Lançamento da Frente Parlamentar Mista da Marinha Mercante Brasileira em Brasília

11:41

Nesta terça-feira (28), haverá o lançamento da Frente Parlamentar Mista da Marinha Mercante Brasileira, às 19h30, no Clube Naval de Brasília.
A Frente Parlamentar Mista da Marinha Mercante Brasileira é uma iniciativa que tem por objetivo discutir e propor políticas públicas para alavancar todo o Setor Marítimo nacional e, consequentemente, promover o desenvolvimento do Poder Marítimo e Naval do Brasil.
Pelo fato do Poder Marítimo englobar o vital Poder Naval, traduzido como a força militar do país nas suas águas de jurisdição, a Lei complementar nº 97, de 9 de junho de 1999, estabelece que cabe à Marinha do Brasil (MB).
Dentre outras atribuições subsidiárias particulares, a orientação e o controle da Marinha Mercante, e pela especificidade dessas atribuições, designa o Comandante da Marinha como Autoridade Marítima.
O Brasil é um país de vocação marítima, ou seja, 95% do comércio exterior brasileiro se concretiza pelo mar. O Volume de recursos envolvidos nesse mercado atinge cifras muito relevantes, correspondendo a 95% do petróleo e 80% do gás natural produzidos em Águas Jurisdicionais Brasileiras.
Tais riquezas contribuem para materializar o desenvolvimento do Poder Marítimo, que é definido como a “projeção do Poder Nacional, resultante da integração dos recursos de que dispõe a Nação para a utilização do mar e das águas interiores, quer como instrumento de ação política e militar, quer como fator de desenvolvimento econômico e social”.
  • Fonte||: Centro de Comunicação Social da Marinha

29 de maio, Dia Internacional dos Peacekeepers das Nações Unidas

05:35

O dia 29 de maio tem significado especial para os militares que participam ou já participaram de uma Operação de Paz. A ONU instituiu a data como o Dia Internacional dos Peacekeepers das Nações Unidas. Lembrada em todo o País pelas organizações das Forças Armadas, a cerimônia comemorativa, realizada pelo Ministério da Defesa, em Brasília, ocorrerá na próxima segunda-feira (27), às 10 horas, no Grupamento de Fuzileiros Navais.
A Subchefia de Operações de Paz do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas (EMCFA), do Ministério da Defesa, em coordenação com os Comandos das três Forças, está à frente das comemorações. Este ano, a Marinha do Brasil coordena o evento na capital federal. O objetivo é homenagear homens e mulheres que, com profissionalismo, dedicação e coragem, serviram e continuam servindo em Operações de Manutenção de Paz da ONU, além de honrar aqueles que perderam suas vidas em prol do cumprimento dessas missões.
esta imagem não possui descrição

O Brasil participa de Operações de Paz, com tropa, desde 1956, quando enviou um Batalhão de Infantaria de Força de Paz, Batalhão Suez, para integrar a 1ª Força de Emergência das Nações Unidas (UNEF I), no conflito árabe-israelense, junto à Faixa de Gaza. Anos depois, contingentes brasileiros estiveram em Moçambique, Angola, Timor Leste e, por treze anos, no Haiti.
Na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH), as Forças Armadas mobilizaram o maior efetivo brasileiro no exterior, em uma missão complexa, com grandes demandas logísticas e de emprego de tropa. Foram mais de 37 mil brasileiros na missão, que enfrentaram terremoto, furacões e acompanharam as eleições no país caribenho.
Nas mais variadas missões de paz os militares brasileiros estão, seja de caráter individual (oficiais de Estado-Maior e observadores) ou com tropas.  O Force Commander da Missão de Estabilização da Organização das Nações Unidas na República Democrática do Congo (MONUSCO), desde de maio de 2018, é um general do Exército Brasileiro.
O Brasil possui também um Almirante como Comandante da Força-Tarefa Marítima (FTM) da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (United Nations Interim Force in Lebanon – UNIFIL), com 17 oficiais de Estado-Maior e 200 militares da Marinha do Brasil. É a única Força-Tarefa Naval a participar de uma missão de paz. Uma Força multinacional, que conta com uma Fragata brasileira atuando como navio-capitânia nas águas do Oriente Médio, em um considerável esforço logísitico e, sobretudo, de caráter diplomático.
Uma peacekeeper na Missão de Estabilização das Nações Unidas na República Centro-Africana (MINUSCA, sigla em francês), Capitão de Corveta brasileira, recebeu o prêmio de Defensora Militar de Gênero do Secretário-Geral das Nações Unidas neste ano. Uma importante conquista no caminho da valorização da competência militar feminina em missões da paz.
Atualmente, a manutenção da paz da ONU emprega mais de 100 mil militares, policiais e civis em 14 operações de manutenção da paz em quatro continentes. O Brasil participa de 8 delas, com 300 capacetes azuis, sempre em contribuição aos esforços da ONU em promover a proteção de civis e manter a paz no mundo.
A data
O 29 de maio marca o início da primeira Operação de Manutenção de Paz das Nações Unidas, autorizada pelo Conselho de Segurança, no ano de 1948, por meio da Resolução Nº 50 do mesmo ano:  Organização das Nações Unidas de Supervisão da Trégua no Oriente Médio (UNTSO), em operação até hoje.
Com informações da Subchefia de Operações de Paz/Ministério da Defesa
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério de Defesa

