Evento discute 5 anos de pesquisa multidisciplinar na Elevação de Rio Grande

10:12


O Workshop "Pesquisas multidisciplinares na Elevação de Rio Grande (RGR) (Multidisciplinary researches at Rio Grande Rise)" foi um evento científico realizado na Base de Pesquisas do Instituto Oceanográfico da USP em Ubatuba, São Paulo, de 19 a 23 de novembro de 2019, que integrou as pesquisas atualmente em desenvolvimento, lideradas por pesquisadores das instituições participantes do Projeto Temático FAPESP "Marine ferromanganese deposits: a major resource of E-tech elements" (processo 2014/50820-7), e futuros projetos que estão iniciando como o Belmont Forum-FAPESP (DTRAP - Deep-sea mining: Risk assessment from a transdisciplinary perspective). Os pesquisadores se reuniram em Ubatuba para apresentar os resultados obtidos após os 5 anos de duração do Projeto Temático, em função das pesquisas que estão sendo feitas no momento e dos dados e amostras obtidas pelo projeto.

Foram discutidos também novos rumos na condução de pesquisas e projetos futuros. O evento foi também uma tentativa de abordagem multidisciplinar da exploração de depósitos ferromanganesíferos em mar profundo, sendo aberto aos órgãos externos que podem vir a se beneficiar do conteúdo tratado. O evento incluiu: (1) palestras de pesquisadores renomados sobre as principais temáticas relativas à exploração de depósitos ferromanganesíferos em mar profundo, sobretudo nas áreas de estudo de RGR; (2) apresentações orais e de pôster sobre as pesquisas concluídas e em andamento; e (3) formação de grupos de trabalho para novos direcionamentos na pesquisa.

Por fim, apesar de marcar o encerramento do Projeto Temático, o Workshop abriu portas para discussões sobre novas propostas de pesquisas. A iniciativa deste evento é inédita no país e coloca ao mesmo tempo, em um só lugar, instituições de grande importância nacional e internacional (Marinha do Brasil, Diretoria de Hidrografia e Navegação, Programa LEPLAC, National Oceanographic Centre of Southampton, British Geological Survey, United States
Geological Survey, Complutense University of Madrid, Universita’ degli Studi di Roma, VNII Okeangeologia Russia, COMRA China) no cenário de exploração de depósitos minerais marinhos. Na reunião houve uma série de apresentações multidisciplinares importantes sobre a situação (state-of-the-art) das pesquisas em mar profundo na RGR e destinou-se a todos aqueles que têm interesse na matéria-prima que pode ser usada na geração de energia com baixa produção de carbono e assim como no armazenamento de energia.
Pretende-se aprimorar o conhecimento sobre a ocorrência e o processamento dos minerais necessários, para que estes possam ser produzidos de forma mais sustentável reduzindo-se o potencial de problemas de fornecimento que restringem o progresso de uma economia de baixo carbono no Brasil e no mundo.

 Link do projeto:

https://bv.fapesp.br/pt/auxilios/89804/marine-ferromanganese-deposits-a-major-resource-of-e-tech-elements/

Fonte: IOUSP por Prof. Dr. Luigi Jovane


Marinha do Brasil realiza 1ª Reunião de Governança Estratégica do Programa “Classe Tamandaré”

10:04

Participantes da 1ª Reunião de Governança Estratégica do
Programa “Classe Tamandaré”
A Diretoria-Geral do Material da Marinha coordenou, no dia 20 de dezembro, a 1ª Reunião de Governança Estratégica do Programa “Classe Tamandaré”. A reunião, realizada no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, e presidida pelo Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, foi a primeira de um modelo a ser empregado para o acompanhamento e gerenciamento em alto nível do Programa.
No decorrer da Reunião, a Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON) apresentou os principais aspectos que compõe a Estrutura de Governança a ser estabelecida e o caminho crítico de trabalho para a assinatura do contrato. Por sua vez, os representantes do Consórcio “Águas Azuis” teceram suas considerações sobre o processo de negociação ora em andamento.
Além do Comandante da Marinha, participaram da reunião o Almirante de Esquadra Luiz Henrique Caroli, Diretor-Geral do Material da Marinha, o Almirante de Esquadra Marcos Silva Rodrigues, Secretário-Geral da Marinha, os Presidentes Executivos das empresas integrantes do Consórcio Águas Azuis, Dr. Rolf Wirtz, da ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS), Jackson Schneider, da EMBRAER Defesa e Segurança Participações S.A, Edson Mallaco, da ATECH Negócios em Tecnologias S.A, e o Diretor-Presidente da EMGEPRON, Vice-Almirante (RM1-IM) Edesio Teixeira Lima Junior, entre outras autoridades.

