MARINHA INICIA A IMPLANTAÇÃO DO e-NAVIGATION

14:17

A Organização Marítima Internacional (IMO) define o e-Navigation (navegação aprimorada) como sendo a coleta, integração, intercâmbio, apresentação e análise harmonizada de informações náuticas, a bordo e em terra, por meios eletrônicos, com o propósito de aprimorar o controle e a segurança da navegação aquaviária de berço a berço e serviços portuários relacionados, bem como para o aumento da eficiência comercial marítima e a preservação do meio ambiente marinho. 



A implementação do e-Navigation impacta, a nível mundial, diversos setores que exercem suas atividades no ambiente marítimo, em águas interiores e dos respectivos portos. Da mesma forma que aeronaves e aeroportos se comunicam com rapidez e segurança, a implantação do eNavigation permitirá a ampliação dessas capacidades para navios e os portos. 

O e-Navigation não é um tipo de equipamento, mas sim um "conceito", que contempla uma ampla gama de sistemas e serviços de informação integrados e harmonizados, relacionados à segurança da navegação e aos serviços portuários. Atende as necessidades de usuários conhecidos e identificados, unificando equipamentos como o Automatic Identification System (AIS), Electronic Chart Display System (ECDIS), Automatic RADAR Plotting Aid (ARPA), Sistemas Integrados de Passadiço (IBS), Sistemas Integrados de Navegação (INS), Long Range Identification and Tracking (LRIT), bem como auxiliam na busca e no salvamento (SAR) e em situações de emergência de poluição marinha, permitindo o aprimoramento da Consciência Situacional Marítima e na tomada de decisão de comandantes no mar e autoridades portuárias em terra. 

Após o cumprimento de uma sistemática própria da IMO, foram priorizadas cinco soluções para o e-Navigation, com base nas necessidades identificadas dos usuários: S1: projeto de passadiço aperfeiçoado, harmonizado e funcional; S2: padronização e automatização de relatórios; S3: aprimoramento da confiabilidade, resiliência e integridade dos equipamentos do passadiço e informações de navegação; S4: integração e apresentação, em display, das informações recebidas via equipamentos de comunicações; e S5: aperfeiçoamento das comunicações no portfólio dos serviços de VTS – Vessel Traffic Service (não limitado às estações VTS). As soluções S2, S4 e S5 têm como foco a transferência automática de informações e dados entre todos os usuários, enquanto as soluções S1 e S3 promovem o uso funcional e prático de informações e dados a bordo. 

As necessidades de harmonização e de padronização dos serviços portuários resultaram na elaboração do Portfólio de Serviços Marítimos (Maritime Service Portfolio - MSP), que categorizaram esses serviços por áreas geográficas, de modo a facilitar a determinação do tipo e da quantidade de informação a ser transmitida, considerando o sistema de comunicação empregado e a identificação das entidades ou organizações responsáveis pela disseminação da informação. Atualmente, 16 Serviços Marítimos (MS- Maritime Service) foram mapeados nesse Portfólio da IMO, mas esse número poderá ser alterado durante os estudos para a sua implantação. À proporção que o transporte marítimo incorpora o mundo digital, informações e infraestrutura digitais serão implantados em benefício da segurança marítima e proteção do meio ambiente, mitigando, por exemplo, possíveis acidentes como o derramamento do óleo ocorrido no litoral brasileiro em 2019.  


A implantação do conceito em nível nacional deverá basear-se em um ambiente que proporcione a participação de outros parceiros, governamentais ou não, e a criação de uma Estrutura Comum de Dados Marítimos (CDMS) que deverá seguir as orientações de organismos internacionais, em concordância com a legislação nacional. A comunidade marítima brasileira e os organismos de normatização e fiscalização da atividade marítima deverão estar preparados para participar dessa evolução. No âmbito da Autoridade Marítima (AM), a Diretoria-Geral de Navegação (DGN) é a responsável pela implementação desse conceito, o qual está centrado nas necessidades dos usuários da navegação marítima, visando à eficiente transferência de informações e dados marítimos entre todos os usuários (navio-navio, navio-porto, porto-navio e porto-porto), por meio de um Portal. Será necessário que as ferramentas utilizadas atualmente sejam aprimoradas, facilitando o acesso pelos usuários e, principalmente, garantindo a segurança digital e a integração das diversas agências, que necessitará de eficaz infraestrutura de tecnologia da informação e comunicação. A Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), organização militar subordinada à DGN, será demandada em aperfeiçoamentos para os seus produtos e serviços, de forma a atender as demandas quanto ao aprimoramento da posição, por meio da transmissão das correções diferenciais (DGNSS), e a produção e disseminação de informação meteorológica, cartas e publicações náuticas eletrônicas. A evolução do processo de navegação tradicional para o e-Navigation promoverá ganho em segurança, produtividade e eficiência, onde o elemento humano continuará sendo essencial nesse processo e a sua formação e treinamento serão fundamentais para a implementação desse novo conceito. A Diretoria de Portos e Costas (DPC), outra organização militar subordinada à DGN, deverá capacitar nossos profissionais, de bordo e de terra, para utilizar as ferramentas que contribuirão para o aperfeiçoamento da Segurança da Navegação. 