Membros da Comunidade Marítima homenageiam o Comandante da Marinha

05:20

Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, é homenageado pela Comunidade Marítima
No dia 23 de Maio, membros da Comunidade Marítima se reuniram na sede do Clube Naval, no Rio de Janeiro-RJ, para um almoço em homenagem ao atual Comandante da Marinha do Brasil, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior.

O evento, que teve a frente da sua coordenação o Sindicato das Agências de Navegação Marítima e Atividades Afins do Estado do Rio de Janeiro (SindaRio), também contou com a presença de autoridades, como o Comandante do 1º Distrito Naval, Vice-Almirante Flávio Augusto Viana Rocha, o Chefe do Gabinete do Comandante da Marinha, Contra-Almirante Eduardo Machado Vazquez, o Diretor do Centro de Comunicação Social da Marinha, Contra-Almirante João Alberto de Araujo Lampert e o Capitão dos Portos do Rio de Janeiro, Capitão de Mar e Guerra André Luiz de Andrade Felix.

Compuseram a mesa principal os presidentes da sede do Clube Naval, Vice-Almirante (RM1) Rui da Fonseca Elia; da Sociedade dos Amigos da Marinha-Rio (SOAMAR-RJ), José Antonio de Souza Batista; do SindaRio, José Carlos Ribeiro Gomes; do Centro dos Capitães da Marinha Mercante, Álvaro José de Almeida Júnior; do Sindicato dos Operadores Portuários do Município de Itaguaí, Marcos Oberlander Cunha; do Sindicato Nacional das Empresas de Navegação Marítima, Bruno Bastos Lima Rocha; da Praticagem-RJ, Marcello Rodrigues Camarinha; da Companhia Brasileira de Cartuchos, Silvio Vasco Campos Jorge; da FEMAR, Almirante de Esquadra (RM1) Airton Teixeira Pinho Filho; o CEO do Porto do Açu, Carlos Tadeu da Costa Fraga; o 3º Vice-Presidente do Sindicato Nacional das Empresas da Navegação de Apoio Portuário, Carlos Renato Penna de Carvalho; o Diretor do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore, Jorge Faria; e o Almirante de Esquadra (RM1) Eduardo Monteiro Lopes, que assumirá a presidência do Clube Naval no próximo dia 11 de Junho.

Na ocasião, o Comandante da Marinha aproveitou a oportunidade para realizar uma apresentação na qual abordou assuntos como o Programa de Desenvolvimento do Submarino, a obtenção da Classe “Tamandaré”, a elevação do Rio Grande, a reforma do Serviço de Seleção do Pessoal da Marinha  e reestruturação da carreira militar, bem como, a Economia Azul, destacando a importância da formação de um cluster marítimo brasileiro para fomentar o desenvolvimento das atividades do mar.
Após a apresentação foram feitos os agradecimentos e houve troca de brindes, seguida de almoço e o encerramento do evento.

Fonte: Marinha do Brasil

Cerimônia da entrega do Prêmio "Almirante Álvaro Alberto” reúne grandes expoentes da área

