Com apoio da Praticagem, concurso sobre a Amazônia Azul ganha mais uma categoria

16:32

Foi lançado, no Salão Histórico do 1º Distrito Naval, no Rio de Janeiro, o 2º Concurso de Redações
sobre a Amazônia Azul, uma realização da Sociedade dos Amigos da Marinha do Estado do Rio de Janeiro com apoio do Conselho Nacional de Praticagem e da Marinha.

Além da Praticagem do Brasil, estiveram presentes no evento o Diretor de Portos e Costas da Marinha, Almirante Roberto, o Comandante do 1º Distrito Naval, Almirante Rocha, e o Presidente da Soamar-Rio, Jose Antonio de Souza Batista.

As inscrições já estão abertas e vão até 30 de julho, ou caso atinjam o número de cinco mil redações por categoria. Este ano, além das categorias Geral e Universitária, foi criada a do Ensino Fundamental. E há temas específicos para cada uma: Economia Azul (Geral); O programa nuclear brasileiro e a Amazônia Azul (Universitária); e Um sonho na Amazônia Azul (Ensino Fundamental).

Serão distribuídos prêmios em dinheiro, tablets e passaportes de um ano para o AquaRio, de acordo
com a colocação até o décimo lugar. O objetivo da iniciativa é dar conhecimento ao termo Amazônia Azul e desenvolver uma mentalidade marítima na sociedade.

Analogia à riqueza de recursos da floresta amazônica, o termo Amazônia Azul é uma marca registrada e foi adotado pela Marinha com o intuito de alertar para a importância política, estratégica e econômica das águas jurisdicionais brasileiras.

O Brasil conta com uma área oceânica de cerca de 4,5 milhões de quilômetros quadrados que equivale a 52% do seu território continental. Nela, além da vasta biodiversidade, estão a grande maioria das reservas de petróleo e gás natural do país; e circulam navios responsáveis por mais de 90% do comércio exterior brasileiro. Em 16 de novembro, celebra-se o Dia Nacional da Amazônia Azul, instituído, em 2015, por lei da Presidência da República.

A Praticagem do Brasil é uma aliada da Marinha na proteção ambiental da Amazônia Azul, evitando acidentes em águas que apresentam condições que dificultam a livre e segura movimentação das embarcações.


Mais informações e inscrições em https://seguro.cesgranrio.org.br/login.aspx?returnurl=/eventos/amazonia_azul.aspx

Fonte: Praticagem do Brasil

NAsH “Soares de Meirelles” realiza assistência hospitalar no Município de Portel (PA)

07:56

Militar da Marinha presta atendimento na cidade de Portel(PA)
 
O Navio de Assistência Hospitalar (NAsH) “Soares de Meirelles”, subordinado ao Comando da Flotilha do Amazonas, realizou, nos dias 18 e 19 de junho, na cidade de Portel (PA), uma Operação de Assistência Hospitalar (ASSHOP) à população ribeirinha.
 
Além do atendimento básico de saúde, a equipe hospitalar do navio, composta por quatro médicos, quatro cirurgiões-dentistas, duas enfermeiras, uma farmacêutica, seis técnicos de enfermagem e um técnico de higiene dental, realizou, também, palestras de conscientização a respeito das doenças mais comuns na região amazônica e sobre prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. A oferta de exames laboratoriais, de raios-X e de ultrassonografia, auxilia nos diagnósticos dos pacientes, melhorando a qualidade de vida das populações com menor acesso aos recursos de saúde.
 
Desde o dia 2 de junho, foram atendidas 1.282 pessoas, sendo realizados 1.554 procedimentos médicos, 5.530 odontológicos, 478 laboratoriais, 18 coletas de exame preventivo, cinco exames de ultrassom, 43 de raios-X e 16 eletrocardiogramas. Foram distribuídos 65 óculos de leitura, 1.099 kits de higiene oral e 11.504 medicamentos, números alcançados durante os quatro dias de ASSHOP ocorridos nos municípios paraenses de Antônio Lemos, São Sebastião da Boa Vista e Breves.
 
Dando continuidade à missão, o navio ainda realizará atendimentos nas cidades de Afuá, Porto Alegre, Jarilândia, Vilarinho do Monte, Porto Moz e Saracura, no Pará.
 