Fonte: Marinha do Brasil

Semana da Marinha é comemorada em Portugal

10:03

Autoridades presentes na cerimônia
Em comemoração ao “Dia do Marinheiro” e ao aniversário de 4 anos da Sociedade Amigos da Marinha do Brasil em Portugal, foi realizada uma cerimônia em homenagem ao Patrono da Marinha, Marquês de Tamandaré. O evento lembrou também o terceiro aniversário da aposição da Medalha Amigo da Marinha ao estandarte de Lisboa. 
 
A sessão foi presidida pelo Representante Permanente do Brasil junto à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, Embaixador Pedro Fernando Brêtas Bastos e teve como convidado de Honra o Chefe de Estado Maior General das Forças Armadas, o Almirante Antônio Silva Ribeiro.
 
Durante os discursos, os valores da Marinha do Brasil foram relembrados com a análise da situação da Força, a preparação para a defesa da Amazônia Azul e o acompanhamento dos navios mercantes.
 
Estavam também presentes na cerimônia o Adido de Defesa e Naval do Brasil em Portugal, Capitão de Mar e Guerra Hermes Pacheco Pereira de Oliveira,  e o Presidente do Conselho Diretivo da Sociedade Amigos da Marinha do Brasil em Portugal, Doutor Artur Alexandre Feio de Victoria Candeias. 

Fonte: Marinha do Brasil

Praticagem resgata tripulante em embarcação à deriva na Baía de Todos os Santos

09:35

Na noite de 21 de dezembro de 2019, por volta de 20:38h, a Capitania dos Portos da Bahia divulgou  canal de emergência do Serviço Móvel Marítimo a existência de uma embarcação à deriva
nas proximidades da entrada da Baía de Todos os Santos (BTS).

Imediatamente o Centro de Operações da Praticagem na Bahia, que mantém escuta permanente desse canal, mesmo com pouca luminosidade local devido à condição lunar (quarto minguante) iniciou as buscas com a varredura visual da entrada da BTS por meio de suas câmeras, além de repassar os dados conhecidos até então às lanchas de serviço, deslocando uma delas para a entrada da BTS para iniciar as buscas.

Em paralelo, o Operador retornou ligação telefônica com a Capitania para ampliar as informações, conseguindo o telefone de contato do tripulante, Sr Moisés, que relatou a pane em seu motor e a ausência de iluminação na embarcação já que a única lâmpada que tinha a bordo caiu no mar.

Esta deficiência da embarcação, associada à pouca luminosidade lunar, contribuía para aumentar o risco de um abalroamento. Apesar de ainda desconhecer a posição da embarcação, o Centro de Operações acompanhava pelo AIS a aproximação de uma embarcação que se destinava ao Ponto de Espera de Prático, situado nas proximidades do Farol da Barra, para o embarque do Prático responsável por assessorar o Comandante na sua navegação até a atracação.


O mar encontrava-se agitado e a maré estava na condição de enchente até 00:38hs, o que naturalmente traria a embarcação para o interior da BTS. O Operador do Centro de Operações retornou contato com o Sr Moisés orientando-o a acionar a lanterna do celular quando da aproximação de alguma embarcação de modo a facilitar sua identificação e socorro.




Por volta das 20:50hs a lancha da Praticagem encontrou a embarcação e iniciou o reboque da embarcação até as proximidades da Bahia Marina a partir de onde a Lancha Barracuda da Capitania dos Portos concluiu o resgate.

Emocionado e visivelmente extenuado, o Sr Moisés, que completava 53 anos nesse dia e estava à deriva há mais de quatro horas, agradeceu o socorro prestado pela Praticagem e pela Capitania dos Portos e foi convidado a conhecer as instalações do Centro de Operações da Praticagem.

Fonte: Bahia Pilots

Cerca de 400 crianças de Guarujá participam de festas natalinas realizadas pela Praticagem de São Paulo

04:57

O Natal é uma data comemorada por milhões de famílias mundo afora. No Brasil esse dia importante para os cristãos também é celebrado,  mas algumas comunidades necessitam de ajuda para que essa festa seja realizada de acordo com a tradição: papai noel e a entrega dos presentes! 

Em Guarujá, no litoral de São Paulo, o trabalho da Praticagem de São Paulo é essencial para que o sonho dos pequenos seja realizado. As creches Tia Nice, no bairro Conceiçãozinha, e Nei C Maria Tereza,  no bairro Santa Cruz dos Navegantes, realizam anualmente a festa de Natal para os pequenos de até 4 anos com a ajuda da Praticagem.

Para o presidente da Praticagem de São Paulo, comandante Souza Filho, a festa de Natal é um momento de emoção para as crianças e também para ele. “É muito emocionante ver as crianças ansiosas em ver o Papai Noel. É o sonho de todas elas pode receber o presente e tirar um foto com ele”. Na festa realizada na última sexta-feira (13) na creche Maria Tereza, o comandante esteve no local para acompanhar a entrega.