07:13

O Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques, ressaltou a importância da "matriz estratégica originada da junção entre a Ciência e os marinheiros"
A cerimônia de entrega do Prêmio "Almirante Álvaro Alberto”, considerado o maior prêmio em Ciência e Tecnologia do País, foi realizada dia 15 de maio, na Escola Naval, no Rio de Janeiro-RJ. A premiação é concedida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), em parceria com a Fundação Conrado Wessel (FCW) e a Marinha do Brasil, tendo este ano agraciado a categoria Ciências Exatas, da Terra e Engenharias. O vencedor foi o físico paulista Vanderlei Salvador Bagnato, Professor titular da Universidade de São Paulo (USP) e Diretor do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP).
Os prêmios consistem em medalha; diploma; importância, em espécie, patrocinada pela FCW; e uma viagem à Antártica e uma visita ao Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), oferecidas pela Marinha.
O Prêmio “Almirante Álvaro Alberto” para a Ciência e Tecnologia foi criado, em 1981, em reverência ao Almirante Álvaro Alberto. Renomado Chefe Naval e reconhecido junto à comunidade científica, defensor da tese de que “o desenvolvimento científico e tecnológico está intima e fortemente ligado à prosperidade do País”, dedicou-se à formulação de um Pensamento científico num país ainda essencialmente ligado ao setor primário. Destarte, foi o responsável pela criação de vários Órgãos de Fomento e de Apoio à Pesquisa, sendo o idealizador e primeiro Presidente do atual Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Representante do Brasil junto à Comissão de Energia Atômica da Organização das Nações Unidas (ONU). Destaca-se, como principal contribuição, as bases para a implementação do Programa Nuclear Brasileiro, dentre outras inúmeras realizações.
Em seu discurso, o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques, destacou a importância da "matriz estratégica originada da junção entre a Ciência e os Marinheiros". Ilustrou com argumentos concretos a importância desse arranjo, referindo-se à Elevação do Rio Grande (ERG), sítio onde se conhece a existência de recursos naturais estratégicos. Nesse enfoque, destacou o Comandante da Marinha que, como resultado das pesquisas realizadas com a intensiva participação da comunidade científica, em dezembro de 2018, o Brasil apresentou na Comissão de Limites da Plataforma Continental das Nações Unidas uma Petição que requer o reconhecimento da ERG como extensão da Plataforma Continental Brasileira.
A Mesa de Honra da cerimônia foi composta pelas seguintes personalidades: o Ministro de Estado em Exercício da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Julio Francisco Semeghini Neto; o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques; o Presidente da Academia Brasileira de Ciências (ABC), Luiz Davidovich; o Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, Senhor João Luiz Filgueiras de Azevedo; o Presidente da FINEP, General Waldemar Barroso Magno Neto; o Presidente do Conselho Curador da Fundação Conrado Wessel, Jorge Marcio Arantes Cardoso; o Presidente do Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa, Evaldo Ferreira Vilela; e o Presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, Ildeu de Castro Moreira.
Prestigiaram o evento, também, os ex-Ministros da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) Marco Antônio Raupp, Deputado Federal Celso Pansera e Gilberto Kassab.
Como parte integrante da Cerimônia de Entrega do Prêmio “Almirante Álvaro Alberto”, o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, presenteou o Professor Doutor Vanderlei Bagnato com o tradicional Farol.
Formado em Física pela USP e Engenharia de Materiais pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), doutor em física pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT), e pós-doutor pela Universidade de Maryland, ambos nos Estados Unidos. É membro da Academia Brasileira de Ciências, The Academy of Sciences for the Developing World, da Academia Pontifícia de Ciências do Vaticano, e da National Academy of Sciences (USA).
Na ocasião, também foram entregues os títulos de Pesquisador Emérito do CNPq e Menções Honrosas de Agradecimentos deste ano. Concluindo a Cerimônia, 18 novos acadêmicos foram empossados na Academia Brasileira de Ciências.
A cerimônia de entrega do Prêmio "Almirante Álvaro Alberto” 2019 contribuiu para estreitar os laços entre a Marinha e a Comunidade Científica, demonstrando de o alinhamento de esforços na busca de soluções para a obtenção de tecnologias autóctones pelo País e o robustecimento do Setor de Ciência e Tecnologia nacional.
O Professor Bagnato recebeu a Medalha e o Diploma do Prêmio; uma viagem à Antártica e uma visita ao Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), oferecidas pela Marinha; além do valor de 200 mil reais, patrocinado pela Fundação Conrado Wessel

Fonte: Marinha do Brasil

Marinha oferece 301 vagas nos níveis fundamental, médio e superior

11:22


A Marinha do Brasil oferece 301 vagas nos níveis fundamental, médio e superior, distribuídas por quatro concursos públicos. As oportunidades estão distribuídas pelos seguintes certames: Colégio Naval (190), Quadro de Médicos (79), Escola Naval (31) e Capelão Naval (1). Os períodos de inscrição e taxas variam, confira a tabela:


Concursos Marinha 2019: principais requisitos

As inscrições são realizadas no site www.ingressonamarinha.mar.mil.br. Aqueles que são cadastrados no Cadastro Único do Governo Federal, cuja renda familiar mensal per capita seja inferior ou igual a meio salário-mínimo, podem solicitar a isenção.



- Colégio Naval: candidatos do sexo masculino, brasileiros natos com 15 anos completos e menos de 18 no dia 1° de janeiro de 2020 e ensino fundamental completo.

-Escola Naval: homens e mulheres com 18 anos e menos de 23 no dia 1° de janeiro de 2020 e que tenham o ensino médio completo.

-Quadro de Médicos: homens e mulheres com menos de 36 anos no dia 1° de janeiro de 2020, brasileiros natos e graduação completa na área desejada.