NAsH “Soares de Meirelles” atracado na cidade de Portel (PA)

Fonte: Marinha do Brasil

Wilson Sons Estaleiros recebe mais duas embarcações para docagem

06:43

Empresa contabiliza 26 contratos de reparo naval em 2019,
superando resultado do ano passado

O estaleiro da Wilson Sons vai concluir até o fim deste mês a docagem do PSV (Platform Supply Vessel) Zarapito e do rebocador Vega. As operações começaram em 4 de junho, no Guarujá, e incluem procedimentos de reparos para a integridade estrutural, mecânica, elétrica e estética das embarcações.

Além do Zarapito e do Vega, a Companhia já executou este ano outras dez docagens e tem mais 14 programadas, somando 26 contratos em 2019. O número supera o desempenho de 2018, quando foram realizadas, ao todo, 24 operações de reparo naval.

“É um resultado importante e mostra a solidez da empresa num período desafiador para a indústria naval brasileira. A Wilson Sons sempre foi conhecida no país pela qualidade na construção de novas embarcações, docagens, reparos e conversões”, avalia o diretor-executivo da empresa, Adalberto Souza.

Para o executivo, são fatores importantes na decisão dos clientes: a localização do estaleiro, próximo ao Porto de Santos, sua infraestrutura, tradição de entregas dentro do prazo e a excelente performance em segurança. Ele ressalta também a importância da sinergia entre os negócios do Grupo. O PSV Zarapito pertence à Wilson Sons Ultratug Offshore e o Vega, à Wilson Sons Rebocadores.

Além dos contratos de docagem, a atual carteira da empresa contempla ainda a construção de um rebocador da série de escort tug, com 90 toneladas de tração estática, para a Wilson Sons Rebocadores. No ano passado, a empresa entregou o primeiro rebocador dessa série, o WS Sirius, atualmente o mais potente da costa brasileira.

Sobre o Grupo Wilson Sons

O Grupo Wilson Sons é um dos maiores operadores integrados de logística portuária e marítima no mercado brasileiro e oferece soluções da cadeia de suprimento, com mais de 180 anos de experiência. A Companhia presta uma gama completa de serviços para as empresas que atuam na indústria de óleo e gás, no comércio internacional e na economia doméstica, conectando as melhores soluções aos resultados esperados pelos seus clientes.

Marinha do Brasil participa das homenagens ao 256º Aniversário de José Bonifácio de Andrada e Silva, em Santos-SP

08:26

Representação da CPSP nas homenagens ao Patrono da Independência
José Bonifácio em Santos
 
A Marinha do Brasil, representada pela Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP), participou das comemorações do 256º aniversário de nascimento de José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, no dia 13 de junho, em Santos-SP. As atividades fazem parte da Semana do Patriarca da Independência e consta do calendário de eventos e comemorações oficiais da cidade.
 
Na cerimônia, realizada na Praça Barão do Rio Branco, em frente ao Pantheon dos Andradas, aconteceu uma aposição de flores junto ao mausoléu dos irmãos Andradas, onde se encontra a jazida do cidadão santista e espaço de homenagens anuais em memória do estadista, naturalista e poeta luso-brasileiro.
 
Estiveram presentes no evento o Vice-Pre­feito de Santos, Sandoval Soares, membros do Movimento Pró-Memória José Bonifácio, representações da Marinha, do Exército, da Força Aérea, da Polícia Militar, a Banda da 1ª Brigada de Artilharia Antiaérea e alunos das redes de ensino municipal, estadual e privado.
 
Durante as comemorações, uma exposição, que apresenta a trajetória e curiosidades da vida do Patriarca, dividida em 14 painéis, foi inaugurada na sede do Arquivo Permanente da Fundação Arquivo e Memória de Santos (FAMS), além do lançamento, pelos Correios, do selo  postal comemorativo aos  200 anos do retorno de José Bonifácio ao Brasil.
 
ridades publicas presentes ao evento
Capitão dos Portos de São Paulo, Capitão de Mar e Guerra Daniel Menezes, e autoridades publicas presentes ao evento

Fonte: Marinha do Brasil

Acúmulo de metais em organismos marinhos traz alerta para o futuro

08:24





Os cetáceos objetos de estudos foram cedidos por laboratórios, onde já foram encaminhados para esses locais sem vida. Imagem: Marcos Santos/ USP Imagens