Órgãos como a ANVISA, a Receita Federal, a Polícia Federal, as Autoridades Portuárias, dentre outros, provedores de serviços e produtos dentro dos 16 Serviços Marítimos (MS) atualmente previstos, deverão também adotar estratégias para essa nova realidade. A Marinha está elaborando a sua estratégia de implantação do e-Navigation e irá apresentar em breve a esses órgãos a sua proposta para discussão.  
As atividades de cooperação regionais e técnicas vêm sendo realizadas em várias partes do mundo com objetivo de promover e fornecer informações sobre a forma de implementação e desenvolvimento do e-Navigation. Nesse sentido, vislumbra-se a importância do Brasil na coordenação da implantação desse conceito no âmbito da América do Sul, sendo de grande relevância para a segurança da navegação nas águas do Atlântico Sul. Na área econômica, abrem-se perspectivas para a comercialização de produtos desenvolvidos especificamente para atender ao conceito do e-Navigation, sendo uma ótima oportunidade para a Base Industrial brasileira. Cumprindo orientações da IMO, a iniciativa da implementação do conceito e-Navigation pela Autoridade Marítima e, posteriormente, a sua adoção em âmbito nacional, gera expectativas de grandes melhorias para a Segurança da Navegação e para a proteção da nossa Amazônia Azul. Essas expectativas refletirão na proteção do meio ambiente e no incremento da economia do mar, com aumento significativo da eficiência comercial marítima, reduzindo-se os riscos de colisão, encalhe dos navios, custos com seguros, bem como de emissões de gases poluentes por conta da indicação de uso de melhores rotas e velocidades, além do ostensivo monitoramento do tráfego mercante, contribuindo para o Sistema de Gerenciamento da Amazônia Azul (SisGAAz) empregado pela MB.

 Sugere-se a visualização do vídeo no link indicado abaixo para o entendimento do que seriam os 16 MS previstos, inicialmente, no conceito de implantação do e-navigation: 


https://www.youtube.com/watch?v=WenDzWY-tXc


Fonte: CCSM - Marinha do Brasil

Mesmo com os riscos da pandemia, Praticagem garante as operações do porto

11:00




Mais de 10% dos práticos de Santos foram infectados pelo coronavírus até agora. Dos sete casos confirmados entre os 62 práticos que trabalham na empresa, seis estão bem e um prático foi internado em hospital de São Paulo porque apresentou sintomas mais graves da doença, com uma pneumonia bacteriana, mas já está bem e em casa. “Não podemos garantir que tenha sido a bordo, mas de qualquer maneira foram 7 pessoas ausentes da escala de serviço durante 21 dias. A despeito disso, nós conseguimos manter o serviço em atividade e continuamos cumprindo todos os protocolos para evitar a contaminação”, diz Carlos Alberto de Souza Filho, Presidente da Praticagem de São Paulo.

Ainda há muitas dúvidas envolvendo a Covid-19, o que requer toda atenção para evitar que os práticos sejam vetores, como explica Souza Filho: “Essa doença parece ser customizada, parece que a gravidade está relacionada à forma como o organismo de cada um reage. Isso causa muita incerteza, não há garantia para ninguém. Ninguém tem garantia para dizer onde se infectou”.

Durante esses meses de pandemia, o trabalho da Praticagem foi considerado essencial e ganhou reconhecimento: “As pessoas percebem a importância da profissão para a economia do país como um todo. Somos um dente da engrenagem, mas se ele quebrar a máquina não funciona.

Conseguimos mostrar as dificuldades e os riscos do nosso trabalho e continuamos atuando para a manutenção do fluxo de mercadorias. No Porto de Santos a demanda continua grande, por conta da supersafra de grãos e suco de laranja e outros produtos do agronegócio. Por outro lado, o consumo mundial está aumentando com essa pandemia e isso acabou gerando um aumento das exportações do País. E os práticos são fundamentais para que esse fluxo seja mantido e não seja interrompido ou reduzido, o que poderia gerar efeito cumulativo e, consequentemente, prejuízo. Essa continuidade no mesmo ritmo é fundamental.”

Souza Filho também fez questão de elogiar o trabalho de todos os trabalhadores, entidades e empresários do porto que se esforçaram para manter as operações: “Os serviços nos portos dependem de uma grande cadeia e de um esforço coletivo que foi marcante durante esses primeiros meses, principalmente por meio de uma ação coordenada do Ministério da Infraestrutura, Santos Port Authority e o setor de transportes”.



Protocolos
Como o embarque em navios e o contato direto com tripulantes de diversas regiões do país e do mundo que enfrentam realidades epidêmicas diferentes faz parte do trabalho do prático, ele especialmente vulnerável à Covid-19.

A praticagem é de fundamental relevância e, devido às características de transmissibilidade da doença, medidas de precaução durante os turnos de serviço, bem como durante a abordagem das embarcações em trânsito, foram tomadas para reduzir os riscos a que podem estar submetidos estes profissionais. 

“Todos os procedimentos foram cumpridos. O que está ao nosso alcance nós fizemos, inclusive com protocolos próprios”, garante Souza Filho. A Praticagem organizou escalonamento de trabalho, distanciamento social, desinfecção de toda sede, inclusive as lanchas, e instalamos o túnel de sanitização na entrada da Ponte dos Práticos. Adotou o protocolo para os práticos criado pelo Conselho Nacional de Praticagem com a supervisão do Chefe do Setor de Infectologia do Hospital Naval Marcílio Dias, Capitão de Mar e Guerra Dr. André Germano De Lorenzi. 

“Esse documento, com tradução oficial em Português e Inglês, foi encaminhado para as empresas de navegação também. Não medimos esforços para nos prevenirmos e prevenir todos os que nos cercam para não sermos vetores”, explica o Presidente da Praticagem.

Redução de preços na pandemia
Nos últimos meses, vários navios de cruzeiros com passageiros ou tripulantes com suspeita ou casos confirmados de coronavírus foram obrigados a respeitar a quarentena no fundeadouro no Porto de Santos. Muitas vezes, os navios precisaram fazer várias manobras para levar pessoas para tratamento ou trazer suprimentos para quem ficou a bordo.