-Capelão Naval: brasileiro nato, homens e mulheres (quando a religião permitir), ter mais de 30 e menos de 41 anos de idade no dia 1º de janeiro de 2020, ter, pelo menos, três anos no exercício de atividades pastorais, na igreja para a qual se candidatou à vaga e ter concluído formação teológica de nível universitário, reconhecido pela autoridade eclesiástica de sua religião.

Serviço:

Concursos públicos Marinha 2019

Site:  www.ingressonamarinha.mar.mil.br.


"Marinha do Brasil, protegendo nossas riquezas, cuidando da nossa gente"

Navio de Apoio Oceânico “Iguatemi” resgata embarcação que estava à deriva com sete tripulantes

07:46

Militares da Marinha durante primeiro contato com tripulação de
 embarcação que estava à deriva
O Navio de Apoio Oceânico “Iguatemi”, subordinado ao Comando de Grupamento de Patrulha Naval do Norte, resgatou, na madrugada do dia 15 de maio, sete tripulantes que estavam na embarcação “Salmo XII M”, desaparecida desde o dia 2 de maio. Ela saiu, em abril, de Camocim-CE para realizar atividade de pesca e ficou à deriva por quase 20 dias.
O Salvamar Norte, sob jurisdição do Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN), iniciou o processo de buscas, empregando os seguintes meios: os Navios Patrulha (NPa) “Guarujá” e “Bocaina” e o Navio de Apoio Oceânico “Iguatemi”. Foram 13 dias de operação, tendo como área de busca 50 mil milhas náuticas quadradas, tamanho do estado do Amapá. A embarcação foi encontrada a 185 quilômetros da cidade de Bragança-PA.
No esforço para localizar a embarcação e os tripulantes, a Força Aérea Brasileira disponibilizou uma aeronave P-3 AM Orion, que reforçou as ações realizadas no mar, sobrevoando cerca de 33 horas pela área. As Capitanias dos Portos do Piauí e Maranhão, subordinadas ao Com4ºDN, e a Agência da Capitania dos Portos em Camocim, subordinada ao Comando do 3° Distrito Naval, também apoiaram, contatando navegantes e comunidade marítima da região, a fim de ampliar a divulgação sobre o desaparecimento e alertar a todos para que pudessem apoiar as buscas. Os radioamadores também se mobilizaram, contribuindo para a procura e a disseminação de informações.
Tripulação resgatada recebe atendimento clínico de médico da Marinha

Fonte: Marinha do Brasil

Praticagem do Pará apoia Capitania na prevenção à poluição hídrica

09:57


A contribuição da Praticagem ao meio ambiente, muitas vezes, extrapola a boa execução do serviço que evita acidentes com grandes embarcações.

No dia 2 de maio, por exemplo, a Praticagem da Barra do Pará foi acionada pela Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR) para ajudar a conter um vazamento de óleo de um empurrador de balsa que tombou, parcialmente, nas proximidades do Porto do Arapari, em Barcarena (PA).

Duas lanchas da Praticagem realizaram o transporte das barreiras de contenção de poluição da Capitania para o local, onde foram instaladas. A embarcação seguia viagem para Belém. Não houve feridos.

Foi mais uma ação da Praticagem cumprindo o dever legal de cooperar nas fainas de assistência e salvamento marítimo.

Responsável pela Zona de Praticagem 03, a Barra do Pará contribui para a segurança da navegação, salvaguarda da vida humana e proteção do meio ambiente na área que compreende o acesso pelo Canal do Quiriri, na região do Marajó, e pelo Canal do Espadarte, no Rio Pará.

Fonte: Praticagem do Brasil

Diretoria da Amazul toma posse com planos para ampliar atuação da empresa na área nuclear

17:12

Diretoria da Amazul:  Vice-almirante Antonio Bernardo Ferreira, Vice-almirante Luís Antônio Rodrigues Hecht,  Vice-almirante Francisco Roberto Portella Deiana e Vice-almirante Antonio Carlos Soares Guerreiro 

Empresa quer demonstrar relevância para sociedade, potencial para novos negócios e sólidos ativos intangíveis

A nova diretoria da Amazul, que toma posse nesta sexta-feira (10 de maio), às 15h, tem como uma de suas metas ampliar a atuação da empresa no Programa Nuclear da Marinha (PNM), Programa de Desenvolvimento de Submarinos (ProSub) e Programa Nuclear Brasileiro (PNB). O novo diretor-presidente, Antonio Carlos Soares Guerreiro, pretende tornar a empresa mais conhecida, demonstrando sua relevância estratégica, os benefícios que entrega à sociedade e sua importância para a busca da independência tecnológica do País.

            Para a solenidade de posse estão confirmadas as presenças do comandante da Marinha, almirante Ilques Barbosa Junior, e de autoridades federais, estaduais e municipais.

