de testes de videoconferência entre a comitiva de ministros e parlamentares, que visitavam a Estação, e o Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, juntamente com o Ministro da Defesa, General Fernando Azevedo e Silva, e o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques, no Palácio do Planalto, em Brasília-DF.
 
Na ocasião, o Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações,  Astronauta Marcos Pontes,  também participou dos testes de videoconferência, de Houston nos Estados Unidos. Os testes realizados tiveram êxito e marcaram a nova fase de infraestrutura de telecomunicações no continente gelado.
 
A iniciativa é um acordo realizado entre a Marinha e a empresa de Telefonia Oi e amplia o tráfego de dados e de informações da Estação. A nova infraestrutura permitirá maior agilidade e autonomia na comunicação feita por pesquisadores e militares, e também a possibilidade da realização de atendimentos médicos por meio da telemedicina, na eventual ocorrência de acidentes graves de trabalho.
 
Durante a videoconferência, o Comandante da Marinha pontuou que “a oportunidade de termos o peso de três Ministros de Estado tratando das comunicações que vão dar suporte às pesquisas científicas na Antártica é um sinal evidente de que estamos pautados no futuro de nosso País”.
 
Fases de reconstrução
As obras de reconstrução da Estação Antártica Comandante Ferraz foram planejadas para serem executadas em quatro fases distintas e consecutivas, sendo duas de fabricação e pré-montagem na China e duas de montagem na Antártica.
 
Atualmente, as obras se encontram na quarta fase, que marca o término da montagem do prédio principal e a conclusão dos módulos isolados.
 
(da esq. p/dir.) Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante de Esquadra Caroli; Ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, Ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni; Controlador-Geral da União, Wagner de Campos Rosário; Chefe de Assuntos Estratégicos do Ministério da Defesa, Almirante de Esquadra Viveiros
 
 
Videoconferência durante visita de ministros e parlamentares às novas instalações da Estação Comandante Ferraz

Fonte: Marinha do Brasil

Sociedade Amigos da Marinha do Rio de Janeiro premia ganhadores do 1º Concurso de redação “Amazônia Azul”

14:01


No dia 15 de março, às 15h, a Sociedade Amigos da Marinha do Rio de Janeiro (Soamar-RJ) vai premiar os ganhadores do 1º Concurso de redação “Amazônia Azul”, que tem como propósito aprofundar o tema e dar maior conhecimento à sociedade desta porção do oceano Atlântico adjacente ao território brasileiro.  A cerimônia será realizada no Salão Nobre do Edifício Almirante Tamandaré e contará com a presença do Comandante da Marinha.

O concurso, que tem as inscrições gratuitas, foi lançado em outubro de 2018, no Comando do 1º Distrito Naval, sendo organizado pela Soamar-RJ, com coordenação da Fundação Cesgranrio e patrocínio do Conselho Nacional de Praticagem (Conapra). A premiação é feita em duas categorias: universitários e geral, do 1º ao 10º lugar. Para os três primeiros, o bônus é um valor em dinheiro: dez mil reais, dois mil reais e mil reais, respectivamente. E do 4º a 10º colocados, são tablets.

Saiba mais:

A Marinha do Brasil criou o termo "Amazônia Azul" para, em analogia com os recursos daquela vasta região terrestre, representar sua equivalência com a área marítima.  Trata-se de uma extensa área oceânica, com cerca de 4,5 milhões de km², o que equivale a, aproximadamente, metade da nossa massa continental, e que o Brasil possui o direito de explorar.

No mar estão as reservas do pré-sal e dele retiramos cerca de 85% do petróleo, 75% do gás natural e 45% do pescado produzido no país. Por nossas rotas marítimas, escoamos mais de 95% do comércio exterior brasileiro. Nessa área existem recursos naturais e uma rica biodiversidade ainda inexplorados.

Com a criação do termo “Amazônia Azul”, a Marinha pretende voltar os olhos do país para o mar sob sua jurisdição, por ser fonte infindável de recursos, pelos seus incalculáveis bens naturais e pela sua biodiversidade.


Serviço:
Data: 15 de março de 2019
Hora: 15h
Local:  Salão Nobre do Gabinete do Comandante da Marinha (Ed. Almirante Tamandaré, 3º Andar - Praça Barão de Ladário, s/n - Centro - Rio de Janeiro)

Fonte: Marinha do Brasil