Tão logo a temporada foi interrompida, para esses navios que ficaram fundeados durante mais tempo em Santos, como MSC e Costa, por exemplo, foi pedida uma situação diferenciada para a Praticagem, que atendeu prontamente: “Nós reduzimos em 50% o preço para entradas e saídas não ligadas à atividade comercial, como no caso de desembarcar tripulantes doentes, levar víveres, suprimentos e outros casos”, diz Souza Filho.

E agora, com a retomada da economia, a Praticagem já foi consultada pelos armadores de empresas de cruzeiros pedindo condições especiais de preço, o que já foi definido: “Tivemos reunião de diretoria e vamos responder ainda nessa semana. Vamos abrir mão da atualização monetária do contrato que já estava prevista, mas na verdade será até um pouco mais. Tínhamos feito um contrato há três anos com descontos escalonados para fomentar a atividade. Vamos manter esses descontos e não aplicar a atualização monetária. É uma forma de colaborarmos para a manutenção da atividade”, completa.

II Simpósio Brasileiro de Corais de Águas Profundas

07:25

II Simpósio Brasileiro de Corais de Águas Profundas
From Wednesday 29 July 2020 -  08:30
To Friday 31 July 2020 - 18:00
Contact (11) 3091-6528


O SBCAP é o principal evento nacional relacionado ao estudo e conservação de ambientes coralíneos de mar profundo, reunindo cientistas brasileiros e internacionais com destaque em suas áreas de atuação, além de estudantes,  ambientalistas, gestores e representantes de empresas atuantes na área ambiental.

Pela primeira o Simpósio será realizado na cidade de São Paulo, dentro do campus Cidade Universitária da Universidade de São Paulo (USP), onde está localizado o Instituto Oceanográfico da USP, referência no estudo de ambientes marinhos desde a década de 1950.

O SBCAP 2020 abrangerá diferentes tópicos relacionados aos ecossistemas de Corais de Águas Profundas, com palestras-chave de renomados pesquisadores brasileiros e internacionais, apresentações orais e pôsteres, com o objetivo de compartilhar o conhecimento e discutir novas perspectivas de estudo destes ambientes.

Para maiores informações, visite o site do simpósio:


https://www.sbcoraisprofundos.com/

Para realizar a inscrição clique aqui.

Organizado por

Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo / IOJr Consultoria e Educação Ambiental

Location Auditório István Jancsó - Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin Complexo Brasiliana, Rua da Biblioteca, 21, Espaço

Fonte: IOUSP




Marinha realiza descontaminação da Fundação Nacional do Índio, em Belém-PA

07:20



Militar do 2° Batalhão de Operações Ribeirinhas descontamina sala da Funai
 
No dia 24 de julho, a unidade da Fundação Nacional do Índio (Funai), em Belém-PA, passou pela descontaminação preventiva da Equipe de Resposta Nuclear, Biológica, Química e Radiológica do Comando do 4º Distrito Naval, nucleada no 2° Batalhão de Operações Ribeirinhas. Na ação, foram descontaminados compartimentos como recepção, cozinha, banheiros, salas administrativas, viaturas e áreas externas.
 
Já no dia 23, a equipe realizou a desinfecção do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará, em Vigia-PA. A Marinha, em coordenação com o Ministério da Defesa, presta apoio aos órgãos públicos no combate à propagação do novo coronavírus.
 


Ônibus do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará
 passa por desinfecção

Fonte: Marinha do Brasil

Praticagem de São Paulo assina contrato especial com ABAC e garante estabilidade nos preços das operações por 5 anos

12:29

A Praticagem de São Paulo e a Abac (Associação Brasileira de Armadores de Cabotagem) assinaram acordo para incentivar a navegação de cabotagem. Assim, valores, serviços e condições de praticagem irão vigorar por cinco anos sem reajustes e serão apenas corrigidos monetariamente. “Nesse momento em que o Governo está fomentando e atribuindo maior importância à navegação de cabotagem e enviou para o congresso o projeto da BR do Mar, e o próprio Senado apresentou um projeto liderado pela senadora Kátia Abreu, fazer esse acordo é uma forma de mostrar nosso apoio”, disse o presidente da Praticagem, Carlos Alberto de Souza Filho.

A Praticagem de Santos é a que atende o maior fluxo de navios de cabotagem no Brasil. Segundo Souza Filho, a empresa resolveu abrir mão de parte da receita, com descontos nas operações em cima dos preços que eram praticados antes. “Estamos dando a nossa contribuição em prol desse esforço nacional de fomentar a cabotagem, principalmente nesse momento de pandemia. Como é um acordo firmado por cinco anos, proporciona uma maior previsibilidade e segurança jurídica”. Há mais de 15 anos não havia acordo formal firmado entre a Praticagem de Santos e os armadores de cabotagem.

Empresas que assinaram o acordo
Aliança Navegação e Logística Ltda
Flumar Transp. de Químicos e Gases Ltda
Hidrovias do Brasil – Cabotagem Ltda
Grupo Log-In: Log-In Logística Intermodal S.A. ;Log-In Navegação Ltda. Log-In Marítima Cabotagem Ltda.
Mercosul-Line Navegação e Logística Ltda
Grupo Norsul:
• Companhia de Navegação Norsul
• NorsulCargo Navegação S.A.
• Norsulmax Navegação S.A. 

Praticagem de São Paulo


A Praticagem de São Paulo atua nos portos de Santos e São Sebastião, garantindo a segurança nas entradas e saídas dos navios. São 62 práticos que trabalham em escala, todos com conhecimento profundo da região.
53% das manobras são realizadas pelos práticos no período noturno e que a questão da segurança é sempre prioridade. “A probabilidade de acontecer um acidente por erro do prático em manobras no país é de 0,002%, similar aos Estados Unidos, segundo levantamento da Associação Internacional de Clubes de Proteção Mútua dos Armadores (InternationalGroupof P&I Clubs, em inglês). Pertencemos ao primeiro mundo nessa questão”, afirmou o presidente da Praticagem.
A Praticagem do Estado de São Paulo tem uma estrutura moderna com todos os equipamentos de primeira linha e a média de 32 manobras diárias, mas como a estrutura é sempre montado para o pico e não pela média, conseguem atender até 80 manobras por dia, com toda segurança.