            A Amazul foi constituída em 2013 para promover, desenvolver, transferir e manter tecnologias sensíveis às atividades dos programas nucleares e de desenvolvimento de submarinos. Dentro do PNM, atua nos projetos para construir, comissionar e operar reator nuclear de potência, totalmente nacional, e para a produção em escala industrial do combustível nuclear. A dualidade dessa tecnologia possibilitará seu emprego tanto para a propulsão naval de submarinos quanto para a geração de energia elétrica ou, ainda, para a produção de água por meio de dessalinização.

            Em relação ao ProSub, a Amazul está comprometida com a busca de parcerias com empresas para aumentar o grau de nacionalização dos submarinos convencionais e de propulsão nuclear, contribuindo também para o fortalecimento da base industrial de defesa nacional. Atualmente, por meio de acordos de cooperação técnica, ajuda a desenvolver tecnologias como o Sistema Integrado de Gerenciamento de Plataforma e o Sistema de Combate de Submarinos.

Vice-almirante Antonio Carlos Soares Guerreiro
            Somos uma empresa dependente do Tesouro, mas temos potencial para explorar novos negócios, implantar e gerenciar empreendimentos nucleares e prestar serviços para outras empresas estatais”, diz Antonio Guerreiro.

            A Amazul está ampliando sua atuação no PNB. O principal empreendimento de que participa, no momento, é o projeto detalhado do Reator Multipropósito Brasileiro, em parceria com a Comissão Nacional de Energia Nuclear. A principal missão do RMB é suprir o mercado brasileiro de insumos para a produção de radiofármacos usados no diagnóstico e tratamento de doenças como o câncer, permitindo atender à demanda reprimida no setor de medicina nuclear. “Somos coexecutores desse empreendimento e estamos preparados para assumir novas responsabilidades no RMB”, prevê o diretor-presidente.

            A Amazul mantém, ainda, cooperação técnica com a INB – Indústrias Nucleares do Brasil e o IPEN – Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (neste caso, para a produção de radiofármacos) e negocia parceria com a Eletronuclear para projetos em Angra 1 e Angra 3. A empresa prevê ainda a sua participação no projeto do futuro Repositório Nacional de Rejeitos Radioativos de Baixo e Médio Níveis de Radiação (RBMN).

            A Gestão do Conhecimento é ferramenta de gestão da empresa, voltada para seu capital intelectual, e faz parte do portfólio de negócios da Amazul. O projeto-piloto, desenvolvido na unidade de produção de Hexafluoreto de Urânio, recebeu o 17º Prêmio Learning & Performance Brasil 2018/2019, na categoria Referência Nacional, que reconhece as melhores práticas em aprendizado e desempenho. A empresa concorreu com iniciativas de organizações como Claro-Brasil, Serasa Experian, Bayer e Bradesco.

            A Amazul é totalmente dependente do Tesouro e atua num setor considerado monopólio da União, segundo a Constituição. “Mas a empresa possui enormes ativos intangíveis, ainda não calculados, participa de programas estratégicos de longo prazo e tem como visão entregar à Nação conhecimento, tecnologias e pessoal capacitado nas áreas nuclear e de desenvolvimento de submarinos”, destaca o diretor-presidente.

            Com uma força de trabalho e estrutura adequadamente dimensionadas, a Amazul conta com cerca de 1.850 empregados, 90% deles voltados para as atividades-fim da empresa.

            Posse
            A solenidade da posse da diretoria será nesta sexta-feira (10/5), às 15 horas, na sede da Amazul, à Avenida Corifeu de Azevedo Marques, 1847, Butantã, São Paulo. A diretoria é constituída por Antonio Carlos Soares Guerreiro, Presidente; contra-almirante Antonio Bernardo Ferreira, Diretor de Administração e Finanças; Luís Antônio Rodrigues Hecht, Diretor de Gestão do Conhecimento e de Pessoas; e Francisco Roberto Portella Deiana, Diretor Técnico e de Operação.


Fonte: AMAZUL Assessoria de Comunicação e Responsabilidade Social 



Regata vai homenagear Prático-Herói em Recife

15:52


Mais de 20 barcos com velas coloridas vão enfeitar a orla de Recife neste sábado. A II Regata Prático Nelcy Campos é uma homenagem ao profissional da Praticagem que evitou uma grande tragédia na cidade em 1985.

No dia 6 de maio, como parte da programação da regata, o filho do homenageado vai visitar alunos do Colégio Conviver que fizeram um estudo sobre a história. Ele tem o mesmo nome do pai, que morreu em 1990.

– Eu cheguei lá por volta das 4h da manhã, quando meu pai já estava rebocando o “Jatobá” para alto-mar. Primeiro, ele teve que retirar as embarcações que estavam à frente e atrás do navio, com iguais toneladas de gás. Depois, manobrou por meio do Canal do Norte, pouco usado, mas que era a única possibilidade de sair com o navio em linha reta. Ninguém tinha dimensão de tamanho perigo – lembra Nelcy Campos Filho, que tinha 33 anos.