“Todos os sócios da Praticagem ficam muito felizes em proporcionar isso a elas. O Papai Noel é sempre um funcionário nosso que tem um carinho muito grande em desempenhar essa função”, explica o comandante Souza Filho. Nessa creche são atendidas cerca de 200 crianças de até 4 anos.

Na segunda-feira (16) a festa foi realizada na creche Tia Nice, que também atende crianças de até 4 anos e tem cerca de 200 matriculados.  O gerente de logística da Praticagem de São Paulo Helder Puia também acompanha as festa de Natal e também todo o trabalho que é realizado nas entidades.

“Provavelmente o presente entregue nessas festas são os únicos que as crianças vão receber no Natal. São duas comunidades bem carentes e a alegria das crianças é o que nos dá muita felicidade e a certeza de saber que estamos ajudando”, afirma Helder que também participou da entrega dos presentes no bairro Conceiçãozinha.




“Me sinto um privilegiado em poder ajudar, em ser o elo de ligação entre as creches e a Praticagem de São Paulo”, completa o gerente de logística.

Se para quem ajuda o trabalho é importante, imagina para quem recebe! 

Enia Ramos de Oliveira, patrimônio histórico da creche Maria Tereza, como é conhecida pelas colegas de trabalho, conta que essa Festa de Natal é fundamental para as crianças.  “É muito importante as crianças receberem esses brinquedos. A maioria dessas crianças o arrimo de família é mãe e muitas vezes o Natal passa batido nas casas”.

“Há muito anos a Praticagem vem nos ajudar a suprir essa necessidade e alegrar o Natal dessas crianças”, complementa.

Ajuda da Praticagem é contínua

Mas não é só com a festa de Natal que a Praticagem de São Paulo contribui com essas comunidades de Guarujá. O trabalho social pelo bem-estar das crianças que frequentam as creches é feito continuamente pelos sócios da Praticagem.

“Nós ajudamos na manutenção das creches, como a parte elétrica e outras melhorias. A Praticagem entra nessas creches para tentar suprir necessidades que não são atendidas em um âmbito geral pelo poder público. A festa de Natal vem para coroar esse trabalho”, diz o gerente de logística Helder Puia.

O presidente da Praticagem de SP explica que cerca de 90% dos marítimos da instituição residem no bairro Santa Cruz dos Navegantes, o que faz com que essa ligação com a comunidade seja ainda mais forte.

“A Praticagem tem uma consciência social muito grande. Nós devemos ser um fator de crescimento para toda  comunidade que nos cerca. Nós temos essa noção que essa comunidade que está no nosso entorno, que fica ao lado do nosso estaleiro, merece nossa atenção e carinho”, completa. 

Na creche Maria Tereza, no bairro Santa Cruz dos Navegantes, o trabalho de manutenção e contribuição é mensal. “Há muitos anos nós participamos desse esforço conjunto com a prefeitura de Guarujá prestando apoio à creche em termos materiais, com pequenas reformas e comprando equipamentos. Esse trabalho é muito importante para que os pais possam trabalhar e saber que as crianças estão em um ambiente sadio, seguro”, finaliza.

Para o próximo ano novas melhorias devem ser realizadas na creche, entre elas uma atenção especial para a cozinha da entidade.

Creche Maria Tereza

O nome da creche, Maria Tereza, é uma homenagem a voluntária que foi uma das pessoas mais importantes para o pleno funcionamento do local. Criada em 1983, a creche que atende as crianças do bairro Santa Cruz dos Navegantes, em Guarujá, sempre precisou de contribuição.

Em 1989, o prefeito, na época Maurici Mariano, doou a casa onde a creche funciona atualmente. Nessa mesma época, a voluntária Maria Tereza de Almeida Chagas visitava as famílias do bairro e percebeu que a creche era fundamental para elas. Ela assumiu os trabalhos no local e conseguiu as melhorias.

“Nosso primeiro contato com a Praticagem foi quando tivemos um problema no telhado e entramos em contato com diversas empresas pedindo ajuda, mas somente eles nos retornaram e desde então estão conosco”, relembra Enia - que trabalha na creche desde a sua fundação ao lado da voluntária Maria Tereza (falecida).

A ajuda de custo mensal doada pela Praticagem complementa a subvenção que é dada pela prefeitura de Guarujá. Além disso são realizados vários eventos para arrecadar verbas para o funcionamento da creche. “Atendemos 200 crianças, mas a fila de espera nunca termina”, lamenta Enia.

