ANIMAIS MARINHOS, SEDIMENTOS E FRAGMENTOS VEGETAIS FORAM ANALISADOS PARA VERIFICAR NÍVEIS DE METAIS ACUMULADOS EM TEIA ALIMENTAR PRÉ-ESTABELECIDA

Pesquisa de doutorado de Tailisi Hoppe Trevizani realizada no Laboratório de Química Inorgânica Marinha (LaQIMar) Instituto Oceanográfico (IO) da USP investigou a concentração de diversos metais em animais marinhos de três estuários brasileiros. Os dados devem ser encarados com atenção por órgãos como a Anvisa, já que apontam alta concentração de alguns metais que poderão acarretar em problemas no futuro.
Baseada no litoral, foram estudados os estuários (embocaduras dos rios formadas em seu encontro com o mar) localizados em Paranaguá-PR, Cananéia-SP e Santos-SP.
A tese “Bioacumulação e biomagnificação de metais pesados em teias tróficas de estuários do sul-sudeste do Brasil”, traz consigo dois termos importantes. O primeiro, bioacumulação, descreve um processo em que substâncias ou compostos químicos são absorvidos pelos organismos, podendo ocorrer de forma direta ou indireta. O segundo, biomagnificação, diz respeito ao fenômeno que ocorre quando há acúmulo progressivo de substâncias de um nível trófico para outro ao longo da teia ou cadeia alimentar.
Dessa forma, Tailisi procurou apontar a bioacumulação e biomagnificação de metais pesados em teias tróficas nos estuários estudados. Teia trófica é um conjunto de cadeias alimentares (relações entre matéria e energia que os seres vivos utilizam para sobreviver) interligadas entre si. A ideia central era traçar o caminho de metais ao longo da cadeia alimentar estudada (imagem abaixo), sob o impacto histórico que sofrem as regiões costeiras no país pela ação do homem.
Foram base de estudo nos três estuários as concentrações dos seguintes metais: arsênio, cádmio, chumbo, cobre, cromo, níquel, selênio, zinco e mercúrio. Para embasar a pesquisa, foram incorporadas às análises os isótopos estáveis de carbono e nitrogênio (isótopos estáveis são partes de elementos químicos que não emitem radiação), presentes em sedimentos e organismos marinhos. Esses últimos representados por invertebrados bentônicos (como os moluscos e crustáceos), peixes bentívoros (como o cangoá, Stellifer rastrifer) e mamíferos marinhos (botos cinzas, Sotalia guianensis; e toninhas, Pontoporia blainvillei).
“Escolhemos espécies alvos do estudo desde o começo. Os mamíferos são sentinelas ambientais, ou seja, elas conseguem nos dar alertas sobre como está o ambiente, por estarem no topo da teia trófica“, explica a pesquisadora Tailisi Trevizani. Como os mamíferos marinhos ou cetáceos são pouco estudados, houve a observação de que essas são espécies ameaçadas na costa do Brasil, dando ainda mais base e importância para a pesquisa. “É uma iniciativa para que possa inclusive ocorrer outros estudos ao longo da costa brasileira.”
Teia trófica observada pela pesquisa, em que cetáceos estão com mais possibilidade de acumulação por estarem no topo. Imagem: Tailisi Trevizani
Os termos
Por não serem tão conhecidos, os termos podem causar confusão. Esta pode ocorrer quando o termo “bioacumulação” passa a ser usado como sinônimo de “biomagnificação” (ou até mesmo “bioconcentração”). Para diferenciar, é importante saber que bioacumulação possui ocorrência em um nível trófico e representa o aumento da concentração de uma substância nos tecidos ou órgãos dos organismos. Já bioconcentração ocorre quando as substâncias são absorvidas pelos organismos em concentrações mais elevadas do que o ambiente circundante.
Sendo assim, a bioconcentração e a bioacumulação acontecem dentro de um organismo, enquanto que a biomagnificação ocorre entre os diferentes níveis da cadeia alimentar (níveis tróficos). A simplificação desses termos e explicação dessa diferença, foram feitas pela professora Rosalinda Carmela Montone, que fez parte da banca examinadora da Tailisi. Demais informações podem ser acessadas no próprio site do IO.
As análises
A tarefa de análise de dados não foi fácil. Ao longo do ano de 2015, foram muitas as coletas e observações feitas. Como instrumento de captação de material, foi utilizado uma draga que recolheu sedimento e bentos, identificados ao nível de sua família na teia trófica. Peixes e lulas foram colhidas por redes de arrasto. Cumprindo o papel responsável com o meio ambiente, a pesquisadora afirma “que as espécies que não eram alvos da pesquisa foram soltas imediatamente após a identificação dos peixes não utilizados, com eles ainda vivos”.