No dia 10, na abertura oficial do evento, o Ex-Governador Roberto Magalhães vai contar a sua experiência no episódio. Ele também foi até o Porto e esperou o Prático após o ato de bravura.

– Foi realmente um risco muito grande que a cidade correu, porque o navio tinha três tanques, só um explodiu e já fez um estrago enorme, contido pelas paredes do armazém. Se os três tivessem explodido, seria um desastre. Isso revela a coragem de todos que lá estiveram e faz justiça às homenagens que o Prático recebe – destaca o então Chefe do Executivo.

A II Regata Prático Nelcy Campos está marcada para as 11h do dia 11 de maio, com largada e chegada no Marco Zero de Recife, onde encontra-se o busto de Nelcy Campos, entregue em 2003.

O evento é uma realização do Cabanga Iate Clube de Pernambuco e da Flotilha Recifense de Veleiros de Oceano (Frevo), com apoio da Praticagem de Pernambuco. Irão participar barcos de quatro classes. A competição vale pontuação para o campeonato da Frevo.

– Será um evento muito bonito, de interação com o público próximo da praia, que, em dado momento, vai poder apreciar os barcos com velas coloridas – diz o Capitão da Frevo, Álvaro da Fonte.

Fonte: Praticagem do Brasil



Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra realiza inspeção operativa

13:02

Em 2019, serão realizadas inspeções operativas em algumas organizações militares subordinadas ao Comando da Força de Fuzileiros da Esquadra (ComFFE). O propósito será avaliar as capacidades operativas das unidades, as condições materiais e o nível de adestramento das tripulações, no intuito de checar se os parâmetros de aprestamento estabelecidos pelo Comando da Força estão sendo alcançados. Foi constituída uma Comissão de Inspeção e Assessoria de Adestramento (CIAsA), presidida pelo Comandante do Centro de Avaliação da Ilha da Marambaia, e composta por especialistas nos diversos assuntos operativos.
Durante a verificação inicial, o presidente da comissão de avaliação transmitiu instruções para os militares do Batalhão Riachuelo
A sistemática de avaliações, inspirada nas inspeções operativas realizadas pela Esquadra, vem sendo estudada desde 2017. Em 2018, foi realizada uma inspeção operativa experimental no Segundo Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais (Batalhão Humaitá), com o apoio do Comando do Desenvolvimento Doutrinário do Corpo de Fuzileiros Navais. A avaliação experimental ocorreu em Itaóca, no Espírito Santo, durante o exercício “SUBEX-INF”.
Em 2019, a organização militar escolhida para receber a primeira inspeção operativa foi o Primeiro Batalhão de Infantaria de Fuzileiros Navais (Batalhão Riachuelo). Uma verificação inicial foi realizada em 12 de abril, na sede do batalhão, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro-RJ. Na ocasião, os militares passaram por inspeções individuais e coletivas. Na fase individual, ocorreram testes nas habilidades de tiro, orientação/navegação terrestre, natação utilitária e em uma prova teórica de conhecimentos básicos e específicos de combate. Na fase coletiva, foram avaliadas a composição, habilitação, a prontificação do material, além dos conhecimentos doutrinários das equipes.
Durante os exercícios práticos do ADEST EQ-FFE 2019, entre os dias 25 de abril e 3 de maio, os militares do Riachuelo passaram pela segunda fase de avaliações da CIAsA. Na ocasião, foi avaliado o desempenho das equipes no terreno, por meio dos adestramentos de fogo e movimento com munição real, marchas para o combate, operações com helicóptero e carros blindados, dentre outros exercícios.
3 BLINDADO (12)
Militares do Batalhão Riachuelo realizam adestramento com blindados
durante o ADEST EQ 2019

Fonte: Marinha do Brasil

Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais promove “45º Encontro de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais”

06:05

45º Encontro de Veteranos reúne gerações
de Fuzileiros Navais no CIASC
 
O Comando-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais (CGCFN) promoveu, em 4 de maio, o “45º Encontro de Veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN)”, no Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC), na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro-RJ.
 
O evento anual tem como objetivo proporcionar a troca de experiências entre os fuzileiros navais da ativa e da reserva ativa, além de apresentar a militares, servidores civis e dependentes um pouco das atividades desenvolvidas pelo Corpo de Fuzileiros Navais (CFN).
 
A Banda Marcial do CFN realizou a abertura da cerimônia ao som do dobrado “Avante”, emocionando o público ao executar as canções “Cisne Branco”, “Heróis de Guerra” e “A Conquista do Paraíso”. Durante as evoluções, os militares músicos formaram a figura de uma âncora e a sigla AVCFN (Associação de Veteranos do CFN), homenageando os veteranos presentes.
 