A ABAC

Associação Brasileira de Armadores de Cabotagem visa a  expansão do transporte marítimo de cabotagem, bem como a integração com os países do Mercosul, buscando retomar uma posição de destaque no transporte transoceânico. Assim, apesar de seu nome indicar “cabotagem”, as empresas associadas também operam na navegação de longo curso.
O setor atua nos segmentos de contêineres, granéis sólidos, granéis líquidos e carga geral.

|Fonte: Praticagem de São Paulo

Marinha do Brasil realiza cerimônia de ativação da Base de Submarinos da Ilha da Madeira

11:48




A Marinha do Brasil realiza, nesta sexta-feira (17), a cerimônia de ativação da Base de Submarinos da Ilha da Madeira (BSIM). A Base Naval, localizada no Complexo Naval de Itaguaí (CNI), região metropolitana do Rio de Janeiro, dará um grande incremento ao Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), que visa a produção de quatro submarinos convencionais e do primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear, objeto precípuo do programa.

A BSIM será a Base Naval mais moderna da Marinha e tem o propósito de contribuir para o aprestamento dos meios navais, prioritariamente dos submarinos e prestar apoio logístico às Organizações Militares (OM) apoiadas. Cabe a ela prover facilidades de atracação, infraestrutura e apoio administrativo aos navios subordinados ao Comando da Força de Submarinos;  áreas e instalações do Complexo Naval de Itaguaí, incluindo os perímetros marítimo, terrestre e áreas comuns, em coordenação com as demais OM e empresas sediadas no Complexo, além de oferecer apoio básico de saúde.

Tendo como foco o apoio às OM instaladas em Itaguaí, a BSIM demanda recursos humanos altamente qualificados e infraestrutura específica, o que confere a importante tarefa de consolidar a mentalidade de segurança e ser a guardiã da sede do maior ativo da defesa nacional. Desta forma, a estrutura se destaca por possuir elevados níveis de automação. Uma complexa infraestrutura de rede de dados e centros de controle que permite automatizar tarefas como a geração e distribuição de utilidades (água, óleo, energia elétrica), o controle de maquinário, a detecção e combate a incêndio, a segurança física das instalações e a proteção ambiental. Seus usuários contam com modernos recursos de tecnologia da informação e comunicação para o desempenho de suas tarefas, inseridos na robusta infraestrutura de segurança da informação da Marinha.

Moderna, bem equipada e com efetivo bem preparado para exercer seu papel constitucional de garantir a soberania do país, a ativação da BSIM representa um importante marco no processo construtivo do PROSUB em que fortalece as plantas industriais, eleva o patamar tecnológico e faz da nossa Base Industrial de Defesa um vetor de inovação, incorporação tecnológica e expansão da indústria, comprovando a qualificação profissional e industrial instaladas no Brasil.

Fonte: Centro de Comunicação Social da Marinha


Sessão Solene Virtual alusiva aos 86 Anos do Tribunal Marítimo

12:09

Sessão Solene Virtual alusiva aos 86 Anos do Tribunal Marítimo;

Pela primeira vez em sua história, em face da pandemia causada pela
COVID-19, o Tribunal Marítimo (TM) realizou, no dia 06 de julho, por sistema
de videoconferência, uma Sessão Solene Virtual em comemoração aos 86
anos de sua existência, completados no dia 05 de julho. Presidida pelo
Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, o
evento teve a participação de Almirantes, Ex-Presidentes e Juízes do TM,
representantes do setor judiciário e advogados que labutam na “Corte
Marítima Brasileira”.

Durante a Sessão, o Juiz Attila Halan Coury, representando os Juízes do
TM, o Capitão-Tenente (T) Francisco José Siqueira Ferreira, representando a
Procuradoria Especial da Marinha e o Dr. Pedro Calmon Filho, representando
os advogados que labutam na “Corte Marítima”, enalteceram os 86 anos de
atividades do TM em prol da Justiça e Segurança da Navegação. Após a
cerimônia, foi inaugurado um quadro com uma pintura do Almirante Francisco
Manoel Barroso da Silva, o Almirante Barroso, doado ao TM pelo Capitão de
Mar e Guerra (Refº-T) Elson de Azevedo Burity, Diretor da Divisão de
Inquéritos sobre Acidentes e Fatos da Navegação pelo transcurso dos 86 anos
de criação do Tribunal Marítimo. A obra de arte foi produzida a partir de
azulejos pelo artesão maranhense Milton Machado Ramos.

“Desde 22 de abril de 2020, de forma pioneira, as Sessões Plenárias
estão sendo realizadas por videoconferência. Alinhado com o Comando da
Marinha e na esteira do Poder Judiciário, o TM não parou, apenas ajustou as
velas e segue trabalhando em prol da justiça e segurança da navegação”, citou
o Juiz-Presidente Vice-Almirante Wilson Pereira de Lima Filho em sua Ordem
do Dia. Desde a implantação de sessões virtuais em virtude da Covid-19,
foram realizadas 20 Sessões Plenárias. Somente nesse período de um pouco
mais de dois meses, foram apreciadas 98 representações e julgados 118
processos.

