Almirante Laranjeira é nomeado presidente da Emgepron

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O Programa Amigos do Mar esteve na Emgepron e Nivea Francisco foi recebida pelos vice-Almirante Marcélio e vice Almirante Laranjeira. Uma visita rápida e acolhedora. 
Vice Almirante foi um dos primeiros entrevistados do Amigos do Mar, na ocasião no Comando do 8º Distrito Naval (02/04/2004 a 17/03/2006). Na época incentivou , a idealização do Programa .

Nossos parabéns ao vice almirante Marcélio pela excelente gestão na Emgepron.
Ao vice almirante Laranjeira Bons Ventos nesta importante função.



O vice-almirante (reserva) Francisco Antônio de Magalhães Laranjeira foi nomeado como novo diretor-presidente da Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron). O ato foi publicado dia 9 de julho, no Diário Oficial da União (DOU), pelo presidente em exercício, Michel Temer. O almirante Laranjeira assume o cargo em substituição ao vice-almirante (reserva) Marcélio Carmo de Castro Pereira. O novo presidente terá a missão de promover a indústria militar naval brasileira e executar atividades vinculadas para obtenção e manutenção de material militar naval. Gerenciar projetos integrantes de programas aprovados pelo Comando da Marinha também é tarefa essencial do cargo. Sobre a empresa Criada em junho de 1982, a Emgepron é vinculada ao Ministério da Defesa, por intermédio do Comando da Marinha do Brasil. A empresa atua na gerência de projetos e na comercialização de produtos e serviços disponibilizados pelo setor naval da indústria de defesa nacional. Nesta área estão incluídos reparos navais, embarcações militares, sistemas de combate embarcados, munição de artilharia, serviços oceanográficos e apoio logístico. A Emgepron já realizou diversas atividades na área militar, como por exemplo, a modernização de navios. Participou também da integração dos sistemas de combate da Corveta Barroso (V34), construída pelo Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro e, desde 1993, gerencia a modernização de seis fragatas da classe "Niterói". Selecionada, em 2001, para prestar apoio técnico ao governo da Namíbia no delineamento de sua plataforma continental, a empresa possibilitou àquela nação reivindicar junto à Organização das Nações Unidas (ONU) direitos de soberania em relação à exportação e ao aproveitamento dos recursos naturais além do limite das 200 milhas náuticas da Zona Econômica Exclusiva. Outro projeto gerenciado pela Emgepron, desde 1996, é a produção de munição de artilharia realizada na fábrica Almirante Jurandyr da Costa Müller de Campos, pertencente à Marinha. As munições da empresa são exportadas principalmente para países da América do Sul, África e Ásia. Atuando, também, no escopo da tecnologia nuclear, a Emgepron presta apoio ao Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo por meio do emprego de recursos humanos especializados. O objetivo é desenvolver dois grandes projetos da Força Naval, como o do Ciclo do Combustível e o do Laboratório de Geração Núcleo-Elétrica, que propõe a construção de uma planta nuclear para geração de energia elétrica. Fonte: Diário Oficial da União Ministério da Defesa

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