Um dos pontos altos da cerimônia foi o momento em que o Primeiro-Tenente Fuzileiro Naval Brício de Almeida Pina, caverna mestra veterano, com 98 anos de idade, recebeu uma homenagem especial do Comandante-Geral do Corpo de Fuzileiros Navais, Almirante de Esquadra (FN) Alexandre José Barreto de Mattos.
 
A cerimônia foi encerrada com um desfile em continência ao Comandante-Geral. Participaram do desfile o pelotão de motociclistas militares, os veteranos do Corpo de Fuzileiros Navais da sede do Rio de Janeiro e de regionais de todo o país, além dos jovens atendidos pelo Programa Forças no Esporte no CIASC.
 
 
As crianças presentes, filhos e netos dos veteranos, também participaram do desfile, como os “Fuzileiros do Amanhã”, e ganharam uma programação especial após a cerimônia, com brincadeiras e recreação infantil.
 
No evento, os convidados puderam visitar a exposição do museu e de mostruários de equipamentos e materiais, além de conhecer um pouco das atividades das organizações militares do CFN. Uma das novidades apresentadas este ano foi o simulador de paraquedas, um projeto do Centro de Análises de Sistemas Navais da Marinha, em parceria com o CFN. Também foi exposto o novo uniforme camuflado do CFN, que irá substituir o atual quando aprovado, e a ração operacional, que serve de alimento aos militares em operações.
 
Em entrevista à TV Marinha, o Almirante Alexandre lembrou que o Encontro de Veteranos 2019 também marcou os 47 anos de existência da instituição, celebrados naquele dia, e ressaltou, ainda, que o encontro é sempre uma boa oportunidade de congregação entre os veteranos.
 
“Esse encontro anual resume bem o próprio lema do CIASC: 'Gerações de Fuzileiros Navais Fortalecendo o Espírito de Corpo'. É exatamente isso o que vemos aqui, gerações se encontrando, uma grande fraternidade e uma reunião de amigos fortalecendo o espírito de corpo”, destacou o Comandante-Geral.
 
A cerimônia também contou com a presença do deputado federal Hélio Lopes; do Comandante da Força de Fuzileiros da Esquadra, Vice-Almirante (FN) Paulo Martino Zuccaro; do Comandante do Pessoal de Fuzileiros Navais, Vice-Almirante (FN) César Lopes Loureiro; dentre outras autoridades civis e militares.
 
Na ocasião, o Primeiro-Tenente Brício de Almeida Pina, de 98 anos, foi homenageado

Fonte: Marinha do Brasil

Representantes da MB e Governador de MT discutem navegação nas hidrovias de Mato Grosso

06:00

Contra-Almirante Arentz, Almirante de Esquadra Puntel e Governador Mauro Mendes
 
O Comandante de Operações Navais da Marinha do Brasil (MB), Almirante de Esquadra Leonardo Puntel, e o Comandante do 6º Distrito Naval, Contra-Almirante Carlos Eduardo Horta Arentz, reuniram-se, na tarde do dia 26 de abril, no gabinete do Governador de Mato Grosso (MT), Mauro Mendes, em Cuiabá-MT.
 
A visita institucional tratou da atuação do Comando do 6° Distrito Naval (Com6°DN) no estado, com a recente elevação da Delegacia Fluvial de Cuiabá à classificação de Capitania de 3ª Classe.
 
A viabilidade de navegação e transporte de mercadorias nas hidrovias de MT e os impactos no segmento econômico do estado, bem como a importância da MB e da Capitania Fluvial de Mato Grosso na atividade foram alguns dos temas discutidos.
 
Participaram da reunião, ainda, o Capitão dos Portos do Pantanal, Capitão de Fragata Fábio Cândido da Silva e o Capitão dos Portos de Mato Grosso, Capitão de Corveta Thiago Cristiano Muniz Santos.

Fonte: Marinha do Brasil

Marinha do Brasil promove curso para indígenas e ribeirinhos em São José do Xingu-MT

11:33

 
Instrutores da Agência Fluvial de São Félix do Araguaia, indígenas e ribeirinhos do município de São José do Xingu-MT
 
O Comando do 6º Distrito Naval, por meio da Agência Fluvial de São Félix do Araguaia (AgSF Araguaia), organização militar subordinada à Capitania Fluvial de Mato Grosso, realizou, no período de 22 a 28 de abril, no município de São José do Xingu-MT, o Curso de Formação de Aquaviários para Marinheiros Fluviais Auxiliares de Convés e Máquinas.
 
Foram qualificados 30 indígenas e ribeirinhos locais para exercerem atividades profissionais como Aquaviários do Grupo de Fluviários, atendendo a necessidade de tripulantes habilitados para embarcações propulsadas, de pequeno e médio porte, que executam transporte de carga e passageiros e são empregadas na navegação fluvial, assim como para a balsa que realiza a travessia do Rio Xingu, integrando a rodovia MT-322.
 