A fim de armazenamento de informações os peixes foram pesados e medidos, fazendo também as suas sexagens (identificação de sexo). Os cetáceos foram provenientes da captura acidental feita por pescadores ou quando encontrados mortos na praia.
Especificamente a eles, houve a cessão por laboratórios. Em Paranaguá, quem cedeu os animais foi o Laboratório de Ecologia e Conservação do Centro de Estudos do Mar da Universidade Federal do Paraná (CEM-UFPR). Já em Cananéia, a colaboração com a pesquisa aconteceu pelo Laboratório de Biologia e Conservação Marinha do IO-USP, através do professor Marcos C. O. Santos. “É importante lembrar que os animais já estavam mortos, nós não matamos cetáceos para pesquisar”, enfatiza Tailisi.
As concentrações
Na paulista Cananéia e paranaense Paranaguá há uma bioacumulação semelhante dos elementos. O arsênio acumula-se principalmente nos peixes e demais organismos bentônicos. Níquel e chumbo só bioacumula nos bentos. Zinco, cobre e mercúrio, ficaram presentes em todos os níveis tróficos. Já o selênio só bioacumula no verão, quando este se encontra nos sedimentos.
Santos possui uma situação diferente. Há bioacumulação de arsênio, níquel, chumbo e zinco somente nos bentos. A semelhança fica com o selênio, que só bioacumula no verão, muito por conta da sua quantificação nos sedimentos. Já no mercúrio ocorre o processo de absorção em todos os níveis tróficos.
O único metal em que há a comprovação da biomagnificação é o mercúrio. “Por isso ele é o contaminante mais falado e polêmico. É uma capacidade própria dele (biomagnificar), causando assim, o aumento da concentração ao longo do nível da teia trófica”, diz a pesquisadora. Justamente por isso, há chance de se ter maior concentração dele nos cetáceos. “E se está nesse grupo, há a preocupação de que se chegue no ser humano, por conta do consumo alimentar do peixe”.
Resultado das cidades
Em Paranaguá, houve maior concentração de cromo, cobre, mercúrio e zinco. “Isso se deve à atividade portuária, águas residuais não tratadas vinda pelos grandes rios e contaminação agrícolas”, ressalta a cientista. Algumas características geoquímicas da região também foram fundamentais para essa quantidade de metais encontrados. A área do porto coincide com a zona de máxima turbidez, como se fosse o limite da maré com maior agitação das águas e suspensão de sedimentos, tendo maior redisponibilização do metal que estava no sedimento.
No estado de São Paulo, a cidade de Cananéia, apesar de aparentar ser o local mais preservado, apresentou grande concentração de arsênio. Uma das justificativas é que esse metal pode ser proveniente de forma natural, pelo embasamento rochoso. Contudo, também houve uma maior concentração de chumbo. “Em estudos anteriores, perceberam que esse chumbo está relacionado com a atividade de mineração na região. Ele aparece biodisponível, continuando sendo assimilado pela biota (conjunto de seres vivos da fauna e flora) da região”, explica Tailisi.
Em Santos, onde se esperava grandes concentrações, foram encontrados altos níveis apenas nos sedimentos. Na biota os metais níquel, cádmio e selênio foram os que apresentaram as maiores concentrações. “Estes estão ligados às atividades urbanas da região, em especial o selênio com a presença de esgoto não tratado, e o cádmio e níquel relacionados às indústrias”. No alto estuário não foram encontradas espécies de peixes, apenas na baía. Um ponto preocupante, visto que as atividades da região afetam a qualidade da água e dos sedimentos. Podendo, futuramente, afetar ainda mais a organização dos seres vivos ao longo do estuário santista.
“Decidi fazer uma ligação com o que estudei na graduação e no mestrado. Observei também que em Santos não tinha um estudo com esse olhar. Fui por um lado ecossistêmico e social ao incluir a biota, já que um peixe pode servir como alimento”, declara Tailisi Trevizani.
Os dados apontam algumas preocupações para o futuro. As altas concentrações apresentadas devem ser vistas de perto por órgãos competentes. Estes regulamentam as concentrações de metais que devem estar presentes no pescado comercializado. No Brasil, a responsável pelas normas e fiscalização é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Internacionalmente, os níveis ideais são apontados pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO-ONU).
A pesquisa teve orientação do professor Rubens Cesar Lopes Figueira, do IO-USP, e co-orientação da professora Camila Domit, do CEM-UFPR.


Fonte:  AUN - AGÊNCIA UNIVERSITÁRIA DE NOTÍCIAS

Lançamento do Livro - FUTURO AZUL: Energia Limpa e Segurança da Navegação

06:48


Na última terça-feira, 18 de junho, foi lançado, nas dependências do Tribunal Marítimo, o livro FUTURO AZUL: Energia Limpa e Segurança da Navegação, de autoria da Professora, Doutora em Direito Ambiental Internacional, CARMEN LUCIA SARMENTO PIMENTA. 

O evento contou com a presença de várias autoridades e personalidades da Comunidade Marítima, entre elas: o Presidente do Tribunal Marítimo, Vice-Almirante Wilson Pereira de Lima Filho; O Diretor de Portos e Costas, Vice-Almirante Roberto Gondim Carneiro da Cunha; o Desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Dr. Antônio Carlos Esteves Torres; o Diretor da Procuradoria Especial da Marinha, Vice-Almirante Domingos Savio Almeida Nogueira e a Professora Doutora Eliane Octaviano Martins. 

Após palavras das autoridades que compuseram a mesa do cerimonial, a autora proferiu palestra, sintetizando a tese defendida na obra. A cerimônia foi seguida de momento de descontração e confraternização e noite de autógrafos.









Sobre a autora:
A obra da Professora Doutora Carmen Lucia Sarmento Pimenta é, indiscutivelmente, o ápice acadêmico daquela aluna que tive a satisfação de conhecer em remotas aulas de Direito Internacional, a qual, para minha enorme alegria, tornou-se advogada de brilhante atuação no Tribunal Marítimo. Desde aquela oportunidade já vislumbrava em Carmen as habilidades e grandes aptidões para a carreira profissional e acadêmica, todas agora afirmadas e reconhecidas pelos maiores experts do Direito e corroboradas pelos seus atuais alunos, nos diversos locais onde tem ministrado aulas e propagado seu profundo conhecimento.
Sobre o livro
O presente trabalho é de enorme ousadia e complexidade, pois traz luz a um assunto pouquíssimo abordado pela Academia, contudo, em paradoxo, extremamente relevante e atual, advindo da premente necessidade de produção de energia limpa e acessível no Alto-mar, além da segurança da navegação. Como professor de Direito Internacional, Juiz do Tribunal Marítimo especializado em Direito Internacional Público e apaixonado defensor do meio ambiente marinho, considero-me agraciado pela oportunidade de conhecer e comentar sobre a extraordinária contribuição dessa ilustre autora aos específicos campos jurídicos, recomendando com afinco sua atenta leitura.
Marcelo David Gonçalves
Juiz do Tribunal Marítimo
Apresentação
Profa. Dra. Eliane M. Octaviano Martins
 Prólogo
Profa. Dra. Montserrat Abad Castelos – UC3M

Diretoria de Hidrografia e Navegação realiza Curso Especial de Operação em Águas Polares

08:21

Navio de Apoio Oceanográfico “Ary Rongel” e Navio Polar “Almirante Maximiano”
em Operação Antártica
 
A Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) realizará, a partir desta segunda (17) até o dia 2 de julho, pela primeira vez, o Curso Especial de Operação em Águas Polares (C-Esp-OpAP).
 
O curso tem como propósito habilitar Oficiais e Praças, componentes das tripulações de navios que operam na Antártica para o exercício das funções afetas à navegação em águas polares e seu planejamento; ao serviço de passadiço; à previsão e acompanhamento meteorológicos; e à condução e gerenciamento de risco das diversas operações no ambiente antártico. Também participarão do curso militares do grupo-base da Estação Antártica Comandante Ferraz.
 
Os conteúdos ministrados no curso incluem conceitos básicos sobre o continente antártico, meteorologia antártica, e operações e navegação em águas polares. Também estão previstas atividades práticas em simuladores, bem como planejamento de missão antártica. O curso será conduzido na Superintendência de Ensino da DHN.

Fonte: Marinha do Brasil

CPSP participa do 1º Encontro sobre o Futuro do Porto de Santos

08:18

Capitão dos Portos de São Paulo, Capitão de Mar e Guerra Daniel, explica a atuação da Marinha durante palestra na ETEC Escolastica Rosa
 
A Capitania dos Portos de São Paulo (CPSP) participou, no dia 7 de junho, do 1º Encontro Tecnológico dos alunos do Curso Técnico em Logística com o tema “Portos de Santos – Novos Rumos”, na ETEC Escolática Rosa, em Santos-SP. A iniciativa teve como objetivo reunir autoridades e empresários ligados às atividades marítimas, avaliando atuais perspectivas para a região.
 
Durante o curso, mediado pelo Editor-Chefe do Jornal A Tribuna, Leopoldo Figueiredo, os temas abordados foram: as questões como o futuro do porto; as inovações tecnológicas atualmente utilizadas no porto organizado; o que existe de inovação no mercado e as tecnologias hoje utilizados nos maiores e mais produtivos portos do mundo, bem como as experiências observadas pelos empresários do setor durante suas visitas pelo mundo.
 
Participaram também do curso a Deputada Federal Rosana Valle; o Deputado Estadual Professor Kenny; a Vereadora de Santos Andrey Kleys; o Presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo, Engenheiro Naval Casemiro Tércio Carvalho, e o Capitão dos Portos de São Paulo, Capitão de Mar e Guerra Daniel Américo Rosa Menezes.
 
Palestrantes durante 1 Encontro do Curso de Logistica da Escolástica Rosa em Santos
Palestrantes durante 1º Encontro do Curso de Logística da Escolástica Rosa em Santos

Fonte: Marinha do Brasil

Praticagem oferece almoço em recepção ao Representante Permanente do Brasil na IMO

14:01

 HQS Wellington, sede da IMPA

A Praticagem do Brasil ofereceu um almoço à delegação brasileira que atua na Organização Marítima Internacional, como forma de saudar a chegada do Representante Permanente do Brasil na organização, Almirante Fernandes, e abrir as portas da Associação Internacional de Práticos Marítimos (IMPA) ao chefe da delegação.

O evento já é uma tradição a cada dois anos e ocorreu a bordo do HQS Wellington, sede da IMPA, durante o período de realização da 101ª sessão do Comitê de Segurança Marítima (MSC) da IMO.

A IMPA, à qual o Conselho Nacional de Praticagem (Conapra) é filiado, é a voz dos Práticos na IMO – agência da ONU responsável por regulamentar os procedimentos no mar.

Estiveram presentes, no almoço, além do Almirante Fernandes e outros membros da delegação brasileira, o Secretário Executivo da Comissão Coordenadora dos Assuntos da IMO na Marinha (Sec-IMO), Almirante Ortiz; o Presidente da IMPA, Simon Pelletier; o Vice-Presidente da entidade, Prático Ricardo Falcão; o Secretário Executivo da instituição, Nick Cutmore; o Diretor-Presidente do Conapra, Prático Gustavo Henrique Alves Martins; o Presidente da Federação Nacional dos Práticos e Membro do Conselho Técnico do Conapra, Prático Otavio Fragoso; e o Vice-Presidente da Fenapráticos e também Membro do Conselho Técnico, Prático Marcelo Cajaty.

Fonte: Praticagem do Brasil

Diretor técnico da Amazul presidirá 8ª Conferência “Warships & Offshore Patrol Vessel Latin America”

13:28


O diretor técnico e de Operação da Amazul, vice-almirante Francisco Roberto Portella Deiana, presidirá a 8ª conferência “Warships & Offshore Patrol Vessel Latin America”, que acontece de 25 a 27 de junho no Rio de Janeiro. A conferência tem como principais temas a renovação, construção e ampliação da frota das marinhas latino-americanas (navios de guerra e navios de patrulha). 