O Tribunal segue avançando, em consonância com a disrupção
tecnológica característica da atualidade. Está em fase final de testes o
sistema que permitirá o trâmite totalmente digital dos processos sobre
acidentes e fatos da navegação, inclusive a realização de peticionamento
eletrônico por advogados, ampliando o acesso à “justiça da navegação”,
imprimindo maior celeridade aos processos e reduzindo custos. O TM
funciona, desde sua instituição, em um prédio histórico, de fachada
neoclássica, no coração do corredor cultural do centro do Rio de Janeiro.
Patrimônio muito bem preservado pela tripulação, as dependências internas
foram recentemente adequadas às novas demandas. Foi instalado um
sistema de prevenção de incêndio, especialmente de detecção de fumaça. O
projeto já está em fase final de implantação.

Fonte: Tribunal Maritímo

Capitania dos Portos da Amazônia Oriental apreende comboio durante Operação “Verde Brasil II”

07:07

Comboio com 1.300m³ é apreendido por diversas irregularidades
 
Como parte das atividades da Operação “Verde Brasil II”, a Capitania dos Portos da Amazônia Oriental (CPAOR) está realizando ações de fiscalização do tráfego aquaviário no município de Moju-PA e adjacências. No dia 14 de junho, a equipe de inspeção naval da CPAOR apreendeu um comboio carregado com cerca de 1.300m³ de toras de madeira, navegando nas proximidades de Moju.
 
Durante a inspeção naval, foram verificadas as seguintes irregularidades que comprometem a segurança da navegação e a salvaguarda da vida humana no mar como falta de despacho, ausência de documentos previstos nas Normas da Autoridade Marítima, comandante não habilitado, extintores vencidos e excesso de carga. Os militares da Marinha também verificaram os documentos referentes à carga de madeira e não foram encontradas discrepâncias.
 
A equipe da Capitania continua presente na região por meio de ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais e prestando apoio aos órgãos estaduais e municipais da região. Nas abordagens, ainda são realizadas atividades de conscientização contra a Covid-19, a fim de levar informações de utilidade pública para combater a proliferação do novo coronavírus.

Fonte: Marinha do Brasil

ATP: Praticagem tem sido parceira no aumento do calado na Barra Norte

06:30


Em live realizada, na última terça-feira (16/6), por um curso da área marítima, o diretor-presidente da Associação de Terminais Portuários Privados (ATP), Murillo Barbosa, destacou a participação da praticagem nos ganhos de calado na barra norte do Rio Amazonas.

Em 2018, o calado máximo autorizado pela Marinha passou de 11,50 metros para 11,70 metros, após fase de testes. Em março deste ano, a Autoridade Marítima autorizou novos testes para o aumento do calado para 11,90 metros, uma conquista que conta com o suporte de dados da batimetria e tábua de marés da praticagem.

– A informação da praticagem é extremamente importante e ela tem sido parceira nesse aumento de calado, sem dúvida nenhuma – afirmou o diretor-presidente da ATP.

O escoamento de grãos do Centro-Oeste pela barra norte do Amazonas vem crescendo a cada ano e 20 centímetros a mais em um navio da classe Panamax representam uma carga adicional de 1.800 toneladas, lembrou Murillo Barbosa:

– Para um navio que sai dali para a China é extremamente expressivo em custos logísticos. Com 11,50 metros, os navios do tipo Panamax saíam carregados com 80% da capacidade. Com 11,70 metros, já melhorou um pouco.

Chegar aos 12,50 metros de calado não é uma realidade distante, com base na experiência da Praticagem do Amapá, e talvez seja possível atingir até os 13,30 metros navegando-se apenas em água, pois na barra norte existe o chamado arco lamoso; um trecho de 20 milhas que requer uma navegação de extrema precisão para a embarcação não tocar o fundo.

Para o diretor-presidente da ATP, alcançar os 13,30 metros seria o ideal, pensando-se no pleno carregamento de um Panamax, algo que ele acredita talvez só ser possível com intervenção mecânica ou navegando-se na lama fluida.

– No meu entendimento leigo e de oficial de Marinha, acho que poderíamos navegar até tangenciando a lama. Mas os práticos dizem que só essa navegação tangenciando a lama já é prejudicial à manobrabilidade. Eu não posso de maneira nenhuma contestá-los nisso, mas, como a lama não apresenta risco de danos à estrutura do navio, acho que poderíamos navegar com pé de piloto menor possível, talvez não chegando a tangenciar, mas que ficasse em 20 centímetros, para aproveitarmos o máximo. Mas só a continuidade dos estudos vai dizer.

Fonte: CONAPRA

Atualização: Navio Mercante “Stellar Banner”

15:04

A Marinha do Brasil (MB), por meio do Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN), informa que a empresa Polaris Shipping, proprietária do Navio Mercante “Stellar Banner”, solicitou oficialmente à Capitania dos Portos do Maranhão (CPMA) autorização para o afundamento da embarcação, declarando a intenção de realizá-lo por livre e espontânea vontade, decisão baseada nos relatórios da Sociedade Classificadora e das equipes de salvatagem, cabendo às autoridades Marítima e Ambiental a apreciação e aprovação do plano apresentado, com data de planejamento para o alijamento na próxima sexta-feira (12).

No documento entregue à CPMA, a armadora assume as responsabilidades com relação à carga que ficará a bordo do Navio e quaisquer outras reclamações futuras e declara que as operações são planejadas e serão executadas por pessoal com conhecimento técnico, habilidade e capacidade necessários, aplicando as medidas de segurança exigidas e utilizando equipamentos e embarcações adequados.

Também comunica que está preparada para desenvolver outras ações contra ocorrências fortuitas indesejáveis. A organização da ITOPF (International Tanker Owners Polutions Federation), contratada pela armadora, acompanha as atividades para avaliar as boas práticas relacionadas às questões ambientais envolvidas no processo de afundamento.