A equipe de instrutores da AgSF Araguaia, com apoio das Secretarias de Agricultura e Assuntos Indígenas do município, além de atender a população ribeirinha de São José do Xingu, ministrou aulas na aldeia indígena Piaraçu, distante 42 Km, contemplando indígenas de aldeias do Parque Nacional do Xingu, localizadas nos municípios de Alta Floresta, Guarantã do Norte e Matupá, todos pertencentes ao estado de Mato Grosso. Durante o curso, foram ministradas aulas de navegação, manobras da embarcação, construção de embarcações fluviais, estabilidade, manuseio de cargas, primeiros socorros, motor propulsor, sistemas auxiliares e legislação.
 
O Agente de São Félix do Araguaia, Capitão-Tenente Jaecy Fonseca de Medeiros, ressalta que a profissionalização de novos aquaviários proporciona a inserção no mercado formal de trabalho de indígenas e ribeirinhos, contribuindo para o crescimento socioeconômico da região do Xingu, além de disseminar a mentalidade de segurança da navegação, salvaguarda da vida humana e prevenção à poluição dos rios.
 
Foram ministradas aulas na aldeia indígena Piaraçu, contemplando indígenas
de aldeias do Parque Nacional do Xingu

Fonte: Marinha do Brasil

Marinha do Brasil assina contrato com o Terminal Portuário Santos Brasil

11:30

Foto
Diretor Comercial de Operações Logísticas do Terminal Santos Brasil, Wagner Toffoli, e o Diretor do CDAM, Capitão de Fragata Matheus

No dia 11 de abril, a Marinha do Brasil assinou contrato para prestação de serviços logísticos de operação portuária, incluindo descarga, armazenagem, inspeção não invasiva, para os bens adquiridos no exterior. O contrato faz parte do planejamento estratégico do Centro de Distribuição e Operações Aduaneiras da Marinha (CDAM) e ampliou as opções para a nacionalização de cargas, além de reduzir o tempo de entrega dos itens às organizações militares e os custos aduaneiros.

Os custos operacionais das cargas da Marinha Brasil (MB) terão redução de cerca de 53,57% ao ano em relação às taxas médias praticadas nos Terminais Portuários do estado do Rio de Janeiro. Com esta nova possibilidade, espera-se uma redução anual de R$ 1.200.000,00. Há redução, também, na contratação de transporte rodoviário para essas cargas, que antes vinham para o Rio de Janeiro como única opção.

O acordo estabelece um novo patamar de desempenho logístico, ampliando a competitividade. Ele representa um desafio para os tradicionais parceiros da MB, compreendendo práticas comerciais que acompanham as mudanças no ambiente do comércio internacional e proporcionando as ferramentas necessárias para um melhor posicionamento em futuras negociações.
   
Fonte: Marinha do Brasil

Diretoria de Hidrografia e Navegação realiza homenagem alusiva ao centenário do Almirante de Esquadra Maximiano

07:26

Participantes da homenagem ao Almirante de Esquadra Maximiano
No dia 30 de abril, a Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) realizou uma homenagem pelo transcurso do centenário de nascimento do Almirante de Esquadra Maximiano Eduardo da Silva Fonseca. A cerimônia foi realizada a bordo do Navio Polar (NPo) “Almirante Maximiano”, atracado no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, e contou com as presenças de ex-Diretores de Hidrografia e Navegação, Almirantes Hidrógrafos, familiares e amigos do homenageado.
Na ocasião, o Comandante do Npo “Almirante Maximiano”, Capitão de Mar e Guerra João Cândido Marques Dias, fez uma apresentação sobre a biografia do Almirante Maximiano.
Oficial Hidrógrafo da Turma de 1948, o Almirante Maximiano contribuiu para o desenvolvimento da Hidrografia Brasileira. Foi Comandante dos Navios Hidrográficos “Rio Branco”, “Sirius” e “Canopus” e Diretor do Centro de Auxílios à Navegação “Almirante Moraes Rego”. Como Ministro da Marinha, no que concerne à atividade hidrográfica, promoveu a incorporação de meios e a aquisição de novos equipamentos e a transferência da DHN para as atuais instalações na Ponta da Armação. Ressalta-se seu apoio às “Operações Antárticas”, com a aquisição do Navio de Apoio Oceanográfico "Barão de Teffé" que, na ocasião, abriu o caminho para a presença do Brasil na Antártica, permitindo a realização da Primeira Expedição Antártica Brasileira e o estabelecimento da Estação Antártica Comandante Ferraz.
Almirante de Esquadra Palmer, Márcia Palmer e Carlos Palmer (filhos do Almirante de Esquadra Maximiano) e Vice-Almirante Garcez

Fonte: Marinha do Brasil