Combate de Montevidéu - História Naval

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O Norte e Nordeste foram, assim, incorporados ao novo país independente.

Na Província Cisplatina, hoje Uruguai, a Fragata Tetis e cinco escunas, comandadas pelo Capitão-de-Mar-e-Guerra Pedro Antônio Nunes, continuava pressionando a frota portuguesa que, a 23 de outubro de 1823, suspendeu para engajar os navios brasileiros. Foram derrotados e, graças à ação decisiva da Marinha, resultava vitoriosa a Guerra da Independência.

Faltava, ainda, consolidar o país. Tanto durante o reinado de D. Pedro como na Regência, até 1840, eclodiram movimentos pelas províncias, ora opondo-se à política imperial, ora querendo tornar-se repúblicas independentes. Desde a "Confederação do Equador", em 1823, até a "Balaiada", finda em 1841, a Marinha, com sua mobilidade, esteve presente em todas essas irrupções, com papel preponderante na manutenção da unidade nacional.

 O movimento separatista da Província Cisplatina, pouco depois, teve aspecto diferente. Tendo pertencido ao ex-Império Espanhol e mantendo sua língua e tradições, ligava-se mais aos países do Prata. Tanto que a sublevação liderada por JUAN ANTONIO LAVALLEJA não visava à independência mas, sim, sua anexação às Províncias Unidas do Prata - futura Argentina -, delas recebendo todo apoio.

Fonte: Marinha do Brasil

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