Este ano, a conferência irá discutir programas de modernização das embarcações, navios-patrulha oceânicos multimissão (NPaOc), desenvolvimento de corvetas e navios de apoio, miniaturização de tecnologia, missões de patrulha, funções de polícia e operações de combate ao narcotráfico. Em torno desses temas serão discutidos requisitos, capacidades e gerenciamento de custos operacionais e de aquisição. 

 A Marinha do Brasil apoia o evento participando da palestra de abertura e em mais dois outros temas:  “A construção do programa núcleo do poder naval da Marinha do Brasil” e “A nova estratégia de negócios da Emgepron”. No dia 27, está programada a visita de 50 oficiais e dignitários estrangeiros ao navio-patrulha oceânico NPaOc Apa. 

 A lista de palestrantes inclui representantes da Marinha de Angola, Argentina, Chile, El Salvador, Espanha, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Peru e Uruguai.

 O evento, criado em 2012, atrai comandantes da Marinha, diretores de material, chefes de programas estratégicos, planejadores, diretores de estaleiros e fornecedores de soluções. As conferências anteriores foram realizadas no Brasil (2018), Chile (2017), Peru (2016), Equador (2015), Colômbia (2014) e Brasil (2012 e 2013).

Saiba mais sobre o evento em https://www.defenceiq.com/events-opvlatam



Fonte: Amazul



Navio Alpha Crucis inicia expedição para estudar os impactos da poluição no clima

05:52

O navio Alpha Crucis, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP), iniciou mais uma expedição nesta segunda-feira (17), para colher amostras e estudar os impactos da poluição global e as mudanças climáticas no Atlântico Sul. Os pesquisadores devem ficar 15 dias em alto mar. Assista aos videos abaixo:
Comandante Rezende


Professora Elisabeth Santis


Professora Olga Sato






Brasil incorpora 170 mil km2 de área de Plataforma Continental e tem sua “Amazônia Azul” ampliada

10:46

Figura com o limite exterior da Plataforma Continental, além das 200 milhas, na Região Sul, da Margem Brasileira, representada pela linha vermelha
 
No dia 11 de junho, Data Magna da Marinha, a Comissão de Limites da Plataforma Continental (CLPC) publicou, em seu portal da Organização das Nações Unidas (ONU) na internet, recomendação na qual legitimou ao Brasil incorporar 170.000 km2 de área de Plataforma Continental, além da Zona Econômica Exclusiva.
 
O processo de estabelecimento do limite exterior da Plataforma Continental do Brasil foi iniciado em 1987, por meio do trabalho de levantamentos de dados.  Em 2007, fruto da primeira submissão de pleitos, depositados em 2004, o Brasil recebeu, da CLPC, o Relatório de Recomendações no qual aquela Comissão endossou cerca de 80% da proposta brasileira. No dia 25 de agosto de 2015, no plenário da ONU, em Nova Iorque, a Delegação Brasileira, seguindo o protocolo estabelecido na Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, procedeu à apresentação da Submissão Parcial revista do Brasil cobrindo a Região Sul da margem brasileira, para os 21 peritos da CLPC. Naquela oportunidade, foram enfatizados os aspectos técnicos e legais que o Brasil baseava-se para justificar o limite exterior proposto da plataforma continental.
 
Ao longo das sessões de trabalho da CLPC, em Nova Iorque, ocorreram reuniões de trabalho da Delegação Brasileira com os peritos da CLPC designados para conduzir a análise da Submissão da Região Sul, na qual foram respondidas e esclarecidas questões que levaram àquela Comissão a aceitar e recomendar que o Brasil adotasse o limite exterior da plataforma continental na Região Sul exatamente como consta na submissão apresentada.

Fonte: Marinha do Brasil

Marinha do Brasil, Femar e AquaRio promovem “Projeto Escola no Mar”