Evento no RJ exalta qualidade da Praticagem para a cabotagem

06:22



Em painel sobre a Praticagem no evento “A Cabotagem Brasileira para o Usuário”, a qualidade do serviço foi destacada por todos os participantes. Representantes da Autoridade Portuária de São Paulo, de uma empresa brasileira de navegação e da Associação dos Usuários dos Portos do Rio de Janeiro (Usuport-RJ), realizadora do encontro, também reconheceram que a Praticagem brasileira já oferece preços diferenciados ao modal. A defesa do regime de trabalho dos Práticos em escala foi feita pela autoridade máxima do órgão responsável por julgar os acidentes e fatos da navegação em todo o território nacional, o Tribunal Marítimo.

Jacqueline Wendpab, Chefe de Gabinete do Diretor-Presidente da Santos Port Authority Casemiro Tércio, abriu o painel dizendo que todas as abordagens sobre a atividade devem ser feitas com enfoque na alta qualidade técnica do serviço. Segundo ela, apesar da ineficiência das autoridades portuárias ao longo dos anos, a Praticagem viabiliza a chegada e a saída dos navios nos portos:

– Em Santos, não fosse a Praticagem, não teríamos porto – disse a Ex-Chefe de Gabinete do Diretor-Geral da Antaq Mário Povia, acrescentando que, quanto ao custo, a cabotagem já experimenta uma redução dos valores de Praticagem.

O Presidente do Tribunal Marítimo, Almirante Lima Filho, também destacou a importância do Prático brasileiro para a navegação:

– Nosso índice de acidentes é baixíssimo. A qualidade do serviço é de altíssimo nível. A Marinha do Brasil se esmera na preparação dos Práticos, que demanda mais de um ano de manobras até o conhecimento efetivo da área de atuação.

O Ex-Diretor de Portos e Costas da Marinha defendeu ainda a escala de rodízio única da atividade, que permite ao profissional realizar um número mínimo de fainas de Praticagem por mês, mantendo, assim, a experiência necessária em prol da segurança da navegação. Por isso, afirmou Lima Filho, o aumento da lotação nas Zonas de Praticagem, em 2012, foi um erro:

– O Prático precisa realizar um mínimo de manobras mensais. Prático sem qualificação não é Prático.

O Diretor de Operações da Posidonia Shipping, Alex Ikonomopoulos, foi outro que exaltou a qualidade da Praticagem. Ele disse que a cabotagem já conta com preços diferenciados e que tem funcionado o modelo de negociação direta com os tomadores do serviço, no qual a Autoridade Marítima só entra em caso de discordância entre as partes:

– Vários armadores brasileiros, como nós, têm contratos com as diversas Praticagens no país.

O Diretor-Presidente da Usuport RJ, André de Seixas, disse que não há motivos para alterar a regulação da Praticagem no Brasil:

– Qual seria a finalidade para o dono da carga? Porque, até hoje, ninguém conseguiu me garantir se uma redução do preço da Praticagem vai reduzir o frete para o usuário do porto.

O Presidente da Praticagem do Estado de São Paulo e Membro do Conselho Técnico do Conapra, Prático Carlos Alberto de Souza Filho, lembrou que todas as Praticagens oferecem vantagens à cabotagem. Ele citou o exemplo de Santos, onde um navio nacional com tripulação brasileira tem desconto de 7%.

Segundo Souza Filho, a Praticagem do Brasil segue paradigmas mundiais, sendo um deles o rodízio em escala única, fundamental para a segurança das operações:

– O Prático não pode trabalhar tanto que fique fadigado, comprometendo o seu desempenho e a sua capacidade cognitiva, e nem pode trabalhar pouco para não perder a prática.

O Presidente da Praticagem de SP explicou que a concorrência entre Práticos acabaria com o regime de escala, prejudicando a segurança, como ocorreu em outros países:

– Uma entidade de Praticagem pode ser mais agressiva comercialmente para pegar uma fatia maior do mercado. As consequências são fadiga, porque vai acabar o rodízio, pressa para terminar manobras e atender a outro navio e queda no faturamento, o que provocaria uma diminuição dos maciços investimentos necessários para assegurar a excelência do serviço, como na manutenção das lanchas de Praticagem.

Para Souza Filho, algumas pessoas talvez não enxerguem o valor do serviço de Praticagem ao se evitar um derramamento de óleo por acidente ou ao manter as vias navegáveis livres e desimpedidas, porque “o som da segurança na navegação é o silêncio”.

Participaram do evento representantes do Ministério da Economia, do Tribunal de Contas da União, da Antaq, de usuários, armadores, terminais, estaleiros e escritórios de advocacia, além das Praticagens de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná e da Bacia Amazônica.

Fotos: Paulo A Santos / Mix Midia Produções

Conapra recebe homenagem por apoio ao Museu Marítimo do Brasil

06:15


A homenagem aos colaboradores do Programa Patronos da Cultura Naval, por meio do qual o Conapra apoiou o MuMa, e da Esquadra da Cultura ocorreu, na última sexta-feira (6/12), durante a sessão de encerramento das atividades culturais da Marinha em 2019, no Museu Naval, no Rio.

No mesmo evento, foi entregue a Medalha Colaborador Emérito a instituições ou personalidades que ajudaram no cumprimento da missão da DPHDM. No início da sessão, foram lembrados os nomes de oito líderes navais que completariam 100 anos em 2019: Almirante de Esquadra Eddy Sampaio Espellet; Vice-Almirante Aloysio Mendes Lopes; Vice-Almirante Pedro Thedim Barreto; Vice-Almirante Roberto Mário Monnerat; Vice-Almirante Herick Marques Caminha; Contra-Almirante Ivan Modesto de Almeida; Contra-Almirante Rodoval Costa Couto de Freitas; e Contra-Almirante Diocles Lima de Siqueira. Seus familiares foram homenageados com o histórico de cada um.

Além dos chefes navais, foram reconhecidos pela dedicação à história da Marinha o Capitão de Fragata Antonio Luiz Porto e Albuquerque e o servidor civil José Antonio Araújo Alves, que faleceram este ano. A cerimônia também premiou os alunos vencedores de concurso fotográfico promovido pela DPHDM.

O diretor da DPHDM, Vice-Almirante José Carlos Mathias, agradeceu aos apoiadores dos programas de mecenato da instituição e fez um balanço do ano. Ele citou os 185 mil visitantes do complexo cultural da Marinha até novembro e os projetos educativos e culturais, os passeios marítimos na Baía de Guanabara e os eventos realizados.

Prestigiaram a solenidade o Ex-Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Mauro Cesar Rodrigues Pereira; o Secretário-Geral da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Silva Rodrigues; e outros Oficiais Generais.

O Museu Marítimo apoiado pelo Conapra será o primeiro espaço público do tipo no Brasil e o terceiro na América Latina, abordando temas como história, ciência, tecnologia, arte e cultura marítima. A Marinha está em negociação para viabilizar a sua construção.

Fonte: CONAPRA

13 de dezembro: Dia do Marinheiro

11:54




Dia do Marinheiro, que é celebrado em 13 de dezembro. A data marca o nascimento do almirante Joaquim Marques Lisboa, o marquês de Tamandaré, patrono da Marinha do Brasil.


Nascido em Rio Grande (RS), em 13 de dezembro de 1807, Tamandaré foi figura destacada no Brasil durante o Império. Ingressou na Marinha no alvorecer da Pátria, ajudando a consolidar a Nação brasileira. Comandou um navio com apenas 18 anos. Foi diversas vezes herói e teve carreira exemplar. Faleceu em 20 de março de 1897, no Rio de Janeiro. Tornou-se patrono da Marinha e, por iniciativa do Congresso, entrou para o Livro dos Heróis da Pátria. 

trecho final da Carta Testamento do Almirante Tamandaré

...." Exijo mais, que meu corpo seja conduzido em carrocinha de última classe,  enterrado em sepultura  rasa  até  poder ser exumado, e meus ossos colocados com os de meus pais, irmãos e parentes, no jazigo da família Marques Lisboa.
Como homenagem à Marinha, minha dileta carreira, em que tive a fortuna de servir a minha pátria  e prestar alguns serviços à humanidade,  peço que sobre  a pedra  que cobrir  minha  sepultura se escreva:
"Aqui jaz o velho marinheiro".  
Almirante Joaquim Marques Lisboa

Marinha beneficia população com atendimentos médicos e odontológicos gratuitos

11:50

Dentistas atendem crianças e adultos durante Aciso em Belém-PA
O Comando do 4º Distrito Naval realizou, em Belém-PA, no dia 8 de dezembro, mais uma Ação Cívico-Social (Aciso) a bordo do Navio-Auxiliar (NA) “Pará" para realização de diversas ações de saúde, como testes rápidos (HIV, Sífilis e Hepatite B e C), exames de prevenção ao câncer do colo do útero, vacinação (tríplice viral, antitetânica, hepatite B), atendimentos de clínica médica, atendimentos e procedimentos odontológicos, distribuição de kits de higiene bucal para as crianças e distribuição de mais de 500 medicamentos para a população que procurou auxílio médico no navio.
Com apoio dos profissionais do Hospital Naval de Belém (HNBe), foi realizada também uma ação em especial em alusão ao “Dezembro Laranja”: a campanha de combate ao câncer de pele, que contou com 65 consultas dermatológicas, sendo sete com casos suspeitos de câncer de pele. Médicos e enfermeiros do HNBe realizaram exame de dermatoscopia, distribuição de filtro de proteção solar e palestras educativas para conscientizar a população quanto ao cuidado com a pele.
 
A ação fez parte das comemorações do Com4ºDN na Semana da Marinha, às vésperas do Dia do Marinheiro, comemorado pela Força no dia 13 de dezembro.
 
População contou com orientações sobre prevenção do câncer de pele

Fonte: Marinha do Brasil

Mapa detalhado do IBGE sobre biomas facilita políticas públicas

11:47


Depois de 15 anos, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou uma nova edição do Mapa de Biomas do Brasil. O documento é resultado de uma colaboração entre o órgão e o Ministério do Meio Ambiente (MMA). O estudo mapeia não só os ambientes terrestres, como Amazônia, Mata Atlântica, Caatinga, Cerrado, Pantanal e Pampa, como também os ecossistemas marinhos.

O professor Alexander Turra, do Instituto Oceanográfico (IO), defende que essa edição conta com avanços importantes. “Parece algo superficial, mas a nova divisão dos municípios costeiros é muito importante”, aponta ao Jornal da USP no Ar. Dividindo o território marítimo entre unidades federativas, fica mais fácil traçar políticas públicas de uso sustentável dos oceanos, bem como delegar responsabilidades, segundo o especialista.

Outra novidade é o nível de detalhamento do documento. Na edição de 2004, a escala era de um para 5 milhões. Na atual, é de um para 250 mil. Responsável pela Cátedra Unesco de Sustentabilidade dos Oceanos do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP, Turra salienta essa precisão, uma vez que o oceano é um ambiente altamente tridimensional. “Há desde áreas costeiras até profundidades de cinco mil metros”, explica. Novos estudos sobre os biomas marinhos foram adicionadas ao registro, também.

O professor lembra que o ambiente marinho é diferente do terrestre. “A gente já tem um Atlas Geográfico das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil, de 2011”, levanta. De acordo com ele, foi o primeiro passo no desenvolvimento de uma mentalidade marítima. Além disso, há o Grupo Técnico Formação de Recursos Humanos em Ciências do Mar (PPG-Mar), da Marinha do Brasil. Os dados abertos do Mapa de Biomas do Brasil representam mais um avanço importante para a pesquisa dos oceanos.

Com progresso tecnológico na área, o País estaria mais preparado a desafios e desastres, como as manchas de petróleo que aparecem na costa. “A gente tem de entender várias coisas muito básicas, mas importantíssimas, para o Brasil se reconhecer como uma nação marítima”, defende.

Fonte: Jornal da USP


Câmara celebra o Dia do Marinheiro em sessão solene

11:35

Comandante do 7º Distrito Naval discursa em sessão solene

A Câmara Legislativa do Distrito Federal, por iniciativa do Deputado Roosevelt Vilela, realizou, em 3 de dezembro, sessão solene para celebrar o Dia do Marinheiro. A data é comemorada no dia 13 do mesmo mês, em referência ao nascimento do Almirante Tamandaré, patrono da Instituição.

A solenidade teve início com execução do Hino Nacional, pela Banda de Música do Corpo de Fuzileiros Navais, acompanhada pelo coral de crianças atendidas pelo Programa Forças no Esporte (Profesp), do Grupamento dos Fuzileiros Navais de Brasília.

Crianças do Profesp entoaram o Hino Nacional
Além do parlamentar, compuseram a mesa de honra o Comandante do 7º Distrito Naval, o Diretor de Gestão Corporativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, o Presidente da Sociedade Amigos da Marinha, e o Desembargador Presidente da 5ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.
Após o pronunciamento dos integrantes da mesa, foram entregues moções de louvor a 39 homenageados, em reconhecimento pelo profissionalismo e dedicação à Marinha do Brasil e pelos serviços prestados ao Distrito Federal. Em seguida, a Banda de Música executou a Canção Cisne Branco.
Para o Deputado Roosevelt os marinheiros são verdadeiros guardiões do País, sempre trabalhando com patriotismo, lealdade e honestidade de propósito. "Fazemos questão de deixar registrada a nossa admiração pela Marinha, que é exemplo de honra e serviço ao Brasil”.
O Sargento Gilson Bezerra da Silva, encarregado do Projeto Forças no Esporte da Estação Rádio da Marinha em Brasília, foi um dos homenageados

Fonte: Marinha do Brasil

Confira a experiência no Norte do Brasil: Operação Amazônia Azul - Mar é vida

05:21

    
O comandante Adriano da Fragata Liberal  fala sobre as ações da Operação Amazônia Azul - Mar Limpo é Vida atraves do Alô Amigos do Mar enviado pela Comandante Joelma, confira
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Desde o início de setembro, o Brasil está unido no combate ao crime ambiental que atinge o litoral do País. A ocorrência é inédita na história brasileira, pela extensão geográfica e duração no tempo. Mais de 4.000 km de extensão de nossas costas foram atingidos por óleo, em algum momento, nesse período.