As empresas de salvatagem encerraram, ontem (8), a retirada de objetos flutuantes (espias, cilindros de oxigênio) e contaminantes (baterias, computadores) de bordo. O AHTS (Anchor Handling Tug Supply) Bear, o OSRV (Oil Spill Response Vessel) Água Marinha na contingência, o OSV (Offshore Support Vessel) Normand Installer e o Navio-Patrulha “Guanabara”, da MB, permanecem na cena de ação para monitorar todo o processo de afundamento.

A Marinha do Brasil, por meio do Com4ºDN e da CPMA, mantém a fiscalização das atividades juntamente com as autoridades ambientais do estado do Maranhão, na presença da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

Fonte: Marinha do Brasil

Navio Mercante Stellar Banner: preparação do navio para o alijamento

06:22



A Marinha do Brasil, por meio do Comando do 4º Distrito Naval (Com4ºDN), informa que a empresa Polaris Shipping, proprietária do Navio Mercante Stellar Banner, manifestou, hoje (7), a intenção de alijamento do graneleiro, após a análise dos relatórios das inspeções estruturais realizadas por representantes da sociedade classificadora do navio, com apoio de mergulhadores contratados, e de encaminhar o documento oficial detalhando o cumprimento de requisitos, para aprovação pela Autoridade Marítima e Autoridades Ambientais.

A equipe de salvatagem deu início à preparação do navio para o alijamento. Também começou a retirada de resíduos oleosos, bem como de objetos flutuantes e de contaminantes a bordo do Stellar Banner. A organização ITOPF (International Tanker Owners Polution Federation), contratada pela armadora, acompanha as atividades para avaliar as boas práticas relacionadas às questões ambientais envolvidas no processo de alijamento.

O AHTS (Anchor Handling Tug Supply) Bear, o OSRV (Oil Spill Response Vessel) Água Marinha, o OSV (Offshore Support Vessel) Normand Installer e o Navio-Patrulha “Guanabara” permanecem na cena de ação para monitorar todo o processo de alijamento da embarcação, a fim de evitar eventuais impactos ambientais.

A Marinha do Brasil, por meio do Com4ºDN e da Capitania dos Portos do Maranhão, continuará fiscalizando as atividades juntamente com as autoridades ambientais do estado do Maranhão, na presença da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Naturais e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis.

Os órgãos e empresas envolvidas continuam envidando o máximo de esforços e recursos possíveis, visando solucionar o ocorrido, sempre atendendo às normas e legislação em vigor, priorizando a salvaguarda da vida humana no mar, a proteção do meio ambiente e segurança da navegação.

Fonte: Marinha do Brasil

Reflutuação do Navio Mercante (NM) Stellar Banner

14:10


A Marinha do Brasil (MB) informa que o processo de reflutuação do Navio Mercante (NM) Stellar Banner foi concluído no dia 3 de junho. Após reflutuar, o Navio foi rebocado para uma área de águas mais profundas, a cerca de 60 milhas da costa maranhense, a fim de realizar inspeções estruturais com apoio de mergulhadores e de um veículo submarino operado remotamente (Remotely operated underwater vehicle – ROV). O resultado das inspeções servirá para a análise do destino final do navio.

O Navio Patrulha Guanabara da MB está na cena de ação para monitoramento de manchas de óleo. O OSRV (Oil Spill Response Vessel) Bear também participa da operação, cumprindo o Plano de Reflutuação e Salvatagem, aprovado pelo Comando do 4o Distrito Naval e fiscalizado pela Capitania dos Portos do Maranhão e pelas autoridades ambientais do Estado do Maranhão, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis e Secretaria de Estado do Meio ambiente e Recursos Naturais.

Os órgãos e empresas envolvidas continuam envidando o máximo de esforços e recursos possíveis, visando solucionar o ocorrido com brevidade, e sempre atendendo as normas e legislação em vigor, priorizando a salvaguarda da vida humana no mar, a proteção do meio ambiente e segurança da navegação.

FONTE: CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA


Submarino “Riachuelo” realiza testes de desempenho do sistema de propulsão

13:08

Submarino “Riachuelo” posicionado no cais 12 da Base de Submarinos da Ilha da Madeira (BSIM) para início dos testes
 
A Diretoria-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), por meio da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento do Submarino com Propulsão Nuclear (COGESN), realizou, nos dias 20 e 21 de maio, os testes de desempenho da propulsão do Submarino “Riachuelo”. A ação foi feita conjuntamente com a Itaguaí Construções Navais (ICN), no Complexo Naval de Itaguaí, localizado na Região Metropolitana do Rio de Janeiro.
 
A atividade marca a retomada da verificação de desempenho do sistema de propulsão diesel-elétrico do submarino. Os testes consistiram na seleção de diferentes estágios de velocidades avante e a ré, paradas e partidas normais e em emergência, nos diversos modos de operação da propulsão.
 
Tal procedimento representa uma etapa relevante para o avanço do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub). Trata-se de um dos pré-requisitos fundamentais para assegurar a navegabilidade do submarino com segurança, na superfície e em imersão, sendo imprescindível para a continuidade das provas de mar.
 
É oportuno salientar que os referidos testes obedeceram a protocolos específicos elaborados para trabalhos em espaços confinados, em sintonia com as medidas de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus. Nesse sentido, os trabalhos a bordo foram planejados e conduzidos por 30 pessoas, contabilizados o Grupo de Recebimento do Submarino “Riachuelo” e técnicos da COGESN, Naval Group e ICN.
 
Engenheiros e técnicos com equipamentos de proteção individual
durante a execução dos testes
 
O Prosub tem por objetivo a capacitação em projeto e construção de submarinos convencionais e com propulsão nuclear, tendo como base a transferência de tecnologia em diversas áreas, exceto na nuclear. Com o programa, pretendem-se também a utilização significativa da indústria brasileira e o aumento da geração de empregos. Não menos importante, o Prosub proporcionará ao País desenvolver de forma autônoma novas tecnologias, aliado à nacionalização de sistemas e equipamentos.