06:43

Visita ao Aquário Marinho do Rio de Janeiro (AquaRio)
Crianças e jovens da rede pública de ensino municipal e estadual do Rio de Janeiro-RJ têm a oportunidade de participar de um projeto criado pela Fundação de Estudos do Mar (Femar). O “Projeto Escola no Mar” (Proemar), criado em 10 de agosto de 2017, tem o propósito de disseminar a cidadania, a cultura, o entretenimento e o desenvolvimento da mentalidade marítima. A iniciativa conta com as parcerias da Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM) e o Aquário Marinho do Rio de Janeiro (AquaRio).
O projeto possibilita que, semanalmente, os alunos tenham a oportunidade de visitar instituições que desenvolvam atividades ligadas ao mar. As escolas participantes selecionam 30 alunos para compartilharem das atividades realizadas pelos pedagogos e funcionários da Fundação.
Um dia de Proemar tem início com a visita ao maior aquário da América do Sul, localizado no bairro da Gamboa, Zona Central do Rio de Janeiro, o AquaRio. Os alunos, juntos com biólogos do aquário, percorrem uma área com cerca de oito mil animais de 350 espécies diferentes. De forma lúdica, as crianças aprendem algo incomum ao seu cotidiano. “O reconhecimento de uma criança pela oportunidade em aprender um pouco da cultura do seu País e participar de bons momentos com seus amigos, nos enaltece e nos deixa felizes”, afirma o Presidente da Femar, Almirante de Esquadra Airton Teixeira Pinho Filho.
Após o almoço, patrocinado pela própria Fundação, as crianças seguem ao Espaço Cultural da Marinha do Brasil, uma área expositiva com cerca de 1,1 mil m², localizada na Zona Central do Rio de Janeiro, entre o Largo da Candelária e a Praça XV, subordinado à DPHDM, que tem como propósito preservar e divulgar o patrimônio histórico e cultural da Marinha, contribuindo para a conservação de sua memória e para o desenvolvimento da consciência marítima brasileira.
A visita ao Espaço Cultural da Marinha permite conhecer o “Submarino Riachuelo”, o Contratorpedeiro “Baurú”, o Helicóptero Antissubmarino “Sea King” e a réplica da Nau Portuguesa da época do Descobrimento. As crianças também visitam a Ilha Fiscal ou realizam um passeio marítimo pela Baía de Guanabara a bordo da Escuna “Nogueira da Gama” ou do Navio Rebocador “Laurindo Pitta”.
Helicóptero Antisubmarino “Sea King” no Espaço Cultural da Marinha
Na Ilha Fiscal, é possível visitar uma edificação, que D. Pedro II mandou construir em estilo gótico-provençal, onde aconteceu o famoso “Último Baile do Império”, dias antes da Proclamação da República. Na visitação guiada, curiosidades da época são mostradas com detalhes, além de objetos pessoais, obras de arte e uma exposição com as riquezas do mar da costa Brasileira. Já a bordo da Escuna “Nogueira da Gama” ou do Navio Rebocador “Laurindo Pitta”, as crianças conhecem os principais pontos turísticos do Rio de Janeiro. O passeio marítimo tem aproximadamente uma hora e meia de duração.
No biênio 2017/2018, em consonância com as parcerias firmadas com as Secretarias de Educação do Estado e do Município, o Proemar beneficiou mais de 1500 alunos provenientes de 52 Escolas Municipais e Estaduais da cidade do Rio de Janeiro. Para este ano, o “Projeto Escola no Mar” prevê atender 1.230 alunos de 41 Escolas, em prol da missão de disseminar a mentalidade marítima. “Espero que todos percebam a importância que o mar tem para o Brasil e para a nossa sobrevivência no planeta Terra”, conclui o Presidente da Femar.

Fonte: Marinha do Brasil

Marinha do Brasil resgata nove pessoas, após o naufrágio da embarcação na região do Arquipélago de Fernando de Noronha.

06:22



A Marinha do Brasil (MB), por intermédio do Comando do 3º Distrito Naval (Com3ºDN), informa que o Navio-Patrulha “Guaíba” atracará nesta sexta-feira (14), às 10h, na Base Naval de Natal, depois de ter resgatado nove pessoas, após o naufrágio da embarcação “Navegantes".

Navio-patrulha Guaíba- participou do resgate

O navio suspendeu de Recife, no dia 12 de junho, com destino ao Arquipélago de Fernando de Noronha, e naufragou a uma distância de 80 milhas náuticas - equivalente a 148 quilômetros – de João Pessoa-PB.





Os nove resgatados foram atendidos pelo Oficial Médico do Navio-Patrulha “Guaíba” e apresentam bom estado de saúde. O Salvamar Nordeste, que coordena a Operação de Busca e Salvamento, deslocou o Navio-Patrulha “Macau" para prosseguir com a busca da décima vítima que ainda não foi localizada.


Fonte Marinha do Brasil