A Marinha do Brasil (MB) atua, diuturnamente, desde a primeira ocorrência, na contenção e neutralização dos efeitos danosos à natureza e à população. As seguintes ações vêm sendo tomadas desde o dia 2 de setembro:
  • Inspeções ao longo do litoral da região Nordeste e Sudeste
  • Divulgação de Aviso aos Navegantes, solicitando a informação tempestiva da identificação de poluição hídrica por navios em trânsito nas Águas Jurisdicionais Brasileiras, visando à obtenção de dados para análise das possíveis origens da poluição por óleo cru, nas regiões afetadas
  • Realização de Patrulha Naval
  • Monitoramento dos navios que passaram pelas AJB
  • Realização da Operação “Amazônia Azul” no litoral do País

Em face das peculiaridades desse crime ambiental, foi ativado um Grupo de Acompanhamento e Avaliação (GAA), formado pela MB, Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), que vem atuando em coordenação com ICMBio, Polícia Federal, Petrobras, Defesa Civil, Exército Brasileiro (EB), Força Aérea Brasileira (FAB), assim como diversas instituições e agências federais, estaduais e municipais, empresas e universidades.
As investigações prosseguem, visando identificar as circunstâncias e fatores envolvidos nesse derramamento, as dimensões da mancha de óleo original, assim como mensurar o volume de óleo derramado, estimar a probabilidade de existência de manchas residuais e ratificar o padrão de dispersão observado.O ineditismo dessa ocorrência exigiu o estabelecimento de protocolo próprio de investigação, demandando a integração e coordenação de diferentes organizações e setores da sociedade, além do apoio de diversas instituições estrangeiras, como a Organização Marítima Internacional, a Guarda Costeira dos EUA, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica do Departamento de Comércio dos EUA, dentre outras.
A Marinha do Brasil, a Polícia Federal e demais colaboradores permanecerão conduzindo a investigação até que todas as questões envolvidas sejam elucidadas.

Além disso, cabe destacar a Coordenação Científica do GAA, composta por pesquisadores e cientistas de todo o País, que têm o propósito de possibilitar a integração dos pesquisadores e grupos atuantes nas regiões afetadas pelo óleo. Essa Coordenação organizou sete grupos de trabalho, que vêm trabalhando em diversas áreas, como modelagem numérica e sensoriamento remoto, avaliação de fatores bióticos e abióticos, avaliação de impactos socioeconômicos, e estudo das áreas protegidas, praias, mangues e recifes.
Todos os órgãos citados vêm atuando, de forma coordenada, na gestão de ações de resposta e elucidação dos fatos inerentes a esse grave acidente que o País vem sofrendo. Desse modo, os seguintes meios e recursos humanos foram mobilizados nessa grande operação conjunta:
  • Organizações Militares: 82;
  • Meios navais: 47 da MB e 04 da Petrobras;
  • Meios aéreos: 13 da MB, 06 da FAB, 03 do IBAMA e 02 da Petrobras;
  • Recursos humanos: 7.000da MB, 5.000 do EB, 200 do IBAMA, 440 da Petrobras, 100do ICMBio e 3.873 da Defesa Civil.

Nesse contexto, cabe destacar a valorosa participação de voluntários, que, em conjunto com agentes de todos os órgãos envolvidos, contribuem para a recuperação de praias e rios no litoral do País. Pessoas aguerridas que se juntam ao esforço coordenado na recuperação de patrimônio ambientais, sociais e econômicos do Brasil.
Até o dia de hoje, cerca de 5.000 toneladas de resíduos oleosos foram recolhidas no litoral da região Nordeste e Sudeste. A contagem desse material não inclui somente óleo, mas também é composta por areia, lonas e outros materiais utilizados para a coleta.
No primeiro momento, os resíduos de óleo recolhidos estão sendo acondicionados em recipientes apropriados, de forma a evitar contaminação do solo e subsolo. A destinação final vem sendo realizada pelos órgãos estaduais, os quais enviam o material oleoso a fábricas de cimento ou aterros industriais, ambientalmente adequados.
A complexidade desse evento exige constante avaliação da estrutura. Assim, a Operação Amazônia Azul continuará no mês de dezembro e, a partir de janeiro de 2020, atuará em conjunto com a “Operação Verão – Mares Seguros e Limpos”, a fim de manter o monitoramento e limpeza das praias, garantindo um verão seguro no País.
Ao destacar a atuação de cada brasileiro, quer seja no exercício de sua profissão, limpando, monitorando e divulgando, ou de forma singela, com valorosas ações voluntárias, é imperioso mencionar que o Brasil sairá mais forte e unido desse evento.

Praticagem do Brasil amplia a sua participação na campanha da IMPA

05:10


 A Associação Internacional de Práticos Marítimos (IMPA) divulgou os resultados da campanha de segurança deste ano, período em que Práticos do mundo inteiro respondem a uma pesquisa sobre o estado dos arranjos de embarque e desembarque das embarcações. A Praticagem do Brasil mais uma vez contribuiu à altura da sua participação na atividade marítima mundial.

De acordo com a IMPA, dos 4.225 relatórios enviados de 35 países em seis continentes, 1.340 contribuições foram provenientes da América do Sul, sendo 1.155 brasileiras, o que corresponde a 86% da participação na região e a 27% no mundo. Na campanha de 2018, os percentuais do país foram de 81% e 24%, respectivamente.

No documento que traz os resultados, a IMPA destaca que algumas organizações desenvolveram aplicativos para pronta notificação dos problemas encontrados pelos Práticos, que podem apontá-los durante o ano inteiro e não apenas na campanha anual de segurança. É o caso do Brasil, onde 854 (74%) dos relatórios foram enviados por meio do App No Rumo Certo, desenvolvido pelo Conapra. As 301 restantes foram contribuições individuais feitas diretamente no site da IMPA.

A passagem do Prático da lancha para o navio é o momento mais perigoso para a atividade. Apesar de todos os esforços, um em cada oito arranjos no mundo ainda traz irregularidades, segundo o levantamento. Escada de quebra-peito e escada de quebra-peito combinada com escada de portaló são os principais meios de embarque e desembarque.
Ouça a Campanha Incentivando a participação feita pelos Práticos do Brasil 


Por outro lado, o documento assinala que cada vez mais Práticos têm se conscientizado de que devem se recusar a embarcar em meios em desacordo com a Convenção Internacional para a Salvaguarda da Vida Humana no Mar (SOLAS). Muitos hoje usam redes sociais como Instagram e Facebook para compartilhar experiências e alertar colegas sobre arranjos inaceitáveis, prossegue o documento.
No Brasil, os Práticos que utilizam o aplicativo do Conapra podem enviar os relatórios com cópia para as autoridades competentes cadastradas em cada Zona de Praticagem. Além disso, ao relatarem uma irregularidade, uma mensagem automática é enviada para o centro operacional da Praticagem do próximo destino do navio.

Fonte: CONAPRA
Fotos: site Praticagem de São Paulo





Escola de Guerra Naval sedia o Seminário Internacional “A Economia do Mar como Política de Desenvolvimento”

06:21

        
O Diretor de Portos e Costas destacou que Cluster Tecnológico Naval “promoverá o adensamento das cadeias produtivas relacionadas à Economia do Mar”
A Escola de Guerra Naval (EGN) sediou o I Seminário Internacional “A Economia do Mar como Política de Desenvolvimento”/I International Seminar - Rio's Maritime Cluster Day, em 21 de novembro. O evento foi promovido pela Empresa Gerencial de Projetos Navais (EMGEPRON) e teve o objetivo de ampliar e difundir o conhecimento acerca de setores e atividades econômicas que tenham o mar como foco, abordando a organização geográfica da produção e seus efeitos, assim como as potencialidades para a cadeia produtiva relacionadas ao setor naval militar e mercante.

O Diretor de Portos e Costas, Vice-Almirante Roberto Godim Carneiro da Cunha, representou o Comandante da Marinha e Autoridade Marítima Brasileira, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, na abertura do evento. Ao observar o conceito de cluster (agrupamento geograficamente concentrado de empresas inter-relacionadas e instituições correlatas vinculadas por elementos comuns e complementares), destacou que Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro (CTN-Rio) “promoverá o adensamento das cadeias produtivas relacionadas à Economia do Mar, à construção e reparação naval e mercante; e à Economia de Defesa. Também gerará estímulos à Economia do Mar, subsidiará e fortalecerá a Plataforma de Exportações da Base Industrial de Defesa”. Segundo ele, por meio da capacidade de governança, o modelo poderá expandir-se e tomar pujança nacional na forma de Cluster Marítimo.

Na sequência, o Presidente da EMGEPRON, Vice-Almirante Edesio Teixeira Lima Junior, abordou o tema “O Cluster Tecnológico Naval: um instrumento para o desenvolvimento econômico e social”.

Durante o seminário, foram apresentados casos nacionais e internacionais de sucesso de clusters, contando com as participações do Vice-Diretor Executivo do Polo do Mar Bretanha Atlântico, Phil Monbet; do especialista em Negócios no Departamento de Comércio Internacional do Reino Unido, Chris Wall; do Diretor-Presidente do Arranjo Produtivo Local Marítimo do Rio Grande do Sul, Arthur Rocha Baptista; do Coordenador do Cluster Aeroespacial de São José dos Campos, Marcelo Nunes da Silva; do Diretor-Presidente da Agência de Desenvolvimento de Santa Maria, Tiago Martini Sanchotene; e da Professora Doutora Andréa Carvalho, da FURG (Universidade Federal do Rio Grande).

Na ocasião, foi procedida a assinatura do Termo de Cooperação entre as Partes do Cluster Tecnológico Naval do Rio de Janeiro, do qual participou também a Escola de Guerra Naval.

Fonte: Marinha do Brasil