Fonte: Marinha do Brasil

Infectologista orienta práticos no embarque e desembarque

06:26



O médico infectologista Ricardo Hayden deu dicas aos práticos de São Paulo sobre como evitar a contaminação pelo coronavírus e como desinfectar equipamentos e roupas usados a bordo:

- Desinfeção dos equipamentos: “Equipamentos como mochila, capacete e botas podem ser tratados com álcool 70%, que é excelente para limpar essas superfícies. Roupas, quando não entrarem em contato com suspeitos de Covid-19, podem ser deixadas no sol (desde que não tenham superfície plástica), que elimina (o vírus) em três ou quatro horas”.

- Como retirar EPIs em casos de navios com casos suspeitos ou confirmados: “É preciso desparamentar com muito cuidado, é um momento crítico. Se não houver um espaço especial para isso, deve-se retirar o macacão em um lugar amplo, com ar ambiente circulando. O ideal é ter um lugar no desembarque para tomar um banho completo e colocar uma roupa limpa com nova máscara para entrar no carro. Uma adaptação cabível é fazer a desparamentação na lancha ou no cais, numa condição em que os outros ocupantes da lancha não estejam na linha do vento do material que se está retirando”.

- Dicas para a hora do banho, no caso de contato com casos suspeitos ou confirmados:  “Primeiro, deve-se abrir o chuveiro com pouca água, olhos e bocas fechados, e deixar escorrê-la bem, contando até 50. Depois, lave com a pressão normal, limpando bem os orifícios (nariz e ouvido) e dando uma segunda demão de sabão”.

- Uso de uma segunda máscara: “Uma segunda máscara muda as características de filtragem de ar e mais atrapalha do que ajuda”.

- Usar álcool gel no pescoço e no colo, geralmente lugares desprotegidos, também é uma sugestão do infectologista.

- Ricardo Hayden explicou ainda o mecanismo do vírus e por que a expansão tem sido maior no Brasil. Além disso, alertou para outras situações, como o risco que representa o elevador.

Assista à videoconferência: https://youtu.be/BSM7EAxIuC8

Fonte: Conselho Nacional de Praticagem - CONAPRA

# TodosJuntos contra o COVID - 19 - Marinha do Brasil

06:02


SerenidadeAções preventivas, individuais e coletivas, para neutralizar os efeitos do vírus, evitando informações que não conduzam à solução.
Firmeza: Decisões assertivas, mantendo a máxima capacidade operativa para cumprir a missão e atuar em prol da sociedade.

AÇÕES REALIZADAS

25/05/2020
A semana começou com mais uma desinfecção realizada pela Marinha do Brasil, por meio do Comando Conjunto Leste. Nesta segunda-feira (25), foram desinfectadas as áreas comuns da Fundação de Estudos do Mar- Femar, localizada no bairro de Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro.


Participaram da ação, mais de 30 militares do Grupamento Operativo de Fuzileiros Navais de Defesa Nuclear, Biológica, Química e Radiológica (GptOpFuzNav-DefNBQR). Escadas, biblioteca, auditório, salas de aula, administrativa e de professores; saguão e banheiro foram as áreas desinfectadas pela equipe.


















25/05/2020
A Capitania Fluvial de Tabatinga (CFT), subordinada ao Comando do 9º Distrito Naval, em parceria com as Prefeituras dos Municípios de Tabatinga e Benjamin Constant, no Amazonas, durante as atividades diárias de inspeção naval, vem orientando embarcações de transporte de passageiros a se dirigirem aos pontos de controle da Vigilância Sanitária, como medida de enfrentamento e prevenção ao novo coronavírus. Somente no período de 20 de março a 18 de maio, a CFT realizou 934 inspeções navais nas embarcações dos municípios.



22/05/2020
A Marinha do Brasil, por meio do Comando Conjunto Leste, promoveu, na última quinta-feira (21), mais uma capacitação técnica em desinfecção. O treinamento aconteceu no Centro Integrado de Comando e Controle- CICC (Polícia Estadual), na Cidade Nova (RJ), e capacitou profissionais que atuam no CICC e na área de segurança do Rio de Janeiro.
O objetivo da ação visa a multiplicação do conhecimento em desinfecção. Receberam o treinamento, integrantes da Defesa Civil, do Corpo de Bombeiros, policiais civis e militares, assim como funcionários da administração e de limpeza geral do CICC.



Fonte: Marinha do Brasil

Praticagem do Brasil doa R$ 10,2 milhões contra a Covid-19 em todo o país

12:01


Serviço essencial por lei federal, a praticagem é a primeira a embarcar em navios que chegam de diversas partes do mundo. Mesmo diante do risco de contaminação por coronavírus a bordo, práticos seguem recomendações da Anvisa e continuam cumprindo a missão de conduzir embarcações sem acidentes na entrada e saída dos portos, pois o transporte marítimo não pode parar. A atividade portuária é fundamental para a economia e o abastecimento da população, sendo responsável por 95% das cargas importadas e exportadas pelo país, de equipamentos hospitalares e medicamentos a alimentos, combustíveis e a soja do agronegócio.

A praticagem, no entanto, também vem fazendo a sua parte para amenizar os efeitos da pandemia da Covid-19 e ajudar o Brasil a sair logo da crise. Seja por iniciativa individual dos 635 práticos brasileiros ou das empresas de praticagem das quais são sócios, já foram doados R$ 10,2 milhões beneficiando mais de 40 instituições e áreas carentes em 18 estados onde a atividade presta serviço.

Entre os itens doados estão: 11 leitos de UTI; dezenas de equipamentos hospitalares, incluindo respiradores; 500 mil equipamentos de proteção individual (EPIs); milhares de litros de álcool em gel; e seis mil cestas básicas.

Em Vitória (ES), por exemplo, a praticagem contribuiu para viabilizar dez leitos de UTI na Santa Casa. O Hospital Regional de Santarém (PA) recebeu um aparelho de raios X transportável. Já o Hospital Naval de Recife (PE) ganhou um sistema de vácuo para aspirar secreções respiratórias.


Em Rio Grande (RS), foram doados 1.700 macacões para enfermeiros e médicos do Hospital Universitário. No município de Itacoatiara (AM), o diretor do Hospital Regional José Mendes agradeceu a doação de 15 mil pares de luvas, 50 litros de álcool em gel, mil toucas descartáveis e mil máscaras.


– Somos polo de assistência do Médio Amazonas e recebemos pacientes de vários municípios, até de Manaus (distante quatro horas). Agradeço muitíssimo a parceria. A palavra neste momento é cooperação e estamos buscando qualquer apoio possível.


Além das ações de solidariedade das empresas de praticagem e de seus práticos, o Conselho Nacional de Praticagem (Conapra) incentivou e arrecadou doações entre os profissionais que atuam nas 21 zonas de praticagem brasileiras.


– A praticagem é uma atividade privada e acredita que todos que podem devem fazer a sua parte. Sempre apoiamos a comunidade local e não poderíamos faltar nesta situação. A responsabilidade com a sociedade é nossa missão. Apesar do risco de contaminação, continuamos embarcando protegidos com EPIs para conduzir os navios sem acidentes na chegada e saída dos portos. Dessa forma, protegemos o meio ambiente e a população da poluição nos mares e rios, ao mesmo tempo em que garantimos o funcionamento da economia e o abastecimento por meio do transporte marítimo – diz o presidente do Conapra, prático Ricardo Falcão.

Veja algumas instituições beneficiadas

Hospital Regional de Itacoatiara (AM): 15 mil pares de luvas, 50 litros de álcool em gel, 1000 toucas e 1000 máscaras.
Hospital Estadual de Santana / Hospital de Emergência do Amapá / Unidade Básica de Saúde Lélio Silva / Posto de Atendimento Infantil de Macapá / Instituto de Administração Penal do Amapá / Corpo de Bombeiros / Polícia Militar (AP): 24 mil toucas, 300 aventais, 150 litros de álcool gel, 100 máscaras N95, 48 mil pares de luvas de procedimento.
Hospital Regional de Santarém (PA): aparelho de raios X transportável e unidade digitalizadora.
Associação Anjo Rafael (CE): Distribuição de cestas básicas e quentinhas.
Hospital Naval de Recife (PE): sistema de vácuo para aspirar secreções respiratórias.
SAMU (PE): 500 macacões doados.
Sindicato dos Estivadores nos Portos de Pernambuco (PE): 232 cestas básicas mensais por três meses.
Obras Sociais Irmã Dulce (BA): doação para compra de material para unidades de saúde do Complexo Roma.
Hospital das Clínicas (BA): aquisição de máquina para confeccionar máscaras cirúrgicas, EPIs e material para equipar ambulatórios e UTI.
Hospital Naval de Salvador (BA): aquisição de material para equipar UTIs.
Santa Casa de Vitória (ES): viabilização de dez leitos de UTI.
Fundo Social de Solidariedade de Santos (SP): produção de cinco mil máscaras para famílias em vulnerabilidade social.
Hospital de campanha em São Francisco do Sul (SC): doações para montagem da unidade, como colchões e travesseiros hospitalares, suportes de soro e mesas.
Hospital Universitário de Rio Grande (RS): 1.700 macacões para enfermeiros e médicos.
Policlínica Naval de Rio Grande (RS): doação em espécie.
Santa Casa de Rio Grande (RS): 10 mil máscaras e 800 máscaras N95.
Sobre a praticagem

A praticagem é o serviço que conduz os navios na entrada e saída dos portos. O trabalho é realizado a bordo pelo prático, profissional com conhecimento local e específico de manobras em áreas restritas à navegação. O objetivo é evitar acidentes que podem causar grave poluição ambiental, mortes e danos ao patrimônio público e privado, além interromper o funcionamento portuário, prejudicando o abastecimento e a economia. Devido à sua importância, o serviço é considerado essencial por lei federal, devendo estar disponível 24 horas aos donos dos navios (armadores), durante todos os dias do ano. No Brasil, existem 21 zonas de praticagem obrigatórias, estabelecidas pela Marinha. Em cada uma dessas áreas, os práticos estão organizados em empresas e existe uma escala de rodízio única de trabalho. Os profissionais são selecionados em processo seletivo público realizado também pela Marinha.

Fonte: Conselho Nacional de Praticagem _ CONAPRA

Navio de Assistência Hospitalar “Tenente Maximiano” presta atendimento emergencial a ribeirinho

18:16


A equipe médica do Navio de Assistência Hospitalar “Tenente Maximiano”, subordinado ao Comando da Flotilha de Mato Grosso, prestou atendimento emergencial na região do Porto Formigueiro, a 50 quilômetros do município de Corumbá-MS, no dia 12 de maio.

O navio foi acionado por um casal de idosos quando regressava de uma ação realizada durante uma semana em prol das famílias ribeirinhas do Baixo Pantanal.




O atendimento foi prestado a um homem que caiu de uma árvore dois dias antes, no dia 10 de maio. Ele apresentava hematoma no olho esquerdo e queixava-se de fortes dores na cabeça e na nuca.

Após exames e procedimentos emergenciais no local, verificou-se suspeita de hemorragia interna e fratura do esterno. A evacuação médica encerrou-se com o encaminhamento do paciente à Santa Casa de Corumbá